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#1 Uma música Bon Iver - 8 (circle) | One To One "It was in Oct. 2016, in Berlin, during Michelberger Music. Between each show of the festival, we were kidnapping a person in the audience, which we were taking to a secret room where an artist was w…

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#1 Um falso documentário Where Is Thea? Confesso que a primeira vez que encontrei este vídeo pensei mesmo que se tratava de um pedido de ajuda real. (I know, silly me!) Mas a verdade é que esta espécie de documentário da vida real está mesmo próxim…

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#1 Uma série Genius É uma série do National Geographic e só isso diz muito. Mas a isso ainda se junta uma biografia incrível de Albert Einstein. Se querem entrar no século XX de uma forma realista, vejam esta série. Além de percebermos a vida de um…

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O meu jeito para a decoração está longe de ser perfeito e a minha ideia de viver num apartamento e ser o meu best independent self também. Mas, enquanto estas duas coisas não acontecem, acontece que eu gosto de viver no mundo da imaginação e nesse …

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#1 Um filme

Gattaca

Num presente cada vez mais cientificamente evoluído, pensa-se que os genes são a chave para um maior conhecimento do ser humano, das suas qualidades, mas também das suas fraquezas, as doenças que o reduzem. Mas serão os genes, de facto, merecedores de tal título? Poderemos nós apostar toda a nossa confiança na predictibilidade do nosso código genético? Pois bem, este é o filme que vos responde a estas duas questões. Vejam, nem que seja pela grande participação do Ethan Hawke, um dos queridinhos de Hollywood ("Before" movies, remember?)


#2 Um videoclip

Sandcastles, Beyoncé


Para muitos de vocês, esta música já não deve ser assim tão desconhecida, porém tenho a ligeira sensação que este foi um dos temas do álbum Lemonade que não foi assim tão comercializado, ao ponto de nunca o ter ouvido uma vez na rádio sequer. No outro dia, estava com a minha mãe no carro dela e voltei a ouvir esta música, do início ao fim. (p.s: quando for grande, quero ter um carro que só passe beyoncé, tal e qual o da minha mãe 😄)

A voz da Bey sempre foi algo especial para mim. É bastante serena, confiante e, sobretudo, terapêutica. A minha parte favorita das suas músicas é sempre aqueles 10 segundos antes da música começar em que ela nos descreve o que está a sentir, como se estivesse a ler o seu próprio diário, acho isto tão intimista e mentalmente poderoso para quem começa o dia a ouvi-la. Experimentem.

Quando uma miúda cheia de estilo e humor e um blogger amoroso se juntam, dá nisto. Confesso que me custou um pouco a entrar neste mundo dos podcasts, que na verdade tem sido muito explorado por youtubers e bloggers, na medida em que estende os conteúdos que têm para nos oferecer, numa outra plataforma, que não o texto ou o vídeo. Acho uma estratégia inteligente, que by the way está recentemente a ser usada pela bela Estée Lalonde. (ouçam aqui)

Mas, voltando a este podcast, ouçam-no. É português, fala sobre os drama dos 20, é divertido, é intimista, é tudo que se quer ouvir enquanto se vive a vida. Não se vão arrepender.

p.s: para quem não sabe, o blogger amoroso é o Fred, do blog We Blog You e a miúda cheia de estilo e humor é a Inês Afonso, a irmã da blogger Joana Afonso, do blog We Are Love Addicts.


#4 Uma série

New Girl


Se procuram uma comédia que resuma o vosso conflito emocional diário, esta é uma daquelas super recomendações. É difícil não me rir à gargalhada nos 20min de cada episódio e ela é uma ótima série por esse motivo: tem puro humor em tempo record. Perfeita para quem está agora a começar o semestre e não quer distrações de 1h (R.I.P Westworld).

Para quem conhece: quão incrível é o Schmidt? É a minha personagem favorita, é bom ao ponto de eu ter uma pasta no meu telemóvel dedicada às falas dele. 😝

(review Imdb)

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#1 Um stand up

Marc Maron: Too Real


Façam-me rir e eu vou querer ter-vos por perto eternamente. Não me importava nada de viver feliz para sempre com um humorista, deixem-me que vos diga.

(Not you, Maron. That would be strange 😄)


#2 Um youtuber

the nerdwritter


Este, a par com o canal TEDTalks, tem sido um dos meus canais preferidos de assistir no youtube. Saímos sempre de lá com a sensação de que aprendemos algo novo ou que arranjamos uma teoria para toda a nossa confusão existencial. Super recomendo que vejam este vídeo que nos fala de um fenómeno materialista, chamado de The Diderot Effect.

Acho que vão ficar finalmente a entender como é que acabamos com 5 t-shirts brancas e 5 pares de calças de ganga no armário ao fim de algum tempo e, sobretudo, como é que, mesmo assim não nos sentimos satisfeitos.


