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Este foi um Setembro especial. Quase que dividido em dois Setembros. Em duas Inês. Por isso, merece um post diferente.  Passem por 30 dias da minha vida, todos eles os futuros causadores do que aí vem. Ora vejam:  I O Setembro do restinho de férias…

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movietip
B R E A K F A S T at Tiffany's Para se ver a uma sexta-feira à noite, com as amigas e um balde de pipocas. Tem tudo o que uma mulher precisa para se rir às gargalhadas. Rir da forma como pensamos, agimos e reagimos. Tem o (pouco) glamour dos acorda…

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Depois da semana dedicada exclusivamente à cadeira optativa, regressei a Lisboa para a primeira semana oficial do meu semestre. Começou cheia de dias impossíveis a acordar antes das 7 da manhã. Tive alguns furos próprios deste início porque as prát…

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mommyknowsbest
"Minha querida Mamã,  Deves estar a questionar-te do que estará nesta carta e, uns segundos depois, do que estará por baixo dessas pétalas perfumadas que te deixei. Espero que te sintas estupenda. Que estejas realmente surpresa pela surpresa. Prova…

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As a child I never heard one woman say to me, “I love my body.” Not my mother, my elder sister, my best friend. No one woman has ever said, “I am so proud of my body.” So I make sure to say it to Mia, because a positive physical outlook has to start at an early age. 



Kate Winslet, speaking about her daughter. 

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3 coisas que eu aprendi sobre isto: não são infalíveis, são muito pessoais e vão mudando constantemente ao longo da nossa vida académica.



1. Arranja o mood certo. Aquela playlist que adoras, o snack que deixas sempre por atacar, o caderno novinho em folha, as canetas que fazem a tua letra mais bonita. Coleciona coisas na tua hora de estudo que te façam sentir a motivação a correr-te pelas veias.

2. O companheiro de estudo perfeito. Achavas que só existiam almas gémeas no amor? Desengana-te. Cada um de nós tem por aí o parceiro perfeito de estudo. Aquele que vai dizer: Vá lá, só mais desta vez, para percebermos isto à séria. ou então Queres café? Sai uma rodada dupla para a mesa 6. Ter um colega - para os ainda mais sortudos, um amigo - que partilhe bons objetivos convosco é dádiva, disso vos garanto. Lembram-se da historinha das más companhias dizerem quem somos? E porque não a bela história das ótimas companhias fazerem o nosso estudo? Teorias dizem que comemos muito mais quando estamos em grupo, pelo conforto, talvez. Com o estudo, acontece o mesmo: o conforto de termos alguém a passar pelo mesmo desespero, a estar lá para as pausas e pelas gargalhadas ou até simplesmente pela partilha de conhecimentos, pela compreensão. Arranjem um mate, vá lá!

3. Nunca (mas nunca mesmo) subestimes o poder de uma boa imagem. Ok, acabaram de ler mil páginas sobre os ossos da cabeça. E agora? O que eram mesmo os cornetos? (meddies vão perceber) 
Somos humanos. Fomos criados para ver, sentir, cheirar, saborear. É claro que o conhecimento vai estar sempre de mãos dadas com a memória desses sentidos. E é importantíssimo pensarmos mais em estudar assim. A teoria importa sim, mas e o exemplo dela? E a coisa real da coisa? Vão ao youtube, despejem para lá o tema desejado e voilà. Mal ou bem - há que depois saber filtrar a boa informação - vão ficar com a matéria retida de forma corrida, movimentada, ouvida. E isso, acreditem, que faz toda a diferença quando têm professores a perguntar-vos coisas diretamente. É aí que vão dar graças a esses minutos de pura visualização.

4. Escrevam. Escrevam. Escrevam. Para quem não gosta de fazer resumos, como eu, façam esquemas. Desenhem! Usem a escrita para ensinarem o vosso cérebro a pensar nas palavras que lá estavam. Cada volta com a ponta da caneta vale a pena. Quanto aos esquemas, optem por, depois de lerem tudo sobre um determinado assunto, jogar com palavras-chave e mensagens a reter e juntem tudo isso com setinhas e caixotas. Não exagerem na quantidade de cores. Quando se quiserem servir da vossa memória visual, vai estar tudo uma salganhada. Optem por fazer uma coisa toda a uma cor e, só depois sobressaírem algo com um marcador ou algo do género. 

