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A T E N D I M E N T O O  P E D I D O O  L U G A R O  P R E Ç O

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Normalmente, quem me influencia com os seus - bons - gostos musicais é o Diogo. É certamente uma das pessoas mais musicais que tenho o prazer de conhecer.  Recentemente, incentivou-me a ouvir  Alt-J  e estou rendida. B R E E Z E B L O C K S é uma d…
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Há muito que tinha um "sonho" - materialista, reconheço - de ter um iPhone. O que é contraditório, visto que não sou o tipo de pessoa que liga a x artigo por ser da marca y. Não sou, é um facto. E quem me conhece de ginja sabe-o. Eu apaixono-me pel…
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movietip
Eu e o Diogo temos uma rotina que levamos muito à séria. Sempre que vamos para Lisboa ou regressamos, é obrigatório que haja um filme a riscar da nossa Watchlist do Imdb. Desta vez, foi o The Help , ou como lhe chamam em português (mais do Brasil):…

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Confesso que andei um bocadinho silenciosa em relação a isto, enquanto acontecia. Fi-lo porque gosto do elemento surpresa. Principalmente quando as coisas me são mesmo muito especiais. Saibam daquilo que foi revelado AQUI, hoje no Brisa Passageira.

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Tenho dias. Tenho dias em que penso, para mim baixinho: E se eu não estivesse neste curso? E se hoje eu não tivesse que pegar nesta catrafulhada de livros e devorá-los até me deitar? E se. E se eu não fosse quem sou. Tão apologista do sacrifício pelo ganho. Posso pensar. E às vezes recoloco-me noutras vidas, noutras pessoas. Penso em mim fora deste casulo que a minha vida - que é boa no seu todo - me coloca por vezes. 

No dia seguinte, já passou. Toda a catrafulhada serviu para alguma coisa e eu já posso respirar. Se vale a pena, faz sentido. Faço sentido em ser assim e em ter este estilo de vida. Se não fizesse, ou se um dia não fizer, tenho o poder de fazer tudo por mim, pela minha felicidade. 

Pousar o livro é o simples passo para obedecer a isso, na maioria das vezes. E pousei. Hoje sou só eu, James Bay e um chá quente.

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Como é possível que tenha passado 19 anos da minha vida sem um sonho deste tipo? Nunca tinha sequer pensado nisto. PARIS. Paris é o meu destino de sonho. É o clichê que eu quero para mim.

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A verdade é que já tinha visto imensas recomendações acerca do novo departamento de maquilhagem da H&M, aqui pela blogo. Em jeito de cusca, fui ao Chiado logo no início da bisbilhotice que por cá andava e encantei-me com o que lá vi. Ainda assim, fiquei de pé atrás (principalmente com os preços, dado que não conhecia a qualidade dos produtos) e, na altura, nem experimentei nada na loja. 

Numa segunda ida, mais recentemente, tinha grandes objetivos para os testers: corretor de olheiras, pó compacto, sombras e batons em tons nude.



Depois de uma varridela pela loja, trouxe comigo estes dois (agora) essenciais:



Nunca tinha usado um corretor de olheiras na minha vida, acreditam? NUNCA. Achava que não precisava, que eram produtos a mais para a rotina - que tem que ser sempre a mais rápida, de manhã - ou que era produto a mais para a minha pele e que tapava aquilo que tem que haver: a imperfeição.


1. COVER-UP CONCEALER
(vanilla shade)

Fui moralista até conhecer ESTE corretor, da H&M. Amor à primeira vista é isto, miúdas! Quem está comigo? Por cerca de seis euros, pareço menos zombie de manhã. Não estou por dentro dos preços dos corretores, mas tenho quase a certeza que não deve ser um assalto em comparação com outros produtos de marcas bem mais reconhecidas. 

O Vanilla não só me apaga as noites de pouco sono, como me ilumina o rosto. Já o tornei o passo principal da minha maquilhagem! E aconselho mesmo a experimentarem, caso comecem a sofrer do síndroma Faculdade.


2. IN BETWEEN DAYS DRY SHAMPOO

Este já conhecia. Mas nunca tinha experimentado um da H&M, muito menos tinha encontrado um em formato travel size. Adoro estas coisas que podemos levar na mala, para situações de emergência. 