#3 Um hábito

O meu diário


Na semana passada, resolvi ressuscitar o meu velho hábito de escrever num diário. É tão bom estar finalmente a sair do digital e a deixar a minha mente deambular por entre umas folhas lisas, completamente lisas, num caderno confortável de se escrever e bonito de se olhar. Tenho-me sentido muito criativa ultimamente e eu acho genuinamente que posso atribuir toda a culpa desta criatividade a este novo espaço de partilha. É que aqui eu penso e registo. Às vezes, pode até nem ser um registo "muito intelectual", pode ser só uma palavra que gostei de ouvir ou um tipo de letra que me cativou mas tem muito peso no final da semana, quando releio tudo aquilo que fui escrevendo e quase que vejo um poema a formar-se diante de mim, como se estivesse a detetar um padrão naquilo que me chamou à atenção e dele surgem sempre ideias.

Sinto-me mais autêntica. As palavras são minhas, os pensamentos e a caligrafia também e isso sabe bem, sabem? Conforta a ideia que tenho daquilo que sinto todos os dias. É uma espécie de meditação. Experimentem.


#4 Um documentário Netflix

The Propaganda Game


Só a palavra "documentário" aborrece-vos? Bem, se são como eu, talvez o primeiro pensamento seja responder que sim, que mais vale assistir à série que faz rir do que me submeter a quase uma hora e meia de informação sobre o regime absolutista da Coreia do Norte. Mas eu quero mesmo chamar-vos à atenção para este. Acho que faz falta assistirmos a algo que está para além da nossa compreensão muitas vezes, por falta de factos, por falta de conhecimento. Esta é uma das reportagens sobre o tema que me fez ver as coisas de uma forma simples e mais esclarecida.

É triste - e até frustrante diria - conhecer a realidade do povo coreano, porém conhecê-la é ter consciência da sorte que é nascer no sítio onde nascemos.

Para quem se interessa pelo tema em questão, aconselho também a verem este vídeo, que relata um testemunho pessoal de uma pessoa que conseguiu fugir da Coreia.

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#1 Para os fãs de The Handmaid's Tale

um vídeo sobre o uso do foco superificial na série


#2 Uma aplicação

Follow the Art


uma aplicação onde podem ser informados acerca de todas as exposições/eventos de arte que ocorram na vossa cidade.


#3 Um álbum

Harry Styles


Tenho estado em loop contigo, Harry. Este álbum está mesmo muito bom, tão bom que custa a crer que ainda há pouco tempo esta era uma voz que se ouvia no meio de uma banda masculina com uma única direção. Harry e Zayn, well done kidos!


#4 Uma série

Friends From College


Eu confesso que tropecei nesta sugestão do Netflix porque, como sabem, todas as minhas séries estão neste momento estagnadas. #sadlife

Porém, quero agradecer-te Netflix por me teres espetado esta obra de arte humorística na cara. Eu juro que desacreditei um pouco na série ao início, parecia-me muito parada e com piada fácil, mas acreditem: a série é reconfortante e hilariante pa carai! Eu não tenho 40 anos mas imagino-me com essa idade e quase que prevejo uma crise de identidade que me vai levar de volta aos tempos da faculdade e esta série relata isso tão mas tão bem. Para os fãs de FRIENDS e The Hangover, esta série é para vocês. 💘

(p.s: adoro o Ethan.)

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"Às vezes andas mais perdida, mais perto da lua, mais longe da vida"

acho que este tem sido o meu motto destes dias. tenho andado muito dentro da minha cabeça, coisa que nunca sei ao certo se é bom mas nos entretantos torna-se aborrecido, não é verdade?

não sei, acho que a culpa do caso é mesmo do fim de westworld, sinto-me sempre meia confusa com os fins de séries (meaningless é exagerar muito, eu sei, mas é assim que fico) e vejo-me, de fora, a tentar encontrar o regresso à terra mãe. se a série parecia meia cowboyadona e chata ao ponto de eu quase ter adormecido até ouvir uns tiros de fundo, ela ficou bem interessante e profunda nos últimos episódios da primeira (e única!) temporada, poderei dizer até bem reveladora da nossa condição humana.


para colmatar a ausência das minhas séries favoritas, tenho visto muitos filmes fora do grande cinema, mais indie-alternativo e tenho retirado deles algumas perceções sobre luz e ângulos de foto que me têm inspirado no sentido em que estão a mudar a minha própria palete de cores fotográfica.

estas fotos que veem foram todas tiradas com a minha canon antiguinha que desfoca e que acrescenta o seu "grão" natural que é um mimo, fazendo com que as fotos pareçam estar sujeitas ao tempo e ao pó que atinge uma caixa de madeira que as guarda, esquecida debaixo de uma cama.

