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Agosto. Em comparação com Julho, um mês muito mais calmo. Foram dias por casa, por Famalicão e, consequentemente, dias de gordices: invenções na minha cozinha e umas espreitadelas noutras. Os dias por casa dos meus belos e serenos avós dão-me sempr…

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"And when you give sick-care to culture and call it HEALTHCARE , you end up with a sick society with unsustainable costs and poor results." por Dr. Patrick Gentempo  Não podia concordar mais com esta forte e necessária afirmação. O modelo das práti…
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A minha cidade é pequenina, mas cativa. Pela arquitetura, pelas pessoas e pelos cantos que de estarem tão escondidos e pouco falados, quase que passam despercebidos. Hoje, venho aqui falar de um desses cantinhos. Situado bem perto de um bom ponto d…
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Recentemente, juntei-me à comunidade Apple. Era uma coisa que eu tinha em mente há muito, mas nunca imaginei que um dia alguém mo viria a oferecer, daí nunca o ter incluído nas minhas wishlists. Mas, parece que alguém andou atento aos meus suspiros quando alguma imagem dele aparecia e voilà. Tudo isto para dizer que estou grata por o ter, mas acreditem: sinto-me ainda mais incrivelmente sortuda por ter uma família que está sempre atenta a mim, que não deixa escapar as minhas vontades e que corre atrás de alguns mini sonhos meus, por muito que isso lhes exija anos de esforço e trabalho árduo. Por mim e para mim. Obrigada!






Eu ando nisto de obter a imagem perfeita há muito, acreditem em mim quando o digo! E acho que finalmente consegui juntar os ingredientes essenciais para que as fotos tenham a minha assinatura: quero sempre que traduzam alegria, tons quentes e umas pitadas de minimalismo.


APPS que vão querer usar: 

VSCOCam Uso-a sempre. É o meu Santo Graal. Dou o meu maior destaque para os filtros. São, sem espaço e tempo para dúvidas, os melhores. Não parecem filtros, entendem? Fazem as fotografias caseiras parecerem autênticas obras de arte. Dão-lhes mesmo um toque sofisticado e finalizado, como se tratasse de uma película de filme que paramos no tempo. 

Afterlight e Facetune Estas são duas apps...como hei-de dizer? São apps de Domingo! Ou seja, não são gratuitas para iOS, sendo que já as consegui apanhar nos meus tempos de Android. Confesso que o que mais me faz sentir falta deste sistema são mesmo estes miminhos gratuitos. 

O Afterlight é bom pelas molduras polaroid que tem e pelos efeitos vintage. Pessoalmente, adoro dar um toque antigo às minhas imagens, gosto que pareçam que foram arrancadas de um álbum esquecido no sótão. Uso-a sempre quando quero fazer a margem branca para as minhas fotos, porque me parece que não lhes retira tanta qualidade. Além disto, gosto de a utilizar para o ajuste do contraste e luminosidade. (0.99€ na App Store)

Por outro lado, o Facetune não é uma app que eu use todos os dias. É uma aplicação para dias difíceis. E com isto, vos digo: Chega de fotos rejeitadas porque temos uma espinha mesmo no meio da testa (you know the struggle, right?) Essa foto ficará perfeita com a ferramenta Suavizar do Facetune. Além disso, uso-a para dar um efeito limpo às minhas fotos. Por exemplo, às vezes temos uma foto bem gira, mas problema problemão: temos também uma parede super cheia de humidade ou qualquer outra coisa que nos estrague o fundo branco. Eis que chega a arma branqueadora de dentes (que eu nunca uso para tal efeito enganador) e voilà: temos um fundo unica e exclusivamente branco. (3.99€ na App Store)

Photogrid Excelente para fotos efeito espelho ou tudo o que requeira mais do que uma foto. E é gratuita assim como a VSCO.



Outras aplicações relacionadas com fotografia e vídeo que vos podem interessar são as seguintes:


8mm Esta é a famosa app que a Selena Gomez usa nos seus vídeos do instagram e que eu me fartei de querer saber o nome dela até descobrir! Dá um toque retro vintage aos 15seg de vídeo que o instagram nos deixa publicar.