ESTE é ótimo para a tarefa simples que executa: deixa o meu cabelo bem mais volumoso e prolonga-me os dias de cabelo liso, que eu tanto adoro. Para quem ainda não conhece o conceito, de certeza que esta vai ser uma excelente surpresa. Custou-me cerca de quatro euros e, assim que acabe, sinto que o vou repôr com um igual, mas no tamanho normal. 

Não se assustem com a cor do produto (tentem massajar o couro cabeludo o quanto puderem para o efeito farinha desaparecer) nem com o facto de deixar o cabelo bem bem seco. É suposto! 


MAIS OPINIÕES...

Ainda não apostei nas sombras porque sei que não as vou usar tanto quanto me poderia convencer que sim e os batons ficaram um bocadito a desejar em relação à textura e ao preço. Não me convenceram!
Por fim, queria só deixar aqui um (grande grande) mini desejo consumista na minha wishlist. O pó compacto. Experimentei-o na loja e não o esqueci até hoje. Tem um efeito poderoso, acreditem em mim. Deixou-me sem palavras (e sem a testa a brilhar). 



(Espero que não tenha sido um post maçudo, daqueles que parece que vos estão a tentar impingir coisas só porque sim. Não. Eu quando faço estas publicações é porque sinto mesmo que estes milagres femininos têm que passar por mais mãos. Já usam algum dos que mencionei? Ou recomendam-me algum da mesma linha?)

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Considero-me uma pessoa feliz. No entanto, as pessoas felizes também têm dias menos bons. E momentos. Às vezes basta mesmo um momento para arruinar todo o estado de espírito que gostamos de alimentar em nós. E é nessas partes da minha vida que eu me esforço imenso para me animar. 

Tento sempre ser a minha salvadora e é por isso que hoje vos trago uma lista de coisas que costumo fazer quando estou de mau humor ou triste ou então as duas coisas.



1. Assistir a vlogs. Há algo de delicioso em conhecer as rotinas diárias de pessoas que não conhecemos. Sobretudo quando são interessantes.  MoreZoella e ItsJudysTime têm sido canais que acompanho regularmente e que aconselho a quem quiser sorrir no fim de um dia de trabalho.



2. Ouvir músicas que sei de cor. Sim, incluindo aquela recente do Justin Bieber.




3. Fazer uma compra. É terapêutico! E não precisa de ser coisa grande. Basta que introduza novidade no meu dia. Às vezes, uma caneta nova ou uma chiclete com um sabor diferente serve mesmo para alterar o meu mood.


4. Cheirinhos bons. Sou uma pessoa que se liga de forma intensa a aromas. E basta sentir o perfume da minha mãe numa camisola que ela me emprestou, para mudar a minha forma de pensar. De repente, vejo-me em casa no meu robe preferido, a assistir 24 Kitchen com ela e tudo fica tão mais claro.




5. Dar e receber beijinhos da minha Nonó. Aqueles sem contar, com barulho e risos por serem tão inesperados. São os melhores. Ela nem sabe o bem que me faz.



6. Dançar. Na maioria das vezes, com o meu squad imaginário e ao som de Beyoncé. 





 7. Usar um batom de destaque. Normalmente, opto por um batom hidratante, sem cor, que apenas cuide dos meus lábios durante o dia. Mas, por vezes, gosto de arriscar. E arriscar para mim é escolher um look bem discreto e rematá-lo com uns lábios numa cor vinho da Flormar que tenho adorado usar.




 8. Mimar a minha pele. Eu sou muito rigorosa com os cuidados que tenho comigo. Principalmente com a minha pele. Usar um esfoliante 2 vezes por semana e fazer uma máscara de 2-2 meses preenche-me as medidas. E, quando estou mais aborrecida, perder mais tempo a cobrir-me de toneladas de cremes sabe bem, simplesmente.



9. Pensar nas coisas boas. O que inclui pensar na brevidade das más coisas. Pensar que amanhã já não é problema ou pensar numa coisa muito boa que vai acontecer, nem que seja daqui a um mês, são algumas das estratégias que nos motivam a mudar de página.