5. Relaxem. Se queres fazer alguma coisa de jeito nessas 4 horas de estudo que te impuseste, um intervalo entre elas é mandatório. E não vale passar o intervalo a pensar que matéria vais atacar a seguir - o que é tentador em época de exames, confessem-se - Não! Vais sair da tua área de estudo que está claramente contaminada de pouca paciência e ... vais ver o Sol. Ou melhor, se estiver a chover, vais ver a chuva! E fazes um chá. E fazes-te um favor.

6. O respeito sagrado pela hora do João Pestana. Ainda hoje não entendo como o meu irmão consegue fazer diretas a estudar. Eu nunca fui esse tipo de aluna e acho os efeitos de uma direta brutalescos no dia seguinte. Não consigo e recuso-me a fazê-las (a não ser que um dia tenha uma crise de esquecimento de entrega de trabalho e o faça em situação de pânico). Respeitem o vosso corpo, que ele vai fazer o mesmo! É este o mote. Sejam 7, 8 ou até 9h de descanso que precisam para se sentirem fabulous. Façam-nas. Não há exame nenhum que mereça o porem em risco a vossa saúde mental e física, acreditem. Lembrem-se de quem é a personagem principal desta história: vocês.




E, por fim, queria aproveitar para relembrar que, tal como disse, os métodos de estudo são sempre muito pessoais. Ainda que eu leia as coisas parecidas com a colega da mesa do lado, eu com certeza estarei a pensar de uma forma diferente nelas. Daí a importância de estabelecerem as vossas próprias metas, tais como: tempo de estudo, o que vão estudar, com quem e onde vão fazê-lo. 

Espero que tenha sido útil ao responder a um dos mais requisitados temas aqui para o blog por vocês e partilhem também estratégias vossas que possam revolucionar as nossas vidas académicas! 

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As minhas colegas, nascidas e vividas em Lisboa, já me tinham falado muito no FRANKIE. Com a faculdade às costas durante o ano inteiro, fomos adiando esta nossa visita. 

Segunda-feira, dia de regresso à cidade, foi o dia!



O atendimento. Fomos almoçar por volta das 14h30, o sítio estava cheio mas fomos atendidas rapidamente. Simpáticos e rápidos! É assim que tem que ser. Uma pessoa com fome não quer esperar demasiado, não é verdade?

O pedido. No menu, atentou-me o belo do Tuga. Pela imagem, que fazia qualquer um salivar, e pelo nome bem portuguesinho. O Tuga é um dos pratos mais acessíveis e tem ingredientes que foram para mim uma escolha segura. Eu sou muito assim. Quando vou a sítios novos, gosto de apostar na coisa mais dentro da minha zona de conforto e, depois, se gostar, numa próxima vez, parto para coisas bem mais arrojadas. 

Aproveito para dizer que existem opções mais saudáveis (para quem está nessa onda) e também vegetarianas. A Ana optou por uma salada (se a pedirem como prato principal é para esquecer, porque é minúscula) e a Lips é toda veggie e, por isso, pediu mesmo o cachorro Veggie. Vem com beringela, cogumelos e montes de coisas bem mais saudáveis que o meu ovo estrelado no topo do cachorro. 

Já eu, fiquei mesmo muito impressionada pelo Tuga. É saboroso, docinho, incrível! Se repararem na imagem, pedimos também umas batatinhas (chegam perfeitamente para duas pessoas) que vêm embanhadas em coentros e acompanhadas por 2 tipos de molhos: um molho de salsa e outro de açafrão (não fiquei nada fã deste último, confesso).

Como sobremesa, escolhemos ainda cheesecake, é a especialidade da casa: um de maracujá e um de oreo.

O lugar. Bonito e arejado. É quase como se fossem para o vosso jardim comer uma coisa prática de se comer. Por falar nisso, há todo um estratagema para se comer este cachorro. Vocês vão perceber. (Peçam guardanapos!)