Instashot porque é ótima para recortar vídeos, editá-los e colocá-los com margens para quem quer o vídeo todo no instagram.

RNI Films Soube desta app há bem pouco tempo e baixei-a assim que vi nesta conta de instagram @appsnerd que estava gratuita naquele dia. Tem uns filtros maravilhosos! Nada melhor que a VSCO, mas gostei.

InstaSquare Boa para as margens brancas e ótima para introduzirmos texto com fonts incríveis nas imagens. Tem uns 5 filtros que também me agradam bastante.


Mais apps que me resolvem muitos problemas do dia-a-dia:

Tubex Sabem aquela coisa chata de quererem ouvir uma música no youtube mas não poderem sair dessa janela para responderem a uma mensagem? O Tubex resolve.

Issuu Tem uma estante repleta de jornais e revistas, que podem consultar sempre que quiserem e... está categorizada por interesses: moda, desporto, design, etc. Esta app intriga-me pela forma como está atualizada. Sempre que a uso, sinto-me a ler uma espécie de revistas de candunga.

Bloglovin De certeza que conhecem esta! Adoro-a por ser mais prática do que a versão para o pc. Consigo estar a par dos vossos posts em qualquer lado.

Seven Outra app que me chegou às mãos recentemente. É simples de usar e fácil de entender: são 7 minutos com circuitos de exercícios com os quais todos estamos familiarizados. Gosto do facto de podermos escolher a voz do pt! Gosto de a usar no aquecimento dos meus mini treinos. Fi-lo esta semana e já não posso com as pernas. Obrigada, Sedentarismo.


Finalizo dizendo que optei por vos mostrar que aplicações uso no que toca a editar as minhas fotos, porque a verdade é que nunca tenho uma base fixa a partir da qual parto. Aplico sempre diferentes filtros e faço sempre ajustes personalizados porque cada foto é única e merece edições exclusivas. ´

Para quem quiser saber, tenho o iPhone 5S na cor Pink Gold e comprei esta capinha transparente há pouco porque ainda adoro muito o design dele. Ainda pensei em adquirir o iPhone 6 mas achei-o gigantesco na minha mão de menina da primária e demasiado fininho ... e o preço não ajudava muito, sejamos sinceros. Estou muito satisfeita com este miúdo pelo simples facto de ser muuuuito bonito e de me oferecer uma qualidade de fotografia que o meu samsung não me dava, de todo. 

Espero ter sido útil.

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Começo a achar que a minha veia criativa sobressai quando tenho fome. E hoje foi um daqueles dias em que me senti super inspirada e voltada para estas coisas. Trago-vos a minha interpretação de um prato muito simples que vi neste canal do Youtube, que vale mesmo a pena seguirem pela quantidade de receitas de microondas rápidas e fantásticas.




I N G R E D I E N T E S

2 ovos 
Sal
Paio
Leite (ou água)
Salsa
Pimento vermelho


Numa chávena que possa ir ao microondas, juntem todos os ingredientes e misturem-nos bem. Simples como isto! Não há muitos truques. Depois, é só levarem a chávena ao microondas por 1 minuto. Tirem-na  do microondas e percebam se a coisa parece comestível! Se não, ponham mais 30 segundos ou os que forem necessários até obterem alguma solidificação.

Na imagem, à esquerda podem ver a mistura antes de ir ao microondas e à direita vêm o resultado final: incrível como isto surgiu no meu microondas.



Decidi acompanhar esta omelete com uns bifinhos de peru. Um menu simples que completou o meu almoço. O meu irmão aprovou!

Bon appétit!

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Em nome do Dia Mundial da Fotografia, resolvi tirar algumas fotografias em jeito de autorretrato. Não sou uma expert no que toca a falar de mim mesma, mas conheço-me muito bem e falo comigo mesma, muitas vezes. Isn't it weird that we are constantly in an endless conversation with ourselves? 

Lets start!




