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H E I M C A F É | Mais um belo espaço com inspirações nórdicas. Serve o belo do brunch , um café bom e barato (como diz a querida Sara Cabido aqui ) e tem uma decoração incrível, que o torna bem irresistível. Classificação Zomato: 3.8/ 5 ( foto blo…

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Numa tarde solarenga de sexta-feira, fomos finalmente provar o valor do Diplomata! - um pequeno restaurante do Porto, conhecido especialmente pelo seu delicioso brunch e, claro, pelas panquecas! ESTÁVAMOS COM FOME E, PORTANTO, CANCELÁMOS O BRUNCH E…
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Praça dos Restauradores 62, 1250-110 Lisboa.  No feriado de 5 Outubro, aquando da celebração da implantação da República, decidimos que deveríamos implantar uma outra coisa: a Fábrica da Nata. E hoje trago-vos a Fábrica. De Lisboa até aí!  E que ti…
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A minha cidade surpreende-me a cada dia que passa. A somar aos parques perfeitos para dias solarengos, cada vez mais são os sítios onde se pode parar para comer bem. Sítios de Sábado, sabem? Quando há tempo para juntarmos bons amigos à mesa, tudo p…
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O Zomato, para quem vive na cidade onde tudo acontece, é uma app indispensável. E, desta vez, trouxe-me uma bela sugestão: o 100 Montaditos.

"Ai e tal, servem um género de tapas e é tudo quase a 1€" Com uma montra assim, quem não iria querer experimentar?!




Estava num dia academicamente exaustivo, mas eis que fui resgatada pelas minhas colegas de quarto. 

Tudo o que precisam de saber acerca deste restaurante que o torna no plano ideal para um belo jantar a meio da semana é...

 


Tem nachos! E guacamole. E queijo cheddar. Divinais. Para tapas pedimos isto mesmo: nachos e batatinhas fritas com direito a pedaços de bacon, ora vejam:



Eles têm esta forma muito fácil e interativa de comunicar. Tudo tem uma lógica naquele restaurante. E tudo resulta em função dessa mesma lógica. 

Chegamos. O espaço é arejado e luminoso. Espaçoso. O que nos deixa bastante confortáveis. E depois esta forma de pedido é confortável também. É muito chato chegar-se a um restaurante e ficar-se uns 10min a olhar para a cara do funcionário, sem saber o que vamos de facto comer. Ou porque não conhecemos e temos medo de arriscar, ou porque simplesmente nos deu uma branca de inspiração para fazermos o pedido.

E isto simplifica! Chegamos, acomodamo-nos e voilà: ali está uma caneta e uma carta simples para podermos descrever o nosso pedido. O menu também está à mão e cada um dos 'montaditos' (=género de sandes incrivelmente boas e minis!) está numerado. É fácil. Basta escolhermos um, apontarmos e dirigirmo-nos ao balcão com o pedido.

Outra coisa out-of-the-box é: Na troca do pedido dão-vos uma espécie de relógio, que vai tremer quando o vosso pedido estiver pronto a ser levantado. Isto teve tanto de assustador - porque aquilo vibra a sério - como de encantador.



Depois das tapas - acreditam que comi, pela primeira vez, nachos? - eis que chegam os belos dos montaditos. 

Eu escolhi dois completamente às escuras, e não podia ter adorado mais: o primeiro tinha queijo brie, salmão fumado e molho de mostarda e mel (outra primeira experiência na minha vida! que boooom, fiquei feliz por o ter descoberto) e o segundo tinha frango, tomate, alface e molho kebab. 

Tinha que haver um segundo pedido, porque eles são realmente pequeninos. Mas eu acho que é isso que confere a autenticidade à coisa: o suposto é que repitam, que experimentem novos sabores, que não se fiquem por uma refeição copiosa e infinita, mas sim que possam quase provar todos os 100 montaditos da lista. O preço é pensado nesse sentido! Não acreditam se vos disser que cada uma pagou nem 5 euros pela refeição toda.

Todo o conceito do restaurante assenta no aperitivo, nas pequenas facadinhas que escolhemos dar na dieta, antes de passarmos para o prato principal. Como sabem, os espanhóis são experts nisto e termos a oportunidade de um 100 Montaditos, mesmo num dos pulmões de Lisboa é incrível.