O preço. Para ser sincera, não me custou muito dar cerca de 6 euros só pela minha refeição (cachorro, bebida e ainda as batatas). Acho que foi completa, rica e a limonada que bebi estava ótima! Sem dúvida que valeu toda a pena. E, olhando para a tabela de preços, não a achei algo fora de outro mundo. É o preço normal de uma especialidade inovadora em Lisboa: o cachorro urbano.


(8/10)

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Aprendi a fazer isto com um blog que muito admiro (este) e hoje partilho convosco a minha lista de coisas que correram bem e que foram feitas, ao invés de me lamentar daquelas que ficaram por acontecer ou então aconteceram mal. 

Em homenagem a um primeiro dia de aulas que não podia ter sido mais lisboeta, fiquem com as coisas que me fizeram sorrir:



Fiz a minha maquilhagem em 5 minutos
Apanhei o autocarro a tempo
Cheguei a horas à minha primeira aula
Consegui ser atendida na Secretaria da Faculdade
Fui (finalmente) ao FRANKIE, da Wishlist
Fiz umas mini compras cá para casa
Não errei completamente ao decidir calçar aquelas botas
Matei saudades das minhas meddies
Descobri que adoro a minha pseudo assistente de Anatomia deste semestre
Descobri que afinal é possível adormecer-se numa aula
Descobri que não é possível acordar sem cafeína em modo regresso às aulas
Escrevi no blog

Sobrevivi a uma segunda-feira.



E vocês? Que coisas boas colocariam na vossa lista de hoje?

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Ao ler algumas das retrospetivas dos anos de caloiras de algumas bloggers, penso imediatamente que aquela não fui eu. Eu sei, cada percurso académico é diferente e ainda bem que o é, mas os passos padrão não me aconteceram. Eu sempre fui aquela pessoa que, ao passar pela mesma experiência, tinha comportamentos e reações diferentes. Sempre. 

É claro que antes de entrar na faculdade, eu me imaginava a ir à praxe, a detestá-la se fosse preciso até, mas a ir às sessões; a fazer noitadas de estudo até cair para o lado; a adorar estar numa casa diferente, numa cidade diferente. Mas as coisas não foram bem assim. 

No dia das matrículas, tudo começou já de forma diferente. 

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Responder à questão Qual é a tua refeição sagrada do dia? sempre foi bastante fácil para mim. O pequeno-almoço. O meu pequeno-almoço que tende até a ser bastante grande. Faço-o para ser sempre o mais completo e variado possível. E faço-o para duraaaaaaar. O tempo que eu quiser. As manhãs são minhas. Sou só eu e a poesia que há em ter o meu café bem doce por perto. 

Deixo-vos aqui com algumas sugestões para também começarem os vossos dias da melhor forma.



1. Mousse de Abacate 
(com topping de morangos, framboesas e acompanhado por sementes de goji)


1 Abacate relativamente maduro e 2 pacotes de natas, açúcar (ups) e um limão para adiar a oxidação, tudo batido em conjunto. Nada que saber!


2. Pão torrado com manteiga e doce de morango juntinhos 
(acompanhado de uma bela cevada)



3. Batido de Banana e Aveia
(com extra aveia no topo, embelezado por umas gotinhas de maracujá e algumas framboesas) 


Este é da minha autoria. É misturar: banana (aproveitei as que estavam a amadurecer cá por casa), uma boa dose de aveia para dar consistência à coisa, um iogurte de morango da mimosa (porque são os meus preferidos) para contrastar com o sabor da banana. Adicionei leite de soja (experimentei pela primeira vez e que boa experiência!) à mistura e triturei tudo com a varinha mágica. Adicionem ainda umas gotinhas de limão, já sabem porquê.


R E C E I T A   E X T R A :


4. Panqueca feita de 2 ovos e 1 banana 
(com topping de frutos vermelhos)


Esta descobri hoje mesmo! Bati tudo com a varinha mágica e 'fritei' a mistura numa frigideira. Raramente uso óleo nos meus pratos, substituo-o sempre pela manteiga líquida da Vaqueiro. É uma boa maneira de fugirmos ao óleo! Estou ainda para experimentar o óleo de côco, que sei que ainda é mais benéfico, mas ainda não o vi à venda.