1. Adoro cantar mas não sei nem uma única música de cor.
2. Amo a Beyoncé.
3. Quando falam sobre mim, as pessoas mais chegadas geralmente caracterizam-me como "boa conselheira", "ótima ouvinte", "compreensiva" e "generosa demais".
4. Tenho um vício: coçar na orelha. Faço-o desde que nasci, segundo a minha mãe.
5. O pior defeito que posso encontrar numa pessoa é a hipocrisia. Não sei lidar com ela.
6. Analiso demais as pessoas. Encontro-lhes defeitos/qualidades em instantes.
7. O conselho que mais me deram até hoje foi "Não penses tanto."
8. Raramente recebo conselhos. Sou mais a pessoa que os dá.
9. No 5º ano, eu e o Diogo podíamos ter ido para uma escola de música. Ainda hoje, a minha mãe acha que passámos ao lado de uma grande carreira.
10. O médico que me acompanhou no estágio leu o meu relatório e disse que não se ia esquecer do meu nome porque um dia ia ser uma escritora famosa. 
11. Sou muito má a geografia. Chamo-lhe a Síndrome do Bom Aluno, porque sempre dei valor demais a umas coisas e fui deixando coisas como esta para trás. 
12. O meu maior objetivo é sempre o sucesso. Li-o uma vez num horóscopo e concordo a cem por cento.
13. Sou tímida. E esta característica foi mesmo difícil de desenterrar. Só a descobri este ano.
14. Sofro do mal de pensar muito no que os outros pensam de mim.
15. Não bebo, nem fumo. Aliás, nunca peguei sequer num cigarro. Não por medo ou  falta de oportunidade. Apenas porque não.
16. Na primária, fui escolhida pela minha professora de música para vocalista de um tema chamado Lua. Foi a primeira vez que atuei em frente a uma multidão e nem me lembro se estive ou não nervosa.
17. Sou orgulhosa. A verdade é que também já fui mais.
18. Não perdoo facilmente.
19. Sou muito crítica em relação a tudo.
20. Tenho um irmão gémeo. (quando lhe pedi um facto sobre mim, a resposta mais simpática e imediata foi: paranóica)
21. Nunca gostei muito de Biologia.
22. Sempre fui muito boa a Inglês e a Português.
23. A pessoa que mais me faz rir é o Diogo (meu irmão gémeo). Principalmente quando imita isto, a partir de 0:47.
24. Sinto que o meu desejo de ser mãe é maior ao meu desejo de encontrar o amor da minha vida.
25. Nunca tive uma relação que durasse mais de 6 meses.