Eu fui com 0 expectativas e voltei radiante. Experimentem


// 100 Montaditos, Campo Grande, em frente à  Faculdade de Ciências

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Estava um dia de chuva e frio horrível. E nestes dias, já se sabe como se mata a frustração. Com chocolate. Obrigada por existires, divino ser. O novo franchising que abriu na minha cidade: Woddy's Waffles Shop pareceu uma boa solução para este dia deprimente. E assim fomos dar uma oportunidade ao Woddy's.







O  E S P A Ç O | 

Um sítio destes, propício a demorados lanches e rápidas pausas para café depois do almoço, merecia um espaço que dissesse mais: Olá, estou aqui. Entrem! Acho que o local onde se situa lhe tira alguma vida e, certamente que merecia mais destaque neste sentido. 

Uma outra coisa que, a meu ver, poderia estar melhor, é o som ambiente. Quando lá fui com a minha mãe, a Nonó e a minha tia, as coisas que dizíamos ouviam-se perfeitamente. Faltava uma música com maior volume que de, alguma forma, deixasse as pessoas à vontade para falarem, sem estarem a sussurrar coisas banais, como nós acabamos por fazer.

decoração está muito bem feita: pautada por tons azulados e mesas brancas enfeitadas com umas plantas muito bonitas, que certamente dão um ar descontraído e organizado ao local.

O  P E D I D O |

O menu que nos apresentam ganha pontos por ser muito claro e direto! Temos 3 opções de "base" que passam por: waffle slim, waffle tradicional e o crepe. E, depois, dão-nos 1001 toppings para escolhermos, desde malteseres e bolacha oreo a compota de frutos silvestres e gelados. Sim, porque 3 coisas que podem encontrar pelo Woddy's são certamente: crepes, waffles e gelados. 

O atendimento foi bom. Ainda assim, o tempo de chegada dos nossos 2 pedidos rondou os 25 minutos. Mas entende-se. Tendo em conta o facto de a Woddy's só ter um funcionário nesse dia, a coisa correu bem.

Para M I M, um waffle slim (é diferente do tradicional por "ser livre em gorduras trans") com topping de Nutella e maltesers. Maltesers é, de longe, um dos meus chocolates preferidos. E a Nutella... you can't go wrong with Nutella

No geral, foi um bom waffle. Coisas que eu esperaria que acontecessem: 1) o waffle deveria ser um pedacinho maior e 2) a nutella devia ser servida quente. E mesmo que isto não seja requisito para todas as bocas, a verdade é que perguntamos se havia chocolate quente e disseram-nos que não. E eu acho que isso é um passinho básico e simples que assegura a qualidade de um belo waffle.



Para a N O N Ó | foi pedido um mini waffle - excelente sugestão para os mais pequenitos ou para quem não suporta tanto waffle - com cobertura de nutella. 

Para a minha M Ã E | veio um crepe com rodelas de banana e topping de gelado de chocolate. Era um crepe básico. Eu provei e achei que precisava de mais qualquer coisa. Mas isto é o problema de já ter ido a sítios com massas melhores de crepe e waffle (e chocolate quente!) como por exemplo o incrível waffle do Cantinho da Vila (também da minha cidade), ou então o crepe que comi no Farol  (na Póvoa de Varzim) há bem pouco tempo e o crepe (até hoje o favorito de todos cá em casa) no Aquário, em Viana do Castelo.


O  P R E Ç O | 

Até aqui, a melhor categoria em que o Woody's claramente se enquadra. Achei o preço muito acessível, tendo em conta o que pagaríamos num outro espaço semelhante. O meu waffle, com massa slim (que era até mais barata que a tradicional, o que me espantou) e com direito a 2 toppings ficou à volta de 3/4 euros no total. 

No geral, não fiquei tentada a lá ir novamente, mas talvez fosse o dia, feio como estava, que desmotivou a coisa e o serviço de um espaço nem sempre é o mesmo. Há que lá ir novamente e perceber se estou realmente a ser justa com as minhas críticas.
 

Fiquem também a saber que podem ir ao Woody's e pedir um waffle/crepe/gelado e transportá-lo convosco. Talvez seja isto que irei fazer, da próxima vez.