Aproveito para vos dar esta nota final: Eu sou muito má com a explicação de doses. A minha forma de trabalhar na cozinha é o tudo a olho! Tento trabalhar com proporções minhas, que me parecem funcionar, e quando não funcionam adiciono mais isto ou aquilo. Acho que somos todos assim quando queremos dar passos de bebé na cozinha. Por isso, aqui no blog nunca me vão ouvir falar de quantidades ou talvez, quem sabe, a vertente Masterchef  surgirá em mim.

Digam-me se acharam este post útil, de alguma forma. Não sou especialista em nada do que aqui foi dito, mas confesso que cada vez tenho gostado mais das fotos que tiro a comida e, também por isso, resolvi partilhá-las aqui, junto com as instruções. Bon Appétit 

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Por a Mamã saber sempre o que fazer certo no momento certo, é que o Projeto Prenda Mamã é sempre uma das coisas mais difíceis do meu Setembro. Sim, a Mamã faz anos dia 22! E eu preciso de fazê-la sentir-se incrível, mesmo sabendo que não irei poder estar com ela nesse dia que lhe é sempre tão querido.

Todos os anos penso nisto demasiado tarde e quase nunca lhe ofereço o que tinha em mente. Este ano, estou a fazê-lo de forma diferente! E, por isso, quero aproveitar a próxima semana em Lisboa, para me inspirar com a coisa. Quero mesmo que ela se sinta do jeito que é: especial.

A festa surpresa que tanto quer vai ter que ser adiada visto que a faculdade se mete sempre à frente destas datas importantes para os meus, mas entretanto vou pensando numa forma de a surpreender, sem estar ao pé dela.

Sugestões de prenda para uma pessoa que já declara ter tudo?

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Neste regresso às aulas, quero fazer certas coisas de uma forma diferente. Como por exemplo, começar por pôr mais felicidade em coisas que parecem chatas e rotineiras. E vou começar por fazê-lo encontrando uma decoração em todo o material escolar para este ano. Porque não decorarmos o nosso trabalho também? No fim do dia, tenho a certeza que a produtividade vai ser outra.

Vejam algumas das minhas escolhas para fazer deste regresso o mais suportável e inspirador possível!



(Da loja Tiger, não encontrei o produto em exposição no site, mas penso que me custou cerca de 4€)

Vocês não fazem ideia do quanto o meu primeiro ano de faculdade implorou por uma coisa destas! Eu sou uma grande adepta das folhas brancas. Oh, se sou! A liberdade de não haver margem é essencial para mim e, quando as uso para apontamentos, ao invés dos cadernos habituais, sinto que até a letra me corre melhor. Adoro, adoro e adoro! E para aqueles dias em que só um caderno não chega para as mil e uma temáticas diferentes que abordei naquele dia, este item é essencial.

Conselho rápido para a faculdade: Esqueçam os 5 cadernos que tinham para cada disciplina, no secundário. Vos garanto que não vão chegar ao fim deles. O ideal é termos folhas brancas sempre à mão para apontamentos das teóricas e um ou dois cadernos para as práticas, acreditem.


Cadernos Marble da Tiger / Mochila da Primark (12€)

Este padrão mármore está na minha cabeça desde que o comecei a ver em coisas que não só no chão e nas mesas. Pois bem, adoro-o! Estou obcecada com ele e quero-o em todo o lado: na capa do meu telemóvel, no walpapper do pc,  nos meus cadernos e até nas minhas unhas. Sim, o vício instalou-se. Digam nos comentários se também têm lidado com esta coisa do marble tão bem como eu. 

Lembram-se do meu September Inspiration Board? Eu disse que queria uma mochila que não parecesse mochila. E esta mochila não mochila da primark veio mesmo diretamente ter com os meus olhos, mal entrei na secção ... dos homens! É verdade. Isto é demasiado bom para ficar só para eles. Miúdos, podemos correr o risco de ser twinsies but I really don't care. She chose me.


E vocês? Que coisas querem que mudem mesmo neste ano letivo em vocês e nas vossas rotinas?

