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Este deve ter sido o único filme que consegui ver no último mês do ano e, talvez por isso, a minha crítica esteja muito influenciada pela sede de filmes que eu tinha. Influenciada ou não, uma coisa é certa: este filme pegou no meu coração e levou-o…

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.D A N I E L  C A E S A R Tem um estilo musical descontraído e faz lembrar Frank Ocean. Aliás, foi com estas duas características que me convenceram a ouvir o seu álbum. A Got You é uma das minhas preferidas. L I O N. Nomeado para melhor música ori…

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Numa era em que o detox alimentar ainda é uma tendência, porque não apostar no cyberdetox , ha? Aqui está um vídeo que nos motiva e ensina a fazê-lo. E é já amanhã que tenciono pôr em prática este conselho. Este canal deu-me momentos de pura felici…

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Este vídeo fez-me o dia. Se são como eu, pequenos amantes da fotografia e do filme , então é imperativo que o vejam. Mostra-nos os 10 filmes com o melhor uso de cor , de sempre! O vídeo revela a paleta de cores por detrás das melhores experiências …

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Ontem estava a fazer um scroll na zona de documentários do Netflix e eis que encontro este. 
FIRST COMES LOVE. O título chamou-me. 

Nina Davenport é uma mulher de 41 anos, cujo desejo de ser mãe perdurou mais do que as suas relações amorosas. É uma mulher que, ao afastar-se cada vez mais dos seus 20 anos, se vê num impasse: Devo encontrar o amor verdadeiro, casar e ter filhos ou inverter a situação e decidir ter filhos primeiro que tudo o resto, eventualmente, um dia chegue? Pelo título do documentário, penso que já saberão dizer qual foi a sua decisão.

A Nina fez-me lembrar eu. Não que no meu plano de vida esteja escrito: ser solteira aos 41 anos e ter um filho com a ajuda da Medicina mas o facto de querer registar tudo, com a maior realidade e beleza possíveis, faz-me lembrar eu: de câmara na mão, a fazer perguntas existenciais e emocionais às pessoas em meu redor, nomeadamente à minha família. Adorei o facto de os familiares dela não se sentirem - nem um pouco! - incomodados com as perguntas ou com a câmara que ela sempre segurava na mão. Fez-me lembrar eu, porque de certa forma, os meus também já se habituaram a mim, assim. 

Sem querer desvendar mais, aconselho-vos MUITO a verem este documentário. Está belo. Está perfeito. Está intimista. Fez-me querer iniciar um documentário da minha vida!

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Depois de Django, declarei-me rendida a Tarantino e decidi então começar uma watchlist dos filmes produzidos por ele. Aconteceu-me o mesmo com o realizador Wes Anderson após ter descoberto uns dos meus filmes favoritos - The Grand Budapest Hotel - mas a verdade é que não correu assim tão bem. Moonrise Kingdom - sendo este um filme mais antigo que o Grand Budapest - ficou muito aquém das expectativas...! 

Entre Pulp Fiction e o Django Unchained, passaram-se 18 anos. E, de alguma forma tarantiniamente maravilhosa, a qualidade mantém-se. Se, como eu, desprezaram um bocadinho este filme, ora pela capa, ora pela data, está mesmo (acreditem no que vos digo...!) mesmo na altura de o verem. 

Podem contar com a participação incrível de Uma Thurman que, para mim, apesar da curta participação no filme, ficou com as melhores lines. John Travolta, Samuel L. Jackson e Bruce Willis estão deslumbrantes, como sempre, sendo a personagem do Samuel L. Jackson uma das minhas favoritas, que por acaso também interpreta um papel exímio no Django! 

E, claro, é Tarantino, por isso podem sempre esperar estas três coisas: monólogos longos e memoráveis, referências a outros pedaços de arte cinematográficos e alguma controvérsia nas situações que nos expõe. 

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Se eu imaginava que o meu dia de ontem ia ser tão bom, e tudo graças a este filme. A minha sorte ditou que ficasse presa num comboio durante seis horas. E quando o desespero por uma bela refeição e um pouco de oxigénio estava a atingir valores elevados, lembrei-me de ver um filme para me distrair! (depois de já ter assistido ao grande, fabuloso, incrível episódio de Game of Thrones) E vi este. Felizmente, vi este. 

O filme começa com um jovem, Tim, nos seus 20's, a contar-nos a história da sua vida, como que se de um narrador se tratasse. O início do filme engana e tudo porque nos é feita uma revelação bem prematura: Tim consegue viajar no tempo.

E sou-vos sincera, com a fúria de um comboio atrasado, pensei Mais um filme que me vou arrepender de ter visto. E eu estava tão enganada. E vocês levam já este aviso: Este filme fala sobre a vida. De como é bom parar para pensar nas várias opções que tomamos sem ter consciência de como isso poderá afetar, de facto, a nossa vida. Pequenos pormenores. Coisas pequenas, pensamos. Que um dia farão toda a diferença na nossa história. 