Este espaço existe nas seguintes cidades: Viseu, Castelo Branco, Reguengos de Monsaraz, Famalicão e Funchal e brevemente estará em Braga,Vila do Conde e Loulé.
 Saibam mais sobre o Woody's AQUI.



A de Famalicão:

Rua Luís Barroso
Edifício Colombo nº288
Loja 3 RC (perto do café Oscars)

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Desde que soube que a Miss tinha chegado ao Porto, que soube que a tinha que visitar. A faculdade foi a culpada por não a ter visitado mais cedo, é claro. Porém, neste fim-de-semana resolvi tirar-lhe as culpas (finalmente!) e, numa tarde de sexta-feira solarenga (das mais fantásticas deste Inverno) provei a dita cuja.

Nhami é a melhor palavra para iniciar esta impressão gastronómica de uma coisa... inicialmente pouco gastronómica?! Ora vejam lá se sabem a que me refiro...




 começando pelo E S P A Ç O.




 apaixonei-me por estas chávenas!

Entram na loja Almada 13. Sim, ouviram bem. Loja. Que não tem Miss Pavlova escrito em lado nenhum, exceto na entrada num pequeno cartão redondo (que passa despercebido), que indica a presença da dita cuja. 

Ao entrarem, vão deparar-se com uma autêntica exposição de coisas bonitas disponíveis para venda: quadros bonitos, bijuteria sofisticada, óculos de sol e ainda YANKEE CANDLES. Sim, nunca pensei encontrar estas velas à venda neste sítio. Mas estão lá! (Com aqueles preços horríveis, mas estão.)
Além disto, é uma loja diferente, por vender imensos artigos vintage e ainda peças para decoração da casa. 

Muito bem Inês, mas e a Miss? Onde raio anda a Miss Pavlova no meio desta coisa toda? A Miss está bem lá no fundo da loja! Aí sim, veem um cartão que vos indica que chegaram ao vosso destino. A pastelaria é pequenina. Mas, de certa forma, suficiente. Não nos sentimos, de todo, sufocadas. Tem um ambiente descontraído, com paredes enfeitadas com estes quadros bonitos que vos mostrei, com ilustrações únicas que representam cada bolo que têm no menu. 


A PAVLOVA!




Soube tão bem rever estas fotos. Acreditem que a única coisa que tenho a dizer sobre isto é: No fim de comer a minha fatia, já só me sentia tentada a pedir outra.

A verdade é que já ia com o meu trabalho de casa bem feito e, por isso, sabia bem que o Floresta Negra era a pavlova a pedir, por ser o "mais típico da casa" e eu nestas situações, gosto de me ficar pelo seguro, ou seja, pelo que é aprovado por muitos no Zomato. Para azar meu, já não havia Floresta Negra para ninguém. No entanto, com qualquer um dos bolos da montra, a qualidade estava garantida e, analisando bem a montra e pensando em algumas fotos que já tinha visto pelo Little Tiny Pieces, lembrei-me que o Floresta Negra não fugia muito do aspeto do Frutas do Bosque e, entre o de maracujá e o banoffee, escolhi mesmo esse. E escolhi tão bem. Ainda me lembro de pensar: é isto. uma boa pavlova é mesmo isto.



O preço médio para um lanche de duas pessoas fica por cerca de 10 euros, como podem ver. E que belo lanche. A fatia é bem servida e o atendimento é excelente. E ainda consegui beber um sumo de laranja natural doce, o que é muito difícil de acontecer fora de minha casa, acreditem.



E agora só peço um regresso rápido! Para provar a tão famosa Floresta Negra e, quem sabe, levar uma daquelas chávenas rosa velho.

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Numa segunda-feira. Com exame às nove da manhã e o Gomo à espera, bem no fim de todo o stress matinal. Com a chuva que nada foi simpática ao nosso início de semana, eis que o Gomo foi. E confesso que fiquei muito surpreendida. Afinal comida saudável é isto. Deve ser mesmo isto: nutritiva e saborosa.






O GOMO não podia estar mais debaixo do nariz. Situado a poucos metros da saída do metro do Saldanha, é compreensível que não o consigam ver logo logo à primeira vista. Muito menos num dia chuvoso. Mas se forem com olhar atento... voilà. 