26. A minha refeição preferida é o pequeno-almoço.
27. Adoro a simplicidade de um bom frango de churrasco, sou louca por todos os tipos de massas - desde massas propriamente ditas a lasanhas e crepes - e sou fã de arroz de pato.
28. O meu número da sorte é o 4. 
29. Construo facilmente um tema de conversa.
30. Amo maquilhagem e perco muito tempo da minha vida a ver tutoriais no youtube, mesmo sabendo que não tenho aquelas carradas de produtos.
31. Desde que entrei em Medicina, que sinto o dever de me manter informada. Qualquer notícia referente ao tema saúde tem toda a minha atenção e tento cada vez mais formular opiniões próprias em relação a tudo o que vem a público.
32. Confesso-me muito curiosa. Adoro uma ou outra coscuvilhice (quem não?)
33. Tive alguns momentos na minha vida académica que me marcaram, pela negativa, em diferentes fases: no secundário, quando recebi o meu primeiro 13 e tive uma branca total numa apresentação oral a essa mesma disciplina; e mais tarde, na faculdade, o dia em que os meus pais me deixaram em Lisboa e o dia da minha primeira prova: o exame oral de Anatomia.
34. Estou numa fase da minha vida em que sinto que as pessoas me exigem um namorado. Consigo percebê-lo pela estranheza à minha simples resposta e não gosto dessa sensação.
35. Por vezes, sinto que me retraio a falar do meu curso com conhecidos. Prefiro fazê-lo apenas quando tenho algo a dizer importante sobre o assunto ou quando me perguntam diretamente alguma coisa relacionada com Medicina. Acho que o faço porque tenho algum receio que pensem que 'sou a maior' só porque estou onde estou.
36. Com cerca de 10 anos, comecei a escrever diários. Ainda os mantenho e rio-me , de vez em quando, sobretudo quando percebo a noção minimal que eu tinha do amor. A seguir aos diários, veio também uma tentativa de escrever um livro, com o título mais estúpido e vulgar de sempre: O Diário de uma Pré-Adolescente. Fiz dois volumes. Oh. Meu. Deus.
37. Dificilmente me esqueço de uma cara. Sou mesmo boa nisso!
38. É impensável para mim, um dia, fazer alpinismo, paraquedismo ou qualquer coisa que me dê mais do que 0% de risco de morrer. Sou muito pouco aventureira neste tipo de coisas, confesso.
39. Não sou religiosa. Mas acredito nas pessoas que partiram e uso essa força de pensamento nelas em vez de a depositar num Deus-Todo-Poderoso que nunca pude conhecer. Tinha 17 anos quando fui a uma missa por vontade própria com o Diogo e saímos de lá com a noção de que só voltaríamos quando a vida assim o quisesse. E, por isso, contam-se pelos nossos dedos as vezes que lá pusemos os pés.
40. Os meus amigos são os amigos do Diogo e vice-versa. Temos poucos, mas valiosos. Conhecidos, já somamos alguns. Geralmente, as pessoas simpatizam connosco.
41. Comecei a vincar a minha personalidade desde que os meus pais se lembram de mim. Acho que me comecei a conhecer melhor a partir do 12º ano, quando eu e o Diogo nos dividimos em turmas diferentes. Já não eram os gémeos. Era só eu.
42. A ideia de ser 'mais uma pessoa', 'comum' preocupa-me sempre. Tenho o constante pensamento de que quero fazer alguma coisa de diferente, nem que seja por uma pessoa que conheci há minutos. Quero-lhe mostrar que não sou uma rapariga-padrão. 
43. Ganhei um prémio de aluna de mérito duas vezes. Mas isto diz muito pouco sobre mim, acreditem.
44. A minha série de eleição da Disney, quando era mais nova, era a That's So R A V E N. Ainda hoje sei a maior parte do genérico.
45. Adoro câmaras. Desde pequenina que mal as vejo viro logo Diva do momento, diz a minha mãe. Daí ser apaixonada por fotografia e tudo o que lhe diz respeito.
46. Sei que o meu pai fica orgulhoso à séria de mim, quando me diz '"Tu realmente és um espetáculo" vezes sem conta.
47. Hoje, sinto-me satisfeita com o meu corpo. Nunca completamente (you know the struggle, girls) mas sinto que estou mais tolerante no que toca a aceitar-me como sou.
48. Coro com facilidade e detesto - mas detesto taaaanto - este facto.
49. Sou uma problem solver, por natureza. Há problemas? Eu vou ser sempre aquela a estar na fila da frente, para falar com as pessoas calmamente e fazer com que entendam o quão irrelevante é o motivo de cada uma para a zanga. Sou também, muitas vezes, a cola que as junta de novo. Tenho uma parte de mim curativa, se é que o posso dizer, que me faz conseguir clarificar mentes.
50. Sou uma insatisfeita eterna. Nunca irei estar acomodada a algo ou a alguém. Exijo muito de mim, daquilo que faço e como o faço e penso constantemente em evoluir: em fazer mais, em ser mais. E, por vezes, encontro-me a fazer o mesmo com outros que não querem ser assim, que estão bem da forma como estão. 



No início, pensei que não ia sair da 5a pergunta.. Mas eis que surgem os 50 factos. Sentimentos de tédio por esses lados são completamente compreensíveis. Espero que tenham gostado, minimamente , desta minha confidência. Senti-me muito bem a descodificar-me assim, é libertador. Incentivo-vos a fazerem o mesmo, nem que não queiram que seja partilhado. 

Aos que leram até ao fim, obrigada pelo interesse, sincero, espero.

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É Verão. As minhas novelas já deram todas. Estou mesmo a acabar a quarta temporada de Suits à conta de maratonas noturnas doentias. O Sol veio dizer um oi e parece-me que vai ficar pelo Agosto (rezemos). Ora, tudo isto dá-me: 

a) vontade de ir lá para fora fotografar coisas bonitas aqui para o She
b) vontade de me pôr bonita e de repôr as horas de bronze
c) toneladas de minutos passados no Tumblr, Pinterest e Instagram, onde me deixo inspirar completamente! faço prints de fotos que quero compôr, comidas que quero muito recriar e ainda anoto, em momentos rápidos e valiosos de mega inspiração, ideias para abordar no blog! 
d) fome. 