É um filme feliz! Acho que é isto que mais gosto nele.

Atrevo-me a dizer que, até agora, foi um dos melhores que vi este ano. 

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Quero agradecer imenso a uma seguidora que um dia me disse: "Se gostas de filmes com histórias verídicas, aconselho-te o Concussion. Não sei se já viste... Mas como também mistura um pouquinho de Medicina, acho que poderás gostar..."

Este acabou de se tornar num dos filmes da minha vida.

Obrigada, Aquela Estudante. :)

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Começo por dizer que aqui está um filme que não me desiludiu. Todas as nomeações que recebeu me chamaram a atenção para ele. Apesar de saber que nem tudo o que academia classifica como "ótimo", o é na realidade, o elenco era demasiado bom para o ignorar. 

"Spotlight" conta a história de como o jornalismo abalou a Igreja Católica - como se de um "sismo necessário" se tratasse. Porquê Spotlight? A dupla conotação fez maravilhas por este título e se, por um lado, nos remete para o nome da equipa de jornalistas que desenterrou o escândalo da "pedofilia santa" (Boston, 2002), por outro, relembra-nos que há que manter um foco bem aceso naquilo que precisa de ser visto e conhecido por todos.

Tenho-vos a dizer que este filme é mesmo incrível. E à partida, até nem seria, porque se refere a um tema que todos nós julgamos ter conhecimento. Eu senti que, apesar de conhecer as causas que motivaram o filme, eu não as sabia, de facto. Fala-nos da pedofilia, da hipocrisia da igreja, do jogo do poder... tudo conceitos que pensamos já conhecer, certo...? Mas, ao ver este filme, percebi que se o sabemos hoje é graças a esta fabulosa máquina: o jornalismo. E não me refiro aos media da atualidade. Falo de jornalismo a sério! Aquele que descobre puras verdades porque corre atrás delas, verdades que nem eu ou outro mero cidadão procuraríamos, por falta de intervenção ou conhecimento. 

É interessante apercebermo-nos, ao longo do filme, que a necessidade interventiva na apuração de factos e na responsabilidade moral pode partir de outros grupos, que não apenas do governo de um país ou da justiça do mesmo. Foram jornalistas. E isto relembra-nos, mais uma vez, a proporção que a liberdade de pensamento e expressão pode alcançar. Foi fascinante, aos meus olhos, observar tudo isto.

De facto, torna-se assustador assim que nos focamos na história, quando de repente se faz um click e pensamos: isto aconteceu. isto aconteceu e "ninguém" fez nada para o mudar. É revoltante. E é bom que nos provoque isto, o filme foi feito para gerar reações deste tipo, para relembrar que a santidade pode não ser tão santa assim. É no pormenor dos relatos das vítimas, nas próprias emoções expressas pelas personagens e até na forma leve e informativa - sem muito espaço para novelas e histórias secundárias - do filme, que sabemos que estamos a ver O SPOTLIGHT. 


Finalizo, apenas dizendo que o Mark Ruffalo faz um papelão daqueles - com direito a mudança de voz, de postura... O trabalho de casa dele foi meeeesmo bem feito e  incluiu passar uns dias com o verdadeiro Mike Rezendes (o repórter "real" que ele interpreta, que na verdade, é lusodescendente, sabiam?), chegando ao ponto de lhe perguntar: "Posso ver como é que você berra com alguém?". 

O melhor filme que vi este ano!

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Tudo começa com um falecimento. E com um pedido especial por parte da falecida. Um pedido inicialmente um tanto incompreensível. E é à volta desse pedido que uma história é contada. Será uma história de amor? E se eu vos disser que sim... mas que não propriamente? 

Saibam porquê.




O cenário deliciosamente vintage. A interpretação fantástica de Meryl Streep. O realizador que é ator: Clint Eastwood. O porquê do título do filme fazer tanto sentido. O meu espanto quando percebi que o filme tem quase a minha idade.

Este filme é apetecível porque fala-nos de sonhos. Por muito que se sintam atraídos a pensar que esta é mais uma história de amor - numa fase bem mais tardia do que seria expectável - desenganem-se. Fala-nos sobre amor? Sim. Se vão chorar pela lamechice que vos vai penetrar o miocárdio? Muito provavelmente.

Mas, mais do que isso, The Bridges of Madison County fala-nos dos pequenos momentos da vida. Daqueles que nos passam ao lado e que, no entanto, se tivessem acontecido, hoje tudo teria uma cor diferente. 