Assim que entramos na loja, sentimos que estamos numa espécie de mini-mercado. Foi essa a primeira impressão. Com frutas e legumes frescos conservados em jeito de decoração da própria loja. Sim, loja, porque podem adquirir as frutas e os legumes que estão expostos. É um conceito de restaurante/mercado muito interessante!


As paredes transbordam saúde. Até me fazem sentir culpada por cada McChicken que este estômago já viu. Com boa luz, boas mesas e side notes inspiradoras em tudo o que é canto, não podíamos sair do Gomo mais: Ok, é hoje que mando o McDonald's dar uma volta.




 Os Pedidos


Para a Ana. A miúda das saladas e do copinho de água. Pediu uma salada Viva (5.50€) que incluía uma variedade de ingredientes: peito de frango salteado, alface, rúcula, cogumelos frescos e crouttons. E o mais curioso deste prato? O topping. Geleia de framboesa e queijo creme. 


Para mim e para a Filipa. Toda a santa vez que vou a um sítio em categoria de estreante, não me consigo decidir pelo menu. E, por isso, confio na melhor veggie que conheço: a Lips (aka Filipa). E não falha. Pedimos o Menu Equilíbrio Wrap + Sopa + Bebida (8€). Achei interessante o facto de o Gomo ter 3 sugestões de menu, cuidadosamente escolhidas por uma nutricionista: a Ana Bravo. E o nosso menu incluía-se numa delas. 

O wrap embrulhava presunto, molho de pesto, tomates cherry e alface. E ainda vinha acompanhado de um mini snack composto por fatias de cenoura e um molho (incrível!) de alho. A sopa escolhida foi a de espinafres. E ainda bem que foi! 

Se acham que este é um menu demasiado caro e demasiado "cheio" (porque a verdade é que saíamos de lá mesmo bem saciadas) não percam a oportunidade de pedir pelo menos a sopa de espinafres e aquele espetacular sumo de laranja. Fiquei parva. Nunca na vida me tinham servido um sumo de laranja tão docinho e cremoso como o que só a minha mãe sabe fazer. (Acho que foste superada, Mamã!)


O melhor do Gomo é que até comerem aquilo que estão a pedir, não vão perceber a essência. Mas assim que um gotinha daquela sopa de espinafres atingir as vossas papilas gustativas, vos garanto que vão ficar rendidos.


Por fim, ainda tomamos um café, para ver se mandávamos o mood de segunda-feira embora, que também estava delicioso. Os únicos pontos negativos de um bom lugar com boa comida passam sempre pelo preço. Mas como a minha rica avó diria: Um dia não são dias. E um dia como a segunda-feira merece o uso e o abuso deste ditado.

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... quero tanto viajar! Paris. Londres. República Dominicana. Barcelona. Santorini. São alguns dos meus destinos idealistas.

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Estava na lista de coisas a fazer antes de 2015 terminar. E foi feito. Numa sexta-feira pacífica, a única sexta-feira do semestre que não implicava um regresso breve. A sexta-feira em que fizemos muito do que já tínhamos vindo a prometer fazer antes do semestre acabar. Passeios. Boa comida. Descontração. Finalmente respiramos fundo ... e voltamos para o ano. 




o L U G A R

Mesmo à saída da estação de metro de Telheiras. Numa localização bem agradável. Calma e serena. Quando chegámos parecia mesmo que tínhamos chegado à Lua. Não havia vestígio sequer de uma pessoa na esplanada. Mas isso foi antes da hora de almoço lisboeta: as 13h. Aí, a esplanada do Honorato virou a Baixa em dia de Natal. 

Estava um belo dia de Sol e, por isso, ficamo-nos mesmo pela esplanada. Para uma próxima visita, fica o desejo de explorar o interior, que ficou por conhecer. 

As mesas acabadas em mármore, as cadeiras típicas de esplanada de praia. Os guarda-sóis (ou devo dizer chapéus de Sol, alfacinhas da minha vida?) para o Sol de Inverno.


o Prato Principal

Já tinha ouvido falar do Honorato, tão mas tão bem aqui. A Sara Cabido (blogger) a puxar por mim de um lado, e a Filipa Costa (minha bela amiga) a puxar por mim do outro. E pronto, tive que visitar!

