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Quero poder continuar a escrever aqui, mais e melhor . Porque se eu o fizer, é sinal que as minhas vontades e motivações estão no sítio certo. Este blog faz-me muito feliz, além de todas as outras macro e micro satisfações da minha vida. E é assim …
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Eu tenho imensas influências na minha vida, das boas. Podia começar nos meus pais, no meu irmão e acabar em personalidades públicas que me chegam ao coração. Mas hoje, escolhi realçar duas amigas fortes que fazem de mim uma pessoa mais "pronta para…
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Eu sempre achei esta pergunta muito difícil. É como perguntarem a um quadro porque é que ele é belo. Só as pessoas que o admiram saberão descrevê-lo. E com as qualidades e defeitos, o raciocínio é o mesmo. Só quem convive connosco ou então passou p…
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Numa tarde solarenga de sexta-feira, fomos finalmente provar o valor do Diplomata! - um pequeno restaurante do Porto, conhecido especialmente pelo seu delicioso brunch e, claro, pelas panquecas!


ESTÁVAMOS COM FOME E, PORTANTO, CANCELÁMOS O BRUNCH E PEDIMOS O MENU DO DIA. E ISTO FOI O QUE NOS CHEGOU À MESA:



Se inicialmente achava que 1/2 tosta não seria suficiente, aquela sopa em jeito de "entrada" fez toda a diferença e, acreditem, saímos d'O Diplomata a rebolar...! A sopa parecia bem caseirinha, estava bem temperada e gostosinha.
A limonada não é um ponto forte, mas estando fresquinha e adicionando-lhe açúcar, que foi o que nós fizemos, passa a ser
A Limonada.
E, claro, aquela tosta maravilhosa, barrada com orégãos e manteiga de alho, foi o ponto alto da refeição. Aquelas "casquinhas" são batatas, também elas bem temperadas e feitas para serem mergulhadas naquela maionese com alho. 20 valores para o prato principal. E sabem quanto nos custou este menu? 4 euros.

- JÁ ESTÃO CONVENCIDOS? -

MAS E A ESPECIALIDADE DA CASA? A PANQUECA? ESTAS DUAS FORAM A NOSSA ESCOLHA PARA A SOBREMESA.

O primeiro conselho que vos dou é: se vão pela Panqueca (como nós íamos!) façam-no de forma separada da refeição principal. Ou seja, se querem mesmo experimentar e reconhecer o talento por detrás da panqueca d' O Diplomata, o meu conselho é que optem por fazê-lo num lanche, por exemplo, em que o vosso apetite estará apenas focado na panqueca. O que aconteceu connosco é que quisemos experimentar tudo de uma vez e, claro, a prova da panqueca, ficou mais negligenciada, porque o nosso estômago já estava bem cheio.
Ainda assim, não deixamos de reconhecer a densidade da massa e o sabor "a sério" da panqueca. Se foi a melhor que provamos? Não podemos dizer com certeza. Mas esperamos voltar lá para um lanche tardio e, quem sabe, outro dia, para provar o brunch! Para já, fiquem com as maravilhosas fotografias da panqueca e sonhem com ela e, ainda mais, deixo-vos algumas imagens do espaço, também ele repleto de luz e cor. 



Nunca me tinha apaixonado por um menu. Mas aquele tinha O Design! O tipo de letra, as fotografias a preto e branco, que contam a história do local e, ainda, algumas citações memoráveis.


 E pronto, é com este belo telefone vintage que me despeço! Espero que tenham gostado da experiência visual. Falta agora darem um pulinho à Rua de José Falcão e fazerem a vossa própria crítica.



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Hello, Kristof | Depois de ter lido esta mega publicação da Mafalda, fiquei desejosa de conhecer este novo espaço lisboeta. Para além de ter uma inspiração escandinava, as revistas quase que exclusivas que por lá existem - como a Kinfolk, por exemplo - e os pratos deliciosos que podem espreitar pelo instagram convencem-me todas as semanas a ir lá dar um pulinho. A única coisa que ainda me impede de lá ir é a distância deste sítio a minha casa.