Esta última não me entusiasma assim tanto. Porém, contudo, todavia é Verão! E comida da mamã é sempre benvinda enquanto por aqui ando, por issssso deixo-me de tretas e aproveito os gelados, batidos matinais fresquinhos e o meu pequeno-almoço predileto: uma chávena de cevada com 2 pacotes de açúcar (ups) e um pão torrado com um ovo estrelado no topo. Estou no céu. E por toda esta felicidade serena de Agosto, decidi compôr este quadro com coisas que quero incluir ainda neste pedacinho de Verão que todas temos! 

Notas para mim: Opta por mais tons térreos pela maquilhagem e pelo outfit; mais dias de camisas às riscas por favor Inês; mais tranças criativas; deixa lá os tutoriais de maquilhagem porque nunca vais poder apostar nesses produtos todos cá para casa nem no tempo necessário para as mil e uma sombras de cor aplicáveis; aposta em pequenos-almoços com mais fruta; bebe mais água (esta é-me difícil, confesso, mas eu estou a tentar!) e, por fim, aproveita os microsegundos. Está tudo a terminar e não tem que ser uma coisa menos boa. Daqui a menos de um mês, faz outro quadro inspirador para o início da vida académica e lembra-te que vai ser bom, vai ser ainda melhor, com certeza. Motiva-te e sorri! 

Incentivo-vos a fazerem o mesmo. Façam cada dia valer a pena, nem que seja através de pequenas metas como estas: simples mas enriquecedoras.

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Decidi fazer este post porque além de adorar, de uma ponta a outra, as roupas destas 4 mulheres, também adoro a vida que elas lhes dão. Sim, porque o estilo de cada uma de nós vai para além de uma peça de roupa. Eu descreveria-o como a perfeita conjugação entre o que vai cá dentro e o que queremos passar lá para fora. É a tradução do que não dizemos. É a personalidade apresentada em forma de diferentes texturas, cores e padrões. É o que faz de nós sermos nós muitas vezes, e tudo isso depende de estados de espírito, condições climatéricas e até varia consoante as coisas pelas quais nos inspiramos, seja por uma nova música ou até por uma nova paixão. Ora vejam as minhas seleções destas 4 fashionistas.



1. B E Y O N C É   K N O W L E S



Para os que cá andam há algum tempo, já não é novidade de que para mim a Bey é um exemplo a seguir, em muitos campos. E a moda não deixa de ser um deles. Beyoncé Giselle Knowles Carter não se fica por só um modelito e até arrisca bastante noutros estilos, a meu ver. A cor de cabelo é uma das  suas grandes variáveis e se repararem bem há sempre uma grande aposta de look focado nas pernas: longas e tonificadas. O meu maior destaque vai para o glamour.



2. A L E X A   C H U N G


A Alexa é uma recente fonte de inspiração minha, que nada tem a ver comigo fisicamente mas que, de certa forma, me cativa pelo seu bom gosto. Tem uns incríveis olhos azuis (verdes?) que com certeza simplificam a escolha de qualquer outfit no início do dia. Adoro que invista em looks descomplicados e fáceis de arranjarmos cá por casa (se não atendermos às marcas, como é óbvio). Alexa tem fortes opiniões fashionistas e sobre tudo um pouco da vida e por isso mesmo resolveu escrever um livro que reunisse tudo em forma de apontamento: o IT. Acho-a muito genuína e espontânea no seu jeito de se expressar. O meu maior destaque vai para a perfeição do cateye (vejam aqui um mini tutorial do tão famoso e simples cateye)


3. S E L E N A   G O M  E Z


A Selena tem o poder de combinar a sua aura juvenil com um toque sofisticado. A minha peça de eleição é, sem dúvida alguma, aquele vestido incrível num tom azul clássico. Acho que no dia em que o usou conseguiu sentir-se feminina e acima de tudo, confortável! E o conforto é a peça-chave que precisamos quando queremos sair de um registo mais casual para um que revele um lado diferente de nós mesmas. O meu destaque vai para a face. A maquilhagem da Selena é sempre  tão leve e simples que quase acreditamos que aquela é a sua pele natural e desmaquilhada.