Fala-nos dos se's que reciclamos na nossa mente. E se eu não me tivesse separado daquela amiga e não tivesse terminado com aquele namorado e tivesse escolhido aquela alínea? Como seria eu hoje se naquele dia A não tivesse errado B? Ou então, como seria eu hoje se não tivesse acertado sempre tanto?
São questões que este fantástico filme - apesar de somar já duas décadas - aborda sobre aquilo que é intemporal: as escolhas, o destino, a linha incerta que certamente não traçamos.

E, por isso, escolho nomear este filme como um super filosófico, quase que super metafísico. Nada contra histórias de amor. Mas é bom ver um filme que nos ensina algo sobre o que é real no amor, na perda, na separação. É bom que este tipo de história seja assim contada. Desta forma. E não da abonecada.




E, depois desta tentativa de vos falar de uma coisa espetacular sem vos dizer o que é a coisa espetacular, trago-vos 4 curiosidades acerca dela:

1. As filmagens duraram apenas 36 dias. Dá para acreditar? 

2. A famosa ponte que despoleta o maior acontecimento do filme foi destruída num incêndio, em Setembro de 2002. 

3. Uma ex-lover de Clint Eastwood compareceu à cena para prestar audições para o papel de Francesca. 

4. A milagrosa ideia de inserir Meryl Streep no papel de Francesca veio... da própria mãe de Clint Eastwood.

Por fim, confesso que a data e a própria capa do filme (eu sei que não devo avaliar filmes pelas capas, mas continuo a fazê-lo instintivamente) fizeram-me duvidar dele inicialmente, mas a verdade é que adorei vê-lo e que bem que me soube fazer as minhas viagens de regresso a casa na companhia do mesmo. Talvez por isso tenha sido tão especial.



Que conclusões diferentes tiraram acerca de The Bridges of Madison County? E há quanto tempo têm este tesourinho na watchlist do Imdb?

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Gostar ou não gostar de um filme sem respostas? Como gerir a complexidade de Mr. Nobody? Como o resumir sem termos as respostas que queremos ter para o explicar a alguém? 

Eu gostei de Mr. Nobody, mesmo depois de ter ouvido as críticas mais duras acerca dele. Gostei essencialmente da forma como se destaca de todos os outros filmes que já vi. É certo que é difícil absorver todos os pormenores que o filme nos dá e é ainda mais certo que, por isso mesmo, será fácil dizer que Mr. Nobody é demasiado messed up. Talvez o seja. Mas é necessário. A ver se vos convenço, com espaço para pequenos momentos de spoil.



pelas Q U O T E S 




Vou realçar esta categoria, porque sinto que o filme tem muito a dizer nestas frases emblemáticas que vão sendo proferidas pela personagem - quase que parece a única - principal. Acho mesmo que é esta a citação mais reveladora da mensagem do filme: tudo é possível e tudo teria o mesmo significado se tivesse acontecido de forma diferente. 

Nr. Nobody fala-nos de opções de vida. De relações causa-efeito. E acaba por também nos dar uma visão periférica da existência humana. Faz-nos pensar, questionar. Não nos dá respostas, é certo. Mas obriga-nos a pensar no nosso percurso com outros olhos.


pelos F A C T O S


existenciais



& científicos





E mais não revelo! Tenho a dizer que Mr. Nobody é um filme a ver e quem sabe, rever. Considero-o um filme com passagens maravilhosas, uma interpretação soberba de Jared Leto e, ainda, uma excelente qualidade de filmagem, que facilmente nos prende ao ecrã. 

Opiniões?

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Acho que esta é a primeira vez que vos sugiro um filme que não gostei particularmente de ver, mas que admiro, por vários motivos. Foi a primeira vez que não consegui sequer chegar perto do prognóstico do fim do filme, nem um pedacinho consegui adivinhar, exatamente pela vertente inesperada e um tanto diferente do drama. Digo-vos já que muito provavelmente se sentirão perdidos a meio do filme, porque a verdade é que não há um fio condutor que vos puxe entre páginas e que vos diga: olha aqui outro capítulo. Não. A história é feita de muitos retrocessos e futuros e diferentes cenários e ideias que nos são lentamente apresentadas e, por isto, o filme pode mesmo chegar a tornar-se confuso.

Mas então o que é que interessa no filme? 



Interessam as cores. A época rica e viva dos anos 20. As festas. O movimento. A música: o filme conta com lindíssimas covers de Jay-Z, Beyoncé, Sia e Lana del Rey. O facto de esta ser uma readaptação de uma obra de F. Scott Fitzgerald e contar com a participação soberba de Leonardo DiCaprio (e ainda com aquele que eu sempre chamarei de O que fez de Homem Aranha, que ele me perdoe por favor). A câmara é amiga do espectador, é realmente incrível a maneira como ela se move e quase que nos faz entrar dentro da peça, através de uma visão panorâmica!*

Este filme despertou em mim sentimentos contraditórios, como podem ver. Adoro-o e, ao mesmo tempo, não teria qualquer interesse em vê-lo de novo.