ZUMBA | Sempre que faço exercício físico, preciso de uma música que puxe à séria por mim, para me dar ritmo e, no fundo, levar a minha mente para um lugar mais relaxado. Para mim, o zumba é a combinação do melhor dos 2 mundos e é por isso que gostava de experimentar, nem fosse uma aula!

Açaí e tapioca | Dois alimentos que tento provar desde 2016! Será este ano que me atrevo ao açaí? A tapioca já está no armário para experimentar ainda esta semana.

Um corte diferente | Com a minha entrada na faculdade, optei por pintar o meu cabelo, pela primeira vez. Com a ajuda da minha cabeleireira de nascença / mãe, agradeci o resultado e, até hoje, mantenho esse castanho chocolate que tão bem me caracteriza. Porém, como a mudança é a única coisa estável nas nossas vidas, sinto que está na altura de mudar de novo e, desta vez, com um corte diferente. (Acho mesmo que a entrada nos twenties nos faz reinventar e recriar tudo aquilo que achávamos imutável em nós, porque quem diria que eu algum dia iria desejar um cabelo mais curto? Ninguém, meus amigos, ninguém!)

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Resolvi escolher uma música por cada ano dos cinco anos que passaram e explicar-vos uma fase de vida a que cada uma esteve associada.

Conheci esta música através de um anúncio da Edp. Apaixonei-me pela canção e quis descobri-la logo! Mal o fiz... sabem aquela música que ouvimos sem parar, sem enjoar? Aconteceu-me isso! E então, eu ligo esta sonoridade aos momentos em família - lembro-me de ter imensas saudades dos meus pais quando a ouvia em Lisboa - e ao crescimento pessoal que tive em 2016.

Eu fui uma miúda tão Alt-J neste ano. Descobri-os em 2015 e continuei a amá-los. Matilda está no meu coração reservadinha, porque eu amei o filme em que ela é inspirada. Lembro-me de ter um sentimento muito intenso em relação a esta música, tão estranho que uma vez, estava eu quase a chegar a Famalicão no comboio ao fim de uma longa semana, super stressante do segundo ano, e lembro-me de me ter comovido ao ponto de soltar umas lágrimas ao ouvi-la. Está associada a uma Inês em modo "muito para fazer" e pouco calma.

Meu deus, estes sentimentos estão todos a vir ao de cima! Escolhi esta música porque foi das primeiras que foram lançadas na net quando a Bey deu a conhecer ao mundo o seu novo álbum. Mas, de facto, poderia escolher qualquer outra daquele maravilhoso álbum. Relembro-me que foi neste ano que vi a Beyoncé, pela primeira vez, no Meo Arena, dias antes do meu aniversário. Lembro-me de a ver surgir no palco e a minha primeira reação foi dizer: "Mamã, ela é real." como se de uma criança me tratasse.

2 0 1 3 | That's How We Roll, by Richie Campbell
Lembro-me de andar sempre a cantar Richie com as minhas amigas, andávamos muito numa fase de "É Verão, vamos torrar ao sol e ouvir reggae." Energias positivas, Richie!

2 0 1 2 | Ho Hey - by The Lumineers
Esta música rolou na rádio tempos e tempos! Lembra-me os good old days do secundário, em que achava que a vida era difícil por ter um teste por semana. Lembra-me as festas de anos com direito a coca-cola e batata frita, as nossas inocentes vidas, cheias de entusiasmo e borbulhas na cara. Levo muitas amizades do secundário e ainda hoje as mantenho. É delas que me lembro quando ouço esta música.

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I. BOBBY PINS | Se a Inês ganhasse um euro de cada vez que eu a referencio como uma favorita! 
Devem ler este blog pelos favoritos, reflexões existenciais que vos deixarão abananados e ainda opiniões dotadas de uma pitada de Inês acerca de filmes e livros.