4. V A N E S S A   H U D G E N S



A Vanessa é a rainha do famoso festival Coachella. Mas não reina só nessa semana, ela também tem um ótimo sentido fashionista e aposta quase sempre em peças que se completem, que formem um só ou um todo. Vê-mo-la regularmente com roupas sem padrões, que tentam ser o mais simples possíveis para que possam depois ser adornadas pelos mais variados acessórios. O destaque vai  para a sua vantagem de ser um autêntico camaleão porque qualquer penteado lhe assenta como se tivesse nascido com ela.



Com que look se identificam mais? 1, 2, 3 ou 4?

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 Confesso que as vezes em que eu me sinto mais envergonhada é comigo mesma. E acontece quando penso na pessoa que já fui. Não me interpretem mal. Eu tenho orgulho em mim, sei que sempre fiz o melhor por mim e pelos que amo, mas nos entretantos também tenho a plena noção que nem toda a gente me vê/viu assim. E eu tenho vergonha pelos pedacinhos de mim que outros não conseguiram ver evoluir, entendem? Não sei se é vergonha, se é pena. Tenho pena que não percebam o meu caminho e que não tenham ficado para assistir às minhas maiores conquistas ou que nem as compreendam agora que me veem ao longe. Eu sei que é inevitável que deixemos pessoas, pensamentos e lugares para trás. Eu sei. Faz parte do crescimento. Mas continuo a ter pena pela parte que me toca. Porque, para essas pessoas, eu continuo a ser a mesma pessoa que um dia lhes disse adeus ou que as tratou daquela forma naquela determinada altura. E sou só isso. E por muito que eu evolua, que eu pense de forma diferente e que até já me tenha esquecido do motivo pelo qual nos afastamos, o olhar que partilhamos dirá sempre o mesmo: tu és o montão de defeitos que eu detetei em ti nos tempos em que te conheci, tu és e serás sempre isso para mim.

Eu penso muito nisto e a verdade é que me faz alguma confusão que as pessoas criem paredes com estas grandes roturas, que nos impeçam de ver o que de bom cada uma delas já fez e o quanto cada uma já se afastou da pessoa que foram. Por vezes, basta-me até abrir uma conversa com uma pessoa com a qual já não me relaciono, sem querer, e é daí que vem a vergonha que vos explicava há pouco, quando percebo que um dia eu escrevi daquela forma, com todos aqueles pontos de exclamação e emojis possíveis, entender que disse coisas da maneira errada, reconhecer imaturidade, falta de opinião e de moderação nas palavras que outrora foram mesmo minhas. Eu sei que a vida é mesmo assim e que o facto de eu reconhecer que já não sou mais a mesma de há uns anos atrás demonstra a evolução que, para quem está do outro lado, nunca vai existir. São estes factos que temos de aceitar e saber viver com eles quando existem pessoas que nos relembram diariamente de quem somos e para onde queremos ir. Porque, sem elas, não haveria qualquer termo de comparação que nos levasse sequer a pensar nestas coisas.

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SUITS. O que dizer de uma série que fala por si? Bom, começo por dizer que estou completamente rendida. Não conhecia a série e comecei a vê-la há bem pouco tempo mas confesso que já caminho, a grande velocidade, para o fim da quarta temporada. O que esperar deste elenco? Esperem tudo. O bom, o mau, o impensável. Contem em apaixonar-se pela bondade e astúcia de  Mike Ross e fiquem a saber já que vão admirar a integridade de Harvey Specter bem como a lealdade de Donna.



O plano de fundo desta série é feito das mais diversas peripécias do mundo da advocacia, que na verdade acaba por ser sempre o fator de união entre as personagens. Sobre Direito? Não me vai interessar pensava eu, nos meus dias inocentes. Vão interessar-se, garanto-vos. 

Manhattan é o cenário principal das vidas destes advogados da firma Pearson Hardman - preparem-se para as mudanças deste nome - e oferece-nos paisagens incríveis da correria rotineira e monopolizante vida citadina. Uma das cenas mais fabulosas da série é a hora do bagel, que se torna habitual entre os dois advogados mais charmosos que vão ter a oportunidade de conhecer. Gosto tanto deste momento entre eles que até já incluí na wishlist o desejo de comer um bagel naquele mesmo sítio. 