10. Beber café. Sei que muitos de vocês veem o café como inimigo, mas eu cá tenho uma relação eterna com ele. É das minhas bebidas favoritas e, como não tem aquele efeito acelerador em mim, cai-me sempre tão bem. Acalma-me, sabiam? Por vezes, principalmente nas manhãs, as nossas cabeças estão muito confusas, a tentar assimilar o que vai acontecer durante o nosso dia e isso pode ser desgastante. A verdade é que o café me ajuda neste ponto. É tão delicioso que me obriga a parar para o saborear e chega a ser o principal motivo pelo qual eu encaro o dia de uma forma diferente. O mesmo talvez vos aconteça com um belo sumo de laranja natural ou um chá favorito.




11. Fotografar e editar. Algo de mágico acontece quando edito as fotos que mais gostei de tirar naquele dia. Dá-me uma satisfação enorme saber que pude congelar aquele momento com um simples click, na hora certa.

12. Passear na Baixa. Geralmente, só me apanham num metro quando vou para 2 sítios: casa ou Chiado. Não há nada que me inspire mais do que vir à Baixa. Não sei explicar porquê, mas sinto que cada ida é sempre diferente. É definitivamente a minha definição de Lisboa mais bonita.



13. Escrever no blog. Esta tenho a certeza que se vão identificar. Não há nada melhor que chegar a casa, depois de um dia longo, cheio de stress acumulado e stress do que ainda vem para fazer no dia seguinte, e optar por, simplesmente, falar. Partilhar com alguém aquilo que está a acontecer ou então não. Simplesmente criar uma nova mensagem. Deixa-me tão preenchida. Feliz comigo mesma. 


14. Comer massa. Quem me conhece minimamente bem já sabe desta! Devoro massa. De todos os tipos, formas e feitios. E isto inclui pratos com outro tipo de massas, como crepes, lasanhas e a lista continua, felizmente. Uma das minhas colegas de quarto, quando me vê mais cansada, até já me prepara uma combinação que sabe que não vou NUNCA recusar: massa com natas, milho, salsichas e cogumelos. Simples mas genial. 




 15. Assistir a Modern Family com o meu irmão. As gargalhadas mais genuínas são com ele, a ver esta série. 


16. Ser a Emma Watson, quando já sou a Sofia Vergara. Entusiasmei-me com os gifs. Só isso!




Hope you had a not-blue-day. If you had a bad one, remember that everything is going to be ok. It is not a clichê. Things come and go, as you are.

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Se nada tivesse mudado, provavelmente hoje não estarias aqui a ler este post, a ver o meu blog ou a usar o teu telemóvel para desejar um bom dia àquela pessoa especial. 
Pois é, a verdade é que às vezes nos esquecemos dos avanços do mundo. Esquecemo-nos que isto não foi sempre assim e, por tudo isso, acostumamo-nos ao assim. Faz parte do ser humano focar-se mais nas derrotas do que nas vitórias. 

O Voto é uma das taças que trouxemos para casa. Está na estante a ganhar pó há cerca de quatro décadas. Peguem nele e na vossa consciência e vão até às urnas, amanhã. Provavelmente, estarão a pensar o que muitas pessoas me disseram esta semana Nada vai mudar, São sempre os mesmos, Eu não ligo a política, Eu não conheço o programa de cada um. Mas digo-vos que nenhuma destas desculpas serve para tapar a falta de consideração e respeito pelo enorme privilégio que é viver em Portugal nos dias de hoje. 

Aqueles homens perderam noites de sono, muito provavelmente perderam carreiras, perderam estribeiras e com certeza que abdicaram de outros momentos fáceis e bons da vida porque lutaram por uma melhor. E não foi por ficarem no sofá a assistirem Netflix que isso aconteceu. 

Tenho um bom incentivo para vos dar. Para os que ainda não sabem em quem votar ou porquê, existe por aí uma aplicação chamada Eu Voto que resume os programas políticos no formato de "jogo", de uma forma mais interativa. Infeliz e estupidamente, ainda só existe para o Android, mas podem sempre visitar o site e assistir a um mini vídeo que elucida algumas coisas com o título Vou decidir por ti! Vais deixar?

Reconheço que ainda haja algum tabu em se expressar alguma opinião acerca de questões políticas, porque tudo é uma bola de interesses e, quem defende quem, tem sempre um na mão. Mas a blogo é um espaço livre, reconheço-a assim e, por isso, quero mesmo ouvir algumas das vossas opiniões em relação a isto. 

Apostam em continuidade ou em novidade para a governação do país?

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