O escolhido foi o X-Burguer. Achei que seria difícil falhar começando por experimentar um hamburguer com um nome (tão) familiar e com ingredientes simples como componente principal: tomate, queijo e maionese. E não estava enganada. As batatas vão sempre saber bem. Não há como errar com umas batatinhas fritas acompanhadas de uma maionese de alho. Estavam (mesmo!) excelentes.

Para beber, pedi a minha bebida de excelência: um Ice Tea de Limão. Ficou por provar o cocktail tão famoso Berry Good. Todos os pedidos à minha volta incluíam o Berry Good. É porque deverá ser mesmo berry good. (como não fazer esta piada?!)


o P R E Ç O

É tudo muito bom. Mas será que o preço se justifica? perguntam vocês. Ao percorrer a tabela de preços, confesso que nem todos os hamburgueres são os mais acessíveis. Mas eu diria que a maior parte deles, tendo em conta a qualidade/quantidade que a hamburgueria nos serve, vale a pena experimentar! Digo-vos já que o hamburguer mais caro fica por 9.45€. E não é um preço menu, ou seja, vão mesmo ter que pagar a bebida à parte, o que piora um bocadinho o talão. Mas é claro que podem sempre optar por encurtar o orçamento se pedirem as versões mini (que são mesmo mini) dos hamburgueres. Nem que seja só para provarem a obra prima!

E ainda têm as sobremesas, que nós optamos por não experimentar porque, obviamente, que ficamos a rebolar depois daquele hamburgão. 

No geral, fiquei com uma boa impressão do sítio e do sabor incrível daquele hamburguer, o que acaba por ser o mais importante. Fica um realce para o meu hamburguer, que é certamente o ideal para quem não gosta de se aventurar em sabores desconhecidos assim que conhece um novo restaurante, como eu. E uma dica futura para mim que será, claramente, visitar o Honorato do Chiado que já está com as luzes da ribalta focadas nele.

E vocês? Que me têm a dizer sobre os diversos Honoratos que existem na capital? E se já tiveram o prazer de provar um destes hamburgueres tradicionais, o que acharam relativamente a outras casas como o Munchie (cá do Norte) ou o antigo e querido McDonald's?

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A T E N D I M E N T O




O  P E D I D O



O  L U G A R




O  P R E Ç O


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Como é possível que tenha passado 19 anos da minha vida sem um sonho deste tipo? Nunca tinha sequer pensado nisto. PARIS. Paris é o meu destino de sonho. É o clichê que eu quero para mim.

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As minhas colegas, nascidas e vividas em Lisboa, já me tinham falado muito no FRANKIE. Com a faculdade às costas durante o ano inteiro, fomos adiando esta nossa visita. 

Segunda-feira, dia de regresso à cidade, foi o dia!



O atendimento. Fomos almoçar por volta das 14h30, o sítio estava cheio mas fomos atendidas rapidamente. Simpáticos e rápidos! É assim que tem que ser. Uma pessoa com fome não quer esperar demasiado, não é verdade?

O pedido. No menu, atentou-me o belo do Tuga. Pela imagem, que fazia qualquer um salivar, e pelo nome bem portuguesinho. O Tuga é um dos pratos mais acessíveis e tem ingredientes que foram para mim uma escolha segura. Eu sou muito assim. Quando vou a sítios novos, gosto de apostar na coisa mais dentro da minha zona de conforto e, depois, se gostar, numa próxima vez, parto para coisas bem mais arrojadas. 

Aproveito para dizer que existem opções mais saudáveis (para quem está nessa onda) e também vegetarianas. A Ana optou por uma salada (se a pedirem como prato principal é para esquecer, porque é minúscula) e a Lips é toda veggie e, por isso, pediu mesmo o cachorro Veggie. Vem com beringela, cogumelos e montes de coisas bem mais saudáveis que o meu ovo estrelado no topo do cachorro. 

Já eu, fiquei mesmo muito impressionada pelo Tuga. É saboroso, docinho, incrível! Se repararem na imagem, pedimos também umas batatinhas (chegam perfeitamente para duas pessoas) que vêm embanhadas em coentros e acompanhadas por 2 tipos de molhos: um molho de salsa e outro de açafrão (não fiquei nada fã deste último, confesso).