II. LA VEINE | Esta blogger. Eu tenho mesmo muito carinho por ti, Marta. Não sei se o sabes, mas uma vez tiveste um blog - cujo nome não irei revelar por saber que era anónimo na altura - que me fez querer escrever para sempre. As doses de inspiração que eu levava dali. Obrigada por seres um ponto de referência ainda hoje, com as tuas postagens pensadas até ao ínfimo pormenor. Devem lê-la.

III. WE ARE LOVE ADDICTS | Se estão na blogosfera, precisam de seguir este blog. Porquê? Porque a Joana e o Leone são um jovem casal admirável, que viaja pelo mundo e nos faz viajar a nós também, nem que seja quando partilham connosco as suas rotinas, momentos bons, sugestões. São de facto uma inspiração diária. Aconselho-vos a seguirem também as suas contas de instagram: @joana_afonso & @leoneniel.

IV. HEY PÊSSEGOS | Este blog é uma descoberta recente, que já me fez muito bem. É ele a responsável pela mudança de visual do blog. Espreitem este post e saberão do que vos falo. Foi bom encontrá-lo porque, de facto, existem muitos poucos blogs que façam conteúdo ... para blogs. E este é um ótimo exemplo desse tipo de conteúdo que acho que todos, na blogo, procuramos constantemente. 

V. MARIA BERNAD | Esta miúda é incrível. Só me ocorre esta maravilhosa palavra para ela. Acho-a uma autêntica obra de arte, na forma como se veste e na forma como edita todo o seu conteúdo, tanto para o blog, como para o instagram (@maria_bernad). É espanhola e é imensas vezes citada na VOGUE pela sua criatividade inesgotável. 

VI. CANVA | Bem, resolvi terminar isto com um site diferente: CANVA. É uma ótima plataforma no que toca a edição de fotos, eu diria mais: é a minha maior ferramenta secreta sempre que publico no blog. Todas as imagens de apresentação de post - como esta - que vocês me elogiam frequentemente são trabalhadas neste site. Have fun!

*todos os links dos sites referidos estão no título de cada item.

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1. Acordo sempre com despertador, mesmo quando estou de férias.

2. Quando estou com fome viro drama queen.
3. Não consigo sair de casa (nem subir um andar da casa) sem o meu telemóvel carregado, não vá acontecer o fenómeno do século e eu não estar preparada para o fotografar.
4. Tenho uma almofada favorita, não consigo dormir bem com outra, se não com aquela.
5. Se não tivesse escolhido Medicina, talvez me revisse num dos seguintes cursos: Ciências da Comunicação, Psicologia ou Design Gráfico e Multimédia.
6. Podia viver à base de um menu de um restaurante italiano.
7. "Genuína" é o elogio que mais recebi durante toda a minha vida e agradeço a todos os que mo atribuem.

Saibam mais e juntem-se a esta TAG #SEVENDAYSOFME aqui.

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Estão a olhar para a minha nova obsessão: S K A M. Foi-me maravilhosamente recomendada pela maravilhosa Inês e, por isso, só lhe posso agradecer.
Venham então perceber porque raio eu me apaixonei por uma série a) de adolescentes e b) norueguesa.


U M  R E S U M O 

A primeira barreira que se colocou entre mim e esta série foi a língua. Quando comecei a ouvi-los falar, achei uma coisa bem estranha e pensava mesmo que isso iria dificultar a minha conexão com as personagens. Mas... guess what... 30min de série depois eu já estava conquistada.

Mas bem, a série retrata a vida (incluindo os amores, os desamores, the drama life) dos adolescentes de uma escola secundária muito popular em Oslo - Hartvig Nissens. A série conta com 3 temporadas e cada uma é apresentada do ponto de vista de uma personagem. A primeira é dedicada a Eva, a segunda a Noora e, por fim, a terceira a Isak. Este esquema de apresentação é realmente inovador e cativante, porque quase que parece que estamos a ler um livro e vamos conhecendo os detalhes e a evolução de cada personagem.

Eu estou no início da 3a temporada, mas sem dúvida que sinto que a segunda foi a que mais mexeu comigo, foi realmente muito intensa e fez-me identificar, a nível de personalidade, totalmente com a personagem (NOORA), que é uma coisa que geralmente nunca me acontece. 