Deixo-vos ainda com alguns factos aleatórios e espetaculares inerentes ao filme, que terão mais significado para quem já o viu (os restantes venham aqui espreitar depois!)

- Leonardo DiCaprio e Tobey Maguire (aka o Homem Aranha) são longos amigos de infância e só em 2013 tiveram a oportunidade de contracenar um com o outro, pela primeira vez.

- Há uma cena engraçada em que o Tobey entra na mansão do Leo e ao pegar num copo de cocktail é impedido pelo Leo, que começa a falar com ele. Ora, isto parece uma coisa banal mas a verdade é que já no filme Homem Aranha 2 acontece o mesmo, com o mesmo ator!

- *A apresentação do filme teve que ser adiada porque o realizador levou literalmente com uma câmara na cabeça dias antes da estreia.

- A frase "old sport" é dita 55 vezes durante o filme, sendo que 51 são proferidas por Leonardo DiCarpio (vão perceber esta)

- Por fim, a frase Ad Finem Fidelis (do latim) pode ser vista num dos portões da mansão de Gatsby. Em português, significa: Esperançoso até ao fim.

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Eis mais uma sugestão de filme para o fim-de-semana! Este veio mesmo sem contar, numa viagem de regresso a casa tão desejada e demorada. Não se deixem enganar pelo ano de lançamento. Nem pelos primeiros 10 minutos de filme, ok? 

Temos aqui uma representação bem gigante da mini Natalie Portman. Foi o que mais gostei de ver: a capacidade que uma miúda de 12 anos tem dentro de si, de ser tantas pessoas, ao mesmo tempo. Como é que alguém consegue fazer um papel tão assim, em que a maioria dos sentimentos experienciados não lhe são próprios da idade? Fiquei fascinada. Se ainda não tinha reconhecido a excelente atriz que a Natalie é, este filme veio revolucionar completamente isso.

E mais? Mais não digo. Vejam, vejam, vejam. Ah! Quero só deixar-vos uma curiosidade (que me foi dada pela amiga que me anda a incentivar desde o ano passado a ver este filme): depois de assistirem ao filme todinho ouçam a música Matilda, dos Alt-J. Vai fazer todo o sentido do mundo. 

E perdoem-me os que já assistiram ao filme e que já toparam este move dos Alt-J há séculos. 

Depois disto, podem finalmente responder-me: não é incrível?

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Eu e o Diogo temos uma rotina que levamos muito à séria. Sempre que vamos para Lisboa ou regressamos, é obrigatório que haja um filme a riscar da nossa Watchlist do Imdb. Desta vez, foi o The Help, ou como lhe chamam em português (mais do Brasil): as Serviçais.



Este filme é diferente. Conta-nos uma história envolvida num contexto que nos é conhecido, mas de uma outra perspetiva. E a perspetiva é a da cultura. Ou deverei dizer: da má cultura? 

De todos os episódios chocantes que a História do Mundo nos revela, um daqueles que mais me repugna e me é muito difícil de entender ainda hoje, é o cultivar do preconceito. Não consigo lidar com ele. Vem carregado de comportamentos pouco dignos de serem chamados de humanos, sequer.  
Este filme vem desenterrar isso mesmo: um dos maiores problemas - ainda atuais, por muito que caminhem para serem cada vez mais uma exceção à regra - vividos no passado: o racismo. O ato animalesco de se tratar alguém de forma desumana porque, pura e simplesmente, nasceu com umas pitadas a mais de melanina.

Não é preciso mais do que uma receita de Emma Stone, Viola Davis e Octavia Spencer (não descurando do resto do elenco incrível) para que acreditem que este poço de ignorância será bem esvaziado pelas excelentes interpretações de cada uma. 

Estejam atentos a este filme. Por favor, vejam-no com olhos de quem vê e coração de quem sente. É importante que deixem mesmo o que quer que seja que tenham em mente hoje e se foquem na realidade que nos é atirada à cara nestas duas horas (e muito) de filme.


Por fim, quero dar o meu destaque para a genialidade do guarda-roupa e do cenário que se observa em cada canto. Cada detalhe,  cada palavra, a boa dose de retro vintage em cada segundo de filme. Tudo tão mas tão bem pensado. 

Avisos finais: vão querer chorar (mais vezes do que achavam assim que começaram a ver o filme); vão querer espancar algumas personagens de tantas e tantas vezes ultrapassarem o limiar da crueldade (percebo totalmente a raiva); vão colocar-se no lugar das "helpers" e não vão gostar da sensação do azar que é, para qualquer pessoa, nascer num determinado ano, numa determinada terra e duma determinada cor.

E, como apoiante do não spoiler que sou, deixo aqui apenas a minha grande admiração por este filme, que acho mesmo que é um daqueles que levo para a vida. 

Quem já viu este fantástico filme?

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