Como sobremesa, escolhemos ainda cheesecake, é a especialidade da casa: um de maracujá e um de oreo.

O lugar. Bonito e arejado. É quase como se fossem para o vosso jardim comer uma coisa prática de se comer. Por falar nisso, há todo um estratagema para se comer este cachorro. Vocês vão perceber. (Peçam guardanapos!)

O preço. Para ser sincera, não me custou muito dar cerca de 6 euros só pela minha refeição (cachorro, bebida e ainda as batatas). Acho que foi completa, rica e a limonada que bebi estava ótima! Sem dúvida que valeu toda a pena. E, olhando para a tabela de preços, não a achei algo fora de outro mundo. É o preço normal de uma especialidade inovadora em Lisboa: o cachorro urbano.


(8/10)

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A minha cidade é pequenina, mas cativa. Pela arquitetura, pelas pessoas e pelos cantos que de estarem tão escondidos e pouco falados, quase que passam despercebidos. Hoje, venho aqui falar de um desses cantinhos. Situado bem perto de um bom ponto de referência de Vila Nova de Famalicão, a Câmara Municipal, tem um encanto...que só mesmo entrando. O nome - Casa Grande Chocolatier - já dá indícios de que vem aí coisa boa.

Ora vejam.




Para animar um dia pseudo-cinzento, com variações entre subidas e descidas de temperatura (whyyyy?) resolvi fazer uma das minhas pessoas favoritas minha convidada na descoberta da Casa Grande, que há muuuuuito (muito mesmo) tinha na minha lista mental de mini desejos do dia-a-dia. E, por isso, dou já todo o crédito do mundo - o melhor - à minha fotógrafa pessoal de hoje: a minha Mãe.



O atendimento. Gostei bastante. Não estava nada à espera de ser tão bem atendida como fui. E, no entanto, tudo o que bastou para eu adorar este parâmetro foi um sorriso do tamanho do mundo e prontidão na maneira como nos deu boas sugestões para o menu.


O lanche. Fui numa de chá das 5. E é isso mesmo que devem procurar qunado pensarem em visitar este salão de chá: refeições talhadas para um bom pequeno-almoço ou para um lanche rápido. 

Pedimos uma "torrada Casa Grande" que inclui 6 pães torrados (super frescos e fofos)  com direito a 3 toppings: manteiga, uma espécie de Nutella da Casa e ainda uma compota. As nossas foram de mirtilo e de maracujá. Para beber, eu pedi um batido de banana - o melhor que bebi até hoje - e a Diva pediu um de chocolate.


O espaço. Sobre este assunto, deixo-vos com algumas imagens:









Tem ou não tem uma das mais bonitas e sofisticadas decorações? Confesso que fiquei apaixonada. 
Uma das coisas que conseguem notavelmente detetar em tudo o que é sítio é o ingrediente principal desta Casa: o chocolate. Têm a sua própria marca de chocolate e defendem-na na perfeição. Os chocolates, das mais variadas texturas e sabores estão à vista de quem entra e de quem sai. Tornam-se o ideal ponto atrativo do salão. 

Têm até uma forma bem simples e, no entanto, deveras infalível de fazer a boa promoção do belo chocolate. Se pedirem um café, vão ter a agradável surpresa de encontrarem um bombom da Casa na beira do pires. E acreditem, vai valer a pena cada dentadinha.






 O que mais me prendeu ao espaço, ao contrário de outros, foi a luz! A luz natural e as cores pastéis. Que combinação genial. A esplanada fica bem de frente para a cidade. Escondida mas à vista. 


O preço. Deixei este para último, de propósito. Não é o fator mais simpático de sempre, mas também não assusta de todo. E deixem-me que vos diga que, tendo em conta as variavéis quantidade/diversidade/qualidade, a Casa Grande dá-nos um talão cheio de justiça. Mas claro que não é um sítio que se possa pisar todos os dias com o intuito de se fazer uma refeição inteira. Só para que tenham alguma noção, o nosso pedido ficou por cerca de 11 euros. Fica o aviso para não perderem a cor na hora de pagar.

Tendo em conta à felicidade que nos deu, às duas, neste fim de tarde de quarta-feira, incentivo-vos a visitarem este pedaço de Famalicão (nem que seja mesmo só para o café com bónus)


(9/10)

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