lembro-me que me estava a sentir muito concretizada neste dia pelo simples facto de ter encontrado este casaco vintage da minha avó com direito a um azul discreto e a uns flamingos que mais parecem guarda-chuvas.

eram umas sete da tarde e o sol alaranjado parecia iluminar toda a casa dos meus avós. como me senti bonita por dentro só de admirar aquela paisagem e de também eu me sentir iluminada pela luz que invadiu a cidade.

acho que foi ali, naquele momento, que me senti em casa. dizem que temos mais do que um sítio a que chamamos casa e por vezes esse sítio nem sequer corresponde à nossa própria casa física. e, por isso, acho que é justo dizer que a minha casa "não casa física" é a casa dos meus avós.

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september, hey you. 

Tenho ainda mais duas semanas de férias para gozar, mas não resisto a uma boa lista de "essenciais" para recarregar baterias - I mean, ganhar a boa da motivação - para acordar todos os dias à horinha do galo e regressar a casa ao pôr-do-sol. A vida de estudante aproxima-se e eu juro-vos que não poderia estar mais longe dela. Estas férias souberam mesmo a férias e não sei como vou "descongelar" deste modo relaxado.

A minha palete de cores desejada é esta e eu fi-la aqui.

Não é novidade que o vermelho é tendência para este Outono mas a verdade é que é uma cor que eu me tenho vindo a obrigar a usar há já muito tempo. Sabem aquela coisa que vocês sabem que vos assenta bem mas que raramente usam por ser território seguro? Essa é a minha relação com o vermelho. Vou apostar mais em ti porque até és todo romântico e sexy, dás um je ne sais quoi irresistível e realças a minha tez.

Pretendo usar-te com toda a ganga do meu armário e todo o dourado que eu possuir em jóias. Sinto que juntos seremos invencíveis.

A fabulosa Audrey Hepburn não poderia estar mais certa e eu devia mesmo pensar em colar esta citação na parede do meu quarto porque cada vez mais me certifico de que regressamos sempre àquilo que já fomos, mesmo que queiramos mudar muito, há uma série de núcleos que permanecem. É por isso que as antigas modas voltam e chamamos-lhes de vintage e de retro e até de retrovintage. Tudo o que já foi bom eventualmente voltará a sê-lo.

Não se têm apercebido do mar de fotografias analógicas que tem inundado a Internet? Continuamos a escolher o convencional e porquê? Porque é autêntico.

É no seguimento deste pensamento, que tenho vindo a reunir fundos para comprar a minha primeira câmara analógica (saibam tudo sobre a minha futura paixão aqui).

O que é que eu preciso mais para este Setembro?

Quero muita música boa e irei exigir tudo de ti, Spotify. Comecei hoje com esta da Jessie Ware, que está mesmo incrível, tanto musical como visualmente. É óbvio que me vou alimentar do regresso das minhas séries, séries novas também se aceitam para esta miúda que vai andar de comboio semana sim, semana sim.

E, claro, preciso de paciência. Vem aí uma avalanche de stress, bem sei. Mas nada que não se resolva com os meus chás, cafés matinais, passeios por Lisboa e, claro, os meus fins-de-semana calminhos. Fiquem por aí que também farão parte dos meus momentos criativos que sempre me ajudam a elevar o ego. 💘

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#1 Um álbum

Mimi / I will be okay


São 5 faixas originais da youtuber Hi I'm Mimi (da qual vos falei aqui e deixam-me mesmo muito relaxada.



#2 Um HOW TO

How to Wear Summer Clothes in the Fall


Se são como eu e nunca têm a chamada "roupa de meia estação" então este vídeo é para vocês! A talentosa Aimee Song usa algumas roupas de verão e converte-as nas peças perfeitas para o Outono! Amei a série de vídeos "How to Wear", devem dar uma espreitadela na mesma, é mesmo muito útil para quem não é uma guru da moda e pensa muito no que vai vestir, acabando por vestir sempre a mesma coisa! ( eu 👉😌)


#3 Um artista

Vancouver Sleep Clinic

Como acontece com todas as coisas maravilhosas, esta foi mais uma na qual eu tropecei. Adoro as animações anatomicamente musicais que acompanham as batidas, pode-se dizer que dão realmente corpo à música. Uma das minhas músicas preferidas é a de cima mas a que devem conhecer mais é a Someone To Stay.

Gosto particularmente de VSC porque à semelhança de Kodaline tem um registo muito próprio, é quase como se as faixas mudassem mas a melodia fosse sempre a mesma. O que para muitos deve ser aborrecido pela falta de diversidade, para mim é a marca de qualidade destas duas bandas em particular.