Estou a desatar-me em elogios mas acreditem em mim quando digo que é caso para tal. Pelo quão bem trabalhadas estão estas personagens. Cada detalhe tratado sempre com uma qualidade incrível, sem ser esquecido. Pela banda sonora épica. Pelo Harvey. Tão pelo Harvey. Pela lealdade, porque é um valor mãe que gere a minha vida e que me faz ficar vulnerável quando dou pela falta dele. Pelo amor e pela grande dificuldade em geri-lo quando se atrapalha no meio de obrigações profissionais. Pelas referências: uma coisa que vão reparar, à medida que forem entrando no espírito da série, é que são ditas imensas inner jokes entre as personagens referentes a outros filmes e séries, nomeadamente a citações de filmes conhecidos e até referências a boas músicas. 

Introduções feitas, SUITS tem tudo para passar da 5a temporada e eu vou estar no meu sofá enrolada na minha mantinha, à espera de me surpreender tanto ou mais como aconteceu quando vi o primeiro episódio e principalmente quando cheguei à 4ª temporada. Sim, porque se disserem a alguém que acompanhe a série que ainda não estão aí, eles vão avisar-vos da 4ª temporada com aquele spoiler-bad-look de quando vos avisaram do episódio Red Wedding de Game of Thrones.

Para quem já está demasiado viciado na série quanto eu, o que acham?

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Por muito que o meu dia pareça longo e atarefado, tento sempre fazer das manhãs o meu momento. Em tempo de faculdade, tenho mais tendência para me esquecer destas pequenas coisas que importam mas agora que estou de férias, não me privo de um bom pequeno-almoço. 

Normalmente, faço umas belas torradas, barro-as com manteiga ou com doce (ou até com os dois, denuncio a minha gordice). Bebo uma bebida fresca. Um copo de água, um sumo de laranja ou uma limonada são as prediletas. Nunca ligo a televisão, prefiro não saber o que o mundo tem para me dizer naqueles minutos. Para mim, aquele tempo é sagrado e chega a parecer infinito (até olhar para o relógio). Gosto de embelezar a mesa. Quando acordo inspirada com uma imagem que vi no dia anterior, sou até bem capaz de tirar umas quantas fotos, das quais só uso uma para partilhar, como sempre. No fim, faço café. O melhor passo de todos, sem dúvida. Sabe ainda melhor no Inverno, quando ainda estou no meu pijama quentinho.

São estas rotinas que gosto de manter na minha vida. Eu sei que vou sempre ter dias atarefados e stressantes, mas quero lembrar-me da dose de serenidade que preciso e mereço ter  nestes minutos mimados que eu sei, por experiência, que têm o poder de mudar a forma como encaro o resto do dia. 

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Vi este filme ontem e hoje ao descrevê-lo, a pedido da minha mãe, fi-lo de uma maneira espontânea: Mamã, se eu alguma vez tivesse realizado um filme, O Grand Budapest Hotel seria esse filme. 



E não, eu não teria qualquer pontinha de hipótese em produzir toda a história por detrás deste maravilhoso filme. Mas uma coisa vos posso garantir: todas as imagens incríveis que vemos no Grand Budapest podiam tão ser captadas por mim, pela minha perspetiva vintage cor-de-rosa do mundo.  

Eu não vou nem desvendar um bocadinho do filme porque quero mesmo que o vejam, com o meu voto de confiança de que vai valer a pena. Pela fotografia; pelo desenrolar melodramático e cómico que mais nos surpreende; pelas personagens bem trabalhadas; pelos detalhes peculiares e bonitos que vamos descobrindo; pela graça delicada e inteligente e também pelo montão de críticas à sociedade e à própria História que vão sendo inseridas no filme, de uma forma subtil. 

Para finalizar, deixo-vos aqui uma citação de M.Gustave, a personagem incrível que vão poder conhecer tão bem quanto eu: "Rudeness is merely an expression of fear. People fear they won't get what they want. The most dreadful and unattractive person only needs to be loved, and they will open up like a flower."


(8/10)

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