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1. Beauty Blender, versão Primark



Andava eu com desejos de uma Beauty Blender (BB) da Sephora ... até que vi o preço dela. 17,55€. Olhei para o tamanho da BB e pensei: no way! Tinha ouvido falar tão mas tão bem dela, que resolvi não desistir de experimentar, pelo menos uma coisa parecida.

Eis que surge esta pseudo-BB da Primark, com o modesto custo de 1.50€ e porque não dar-lhe uma hipótese? Trabalho com ela como se fosse mesmo uma BB e então começo por aplicar umas gotinhas de base apenas nas zonas do rosto que acho que preciso mesmo. Depois disso, passo a BB por água, para que fique apenas húmida de maneira a não me roubar demasiado produto. E finalmente, divirto-me a dar pancadinhas no rosto e a contornar, especialmente, as zonas profundas, como à volta do nariz, com aquele vértice pontiagudo da BB. 

Eu nunca experimentei a BB a sério, mas penso que esta não lhe deve ficar muito atrás. Afinal é só uma esponja, certo?  

O destaque vai para a facilidade com que preparo a cara, de manhã, sem dúvida! Com a BB, a tarefa fica bem mais simples e, sobretudo, mais interativa. 

Aproveito para vos informar que a KIKO também tem à venda uma espécie de BB, que custa cerca de 8 euros. Mais uma vez, não entendo estas variações de preço mas convido, a quem puder e quiser, a fazer as devidas comparações entre elas e os respetivos produtos.



2. Liquid Intense Eyeliner da KIKO, nº4



Este eyeliner. Oh. Meu. Deus. Este eyeliner! À prova de água. Com a ponta do pincel mais firme para um traçado sublime. 

Eu sempre usei o meu eyeliner desta gama mas parece que este veio substituir esse meu hábito, pelo aperfeiçoamento que houve em relação ao anterior. Estou a gostar mesmo muito de o usar! E agora para o Verão, ou para os dias em que chove no nosso eyeliner, é perfeita a característica de ser resistente à água.

O destaque vai para a pigmentação do mesmo e a facilidade de deslize devido à ponta resistente que apresenta. Por outro lado, o se não em ser waterproof passa pelo facto de nos fazer perder uns minutinhos a mais, no fim do dia, quando o queremos expulsar das nossas belas pálpebras. 

Mas...compensa, pela perfeição do cateye, am I right?

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Muitas das vezes, eu sinto que há um sentimento geral de impotência em relação a estas causas. Sabemos que as coisas existem, sabemos como é mau o bicho debaixo da cama, mas temos demasiado medo de espreitar por baixo dela. Eu percebo que estejamos demasiado ocupados com a vida que nos corre bem, ou então com a que não corre, para reagir a isto à séria. Para reagir à séria, provavelmente teríamos que deixar as nossas rotinas, as nossas famílias e partir para o sítio que mais precisa de tudo, que carece de compaixão e entreajuda, que necessita de alguém a cem por cento. E nem sempre temos esse mote de vida para nós. E eu percebo isto, até porque me incluo no grupo de pessoas que quer fazer muito pelo mundo, mas que não o chega a fazer, na verdade. Por falta de tudo o que enumerei. Porque cada um de nós, apesar de sentir piedade e de temer que um dia nos aconteça o mesmo, tem sempre prioridades que não incluem fazer tudo por tudo pelo outro. E, mais uma vez, eu percebo.

Ainda assim, defendo que podemos sempre ser parte da solução. Podemos participar, nem que seja com o intuito de dormirmos com a consciência limpa de remorsos, dos "se's" que nunca chegamos a concretizar. Estes dias informei-me sobre como deveria ajudar esta causa, porque há coisas que não se devem deixar passar ao lado, porque imaginar esta pobre realidade para mim e para os meus é algo que me custa a engolir. E porque sim! Porque devemos fazer o máximo (ou os mínimos) quando podemos. 

Por tudo isto, eu e a minha família, decidimos contribuir para esta causa, cada vez mais urgente de tão avassaladora que se tem vindo a tornar, com um simples donativo à UNICEF, em nome de todos os refugiados que hoje vão passar mais uma noite ao relento, muitos deles sem saberem o que será do amanhã. 

Nós fizemos a nossa mínima parte. E vocês?

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