Concluo, dizendo que o principal motivo pelo qual gosto muito desta série e que, de facto, a torna diferente das outras, é ela ser bem real. Por algum motivo, eu consigo rever a minha geração nela, mesmo estando a caminho dos 21 e isso faz com que desenvolva um elo emocional com ela. Além disso, acho-a muito informativa e comecei a perceber isso à medida que certas personagens desenvolviam discursos muito próprios, como se estivessem a enviar uma mensagem dirigida ao espectador e foram exemplos disso discursos acerca de: distúrbios alimentares, feminismo, amor próprio e abuso sexual.


Alguns factos interessantes | FONTE: IMDb

Alguns quartos que vemos na série são, na realidade, de atores da série que frequentavam na época a escola secundária da série - como o Isak e o Jonas

O nome da série, em português, significa "vergonha" e foram os próprios atores que elegeram o mesmo. 

*spoiler alert* Algumas das personagens tiveram os mesmos problemas na vida real, como por exemplo: Vilde teve mesmo um distúrbio alimentar.

Algumas das contas de instagram e de facebook (e até alguns vídeos no youtube) das personagens são reais e estão disponíveis na internet.

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Em tempos, preferia defini-la como a atenção mínima que damos às coisas dos outros. A música dos outros, os textos dos outros, as vivências dos outros,... Mas hoje escolho vê-la como uma distração. E passo a explicar-vos porquê.

O mundo tem uma fatia maquiavélica. Não é difícil percebê-lo. E essa fatia vem estampada nas aberturas dos telejornais, nos pobres comentários deixados nas redes sociais de pessoas bem sucedidas, na frustrada cara de quem não partilha das nossas mini felicidades, nos corredores sofredores dos hospitais e, se andarmos de olhos bem abertos e sinceros, vemos essa fatia estampada em nós, de quando em vez. Porque há dias em que, no fundo, somos apenas o reflexo do que o mundo nos dá. Como se de espelho nos tratássemos e a maldade virasse luz.

E é por podermos escolher distrairmo-nos do telejornal, dos comentários pobres, dos olhares frustrados, do sofrimento alheio e do nosso, que adotamos uma palavra, eu diria uma maneira de ver a vida sob um ponto de vista mais feliz: inspiração. Lembro-me do que surgiu no meu pensamento na primeira vez que a ouvi: "É isto! É mesmo isto que eu queria chamar àquilo que sinto quando vejo algo de bom, que me pode ajudar a ser melhor, a viver melhor, a distrair-me melhor ... do caos." E por muito simplista que possa pareça eu estar para aqui a escrever-vos isto tudo só para fazer uma mera comparação entre conceitos, a verdade é que isto foi algo que me fez refletir à séria sobre as nossas fontes de felicidade, sobre as nossas vontades internas nos últimos dias. 


"I don’t think we did go blind, I think we are blind, blind but seeing, blind people who can see, but do not see."
José Saramago, Blindness


É incrível como temos mecanismos de defesa um tanto poéticos, diria eu, para fugir à tristeza dos dias, à fatia má do mundo. E a criatividade surge na minha vida (e na vossa, prevejo eu) como uma grande vontade de responder com amor, brilho e cor às energias abaixo do zero que nos circundam. 


"Life destroys. Art preserves."

Matt Zoller Seitz


Coisas que defino como energias abaixo do zero: insegurança, ansiedade e medo. São elas que nos bloqueiam. São as únicas três razões pelas quais não devemos ter um coração a palpitar. 



"Life, he says, doesn’t have to be so bad all the time. We don’t have to be anxious about everything. We can just be. We can get up, anticipate that the day will probably have a few good moments and a few bad ones, and then just deal with it. Take it all in and deal as best we can."

John Corey Whaley, Where Things Come Back


Há algo de muito belo na forma como cada um é. Nas relações, achamo-nos muitas vezes decifráveis aos olhos dos outros, mas a verdade é que cada um de nós é um mundinho especial, com pensamentos, dúvidas e paixões diferentes elevadas a 1000. 


"I didn’t know why I was going to cry, but I knew that if anybody spoke to me or looked too closely the tears would fly out of my eyes and the sobs would fly out of my throat and I’d cry for a week."
Sylvia Plath, The Bell Jar

O segredo está todo aqui. Nas particularidades de cada átomo nosso. E eu gosto de pensar em nós assim: átomos envoltos em energia. Sempre em busca do emparelhamento. Já repararam como não conseguimos ser sós? Precisamos das distrações/inspirações. Porque "viver" o mundo como ele é sem esses apêndices reconfortantes, é não vivê-lo sequer.

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Para mim, a semana à séria sempre começou à terça-feira.  E é curioso isto...! Talvez pelo facto de a minha mãe ter sempre a sua folga a este dia, este era um dia = a limpezas. E parece que o facto de ela estar presente em casa neste primeiro dia da semana tornava a segunda-feira uma espécie de extensão do Domingo. Acho que é por isso que ainda hoje me custa imenso a "acordar" para a segunda-feira e a tê-la em conta como dia da semana. 
Mas bem, a minha semana começa amanhã e conta já com alguns planos:
 








Vou fazer o meu terceiro furo na orelha e remarcar os outros dois. 
E para isso, tenho já todo um moodboard de inspiração pelo Pinterest (vejam aqui)



 Tenho um almoço marcado com uma das minhas melhores amigas e sabem que mais? Com direito a pizza. They know me so well.




Tenho mesmo mesmo que finalizar o meu "fato" para o Carnaval. Este ano decidi antecipar-me e fui já comprando algumas coisas, porém ainda não tenho bem a certeza se o fato passa a mensagem, entendem? E quando estamos neste ponto, a melhor solução é: acessórios. comprar resmas de acessórios que gritem que raio de personagem estão vocês a encarar (eheh)



Vou ao O Diplomata, finalmente! Sobre isso, conto-vos tudo depois por aqui. E, claro, terei ainda a oportunidade de revisitar a bela cidade do Porto. Que saudades!



Faço um grande parênteses dizendo que estou de férias, começaram na semana anterior e irão prolongar-se até ao Carnaval (grassadeeeeus). E por muito que seja bom estar de férias, a pior parte é todos os meus amigos estarem já em modo faculdade :/ Mas compensamos com fins-de-semanas recheados e almoços com direito a pizza!

have a good good week! :)

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Bem sei que estamos a um dia do Dia dos Namorados e na tentativa de não vos trazer mais um post como os seguintes - what to wear on valentines, gifts for her & for him, how to make cake for valentines, what, when, who, how, what so ever...! - resolvi trazer-vos um post romântico sim, mas ligeiramente diferente daquilo que a Internet vos tem oferecido nestes últimos dias.


Haverá algo mais irresistível que transformarem as vossas fotografias em verdadeiras obras vintage-retro-romance? Para mim, não. Venham daí perceber o processo, passo a passo.





ALGUMAS NOTAS: A ferramenta HIGHLIGHTS (H) guarda os realces da vossa foto, ou seja as partes claras. Por outro lado, a ferramenta SHADOWS (S) guarda as sombras da vossa foto, ou sejas as partes escuras. A ideia é 1. regularem esses parâmetros e 2. só depois, na mesma barra de ferramentas do vsco selecionarem a cor do Highlight tint e Shadow tint, ajustando a intensidade das cores que escolheram, sempre, sempre! Nunca deixem no máximo, a menos que queiram mesmo exagerar a cor.

Para que não restem dúvidas, aqui fica uma tabela exemplificativa dos ícones que devem usar.


E, por fim, este é o meu resultado final! Espero que tenham percebido o processo. Caso tenha ficado alguma dúvida ou curiosidade, comentem abaixo que eu respondo diretamente na caixa de comentários. Obrigada! & have some fun on Valentines, with your lover or with a pizza, everything's valid.

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