#4 Um filme

An Education

Este filme superou um pouco as minhas expectativas, deixem-me que vos diga! Estava eu a percorrer o meu feed no tumblr quando vejo uma bela quote que me motivou a vê-lo:


Passo-vos a dar um resuminho da história: In 1961 London, Jenny Mellor is a 16-year-old schoolgirl preparing for Oxford University when she meets a charming older man driving a Bristol 405, David Goldman, who pursues her romantically. He takes her to concerts, clubs and fine restaurants, easily charming and manipulating her parents into approving of the relationship. Later, Jenny discovers that David is a con man who makes money through a variety of shady practices.

Os pontos fortes do filme vão para a atriz principal, para os diálogos e, claro, para o soundtrack. Dou especial ênfase em duas músicas "Sweet Nothin's, de Brenda Lee" e "Sous le ciel de Paris, de Juliette Gréco", são tão maravilhosas! 🎶

Sendo muito muito sincera, este é um dos filmes que me faz sentir extraordinariamente feliz por estar solteira. Deprimente, eu sei! Mas verdade. Vejam e digam-me o que acharam, gostava de falar mais sobre este filme convosco porque acho que passa umas excelentes mensagens sobre a independência, sobretudo sobre aquele descolamento que temos que fazer pelo menos uma vez na vida daquilo que os nossos pais querem para nós. Fala sobre ilusões mas também sobre desilusões e ensina-nos, educa-nos. É uma outra educação mesmo.

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Encontro-me soterrada em mil e um separadores da Internet abertos, um tutorial de fotografia, um filme para ver, um blog para ler e ainda mensagens do facebook para responder, cafés para marcar, coisas da faculdade a tratar. Há dias em que há demasiado ruído à nossa volta. Tanta coisa para ser total e profundamente explorada e a nossa mente perde-se nos cyberestímulos. Já repararam na overdose de imagem a que estamos expostos mal abrimos o instagram, por exemplo?



No outro dia li um artigo que falava nessa overdose de fotografias e "experiências humanas" que nos são quase que espetadas na cara mal entramos nas stories da aplicação. Somos constantemente bombardeados com a vida dos outros, sujeita a todos os filtros que mascaram o quão miserável consegue ser a vida de cada um, por vezes. Eu sei. Vocês sabem. Eles sabem.

São no fundo rótulos que dizem "Nós estamos bem, nós temos uma vida social, nós não estamos solitários".



De facto, eu própria, como utilizadora do instagram, me revi em algumas das críticas que o autor foi fazendo. Em jeito de autocrítica admito que por vezes partilho coisas que de valor têm pouco, se formos a analisá-las. Porque o que é que elas dizem mesmo sobre mim? O que dizem 10 instastories consecutivos de alguém? Não dizem que estamos a viver o momento, isso é certo.



Por vezes, o instantâneo do instagram torna-nos repetitivos e converte-nos num mero segundo na vida de alguém (ou às vezes menos do que isso porque nós bem sabemos que passamos à frente muitos dos instastories como se estivéssemos a descartar, de forma gratuita, o que aquela pessoa está a comunicar).



Deixem-me reforçar que eu continuo a achar que a fotografia é uma maneira única de partilhar algo que aconteceu de uma forma eterna. É o poder de congelar o momento como se fôssemos uma espécie de deuses.

Mas de facto, a vida não é feita só de memórias, não é ao não fotografarmos um momento que não vamos estar a guardá-lo para sempre.

A vida está a acontecer agora, está nas sensações, está na ponta dos meus dedos que vos escrevem neste momento, está nas sinapses dos meus neurónios que pensam em variadas formas de vos transmitir esta ideia que tenho em mim de que a partilha é uma coisa bonita, mas não em demasia, não se não tiver valor, não se não for mais pensada e significativa.



Um dia li uma frase encantadora num artigo sobre os efeitos do haxixe, o fumador dizia que "fumar haxixe com amigos era como se todos eles estivessem no mesmo comprimento de onda". Apesar de o tema ser bem irónico e controverso, não pude deixar de reconhecer a arte desta afirmação porque, para mim, o que importa, sobretudo a minha maneira de me exprimir através da escrita e da fotografia importa porque me faz sentir em harmonia, num completo, perfeito e único comprimento de onda.



É ao lembrar-me disto que quero ponderar mais as minhas publicações que, inconscientemente, estão a ser parte da instaoverdose.



O telemóvel é um instrumento demasiado fácil para tudo, sobretudo para comunicarmos aquilo que não tem assunto algum. Pelo menos, é assim que o tenho visto, uma peça demasiado instantânea para fotografar, com a qual acabamos sempre com mais 10 fotos do que aquelas que planeávamos, não é verdade?

É seguindo esta linha de pensamento que tenho vindo a fotografar mais com a minha câmara porque, de facto, é ela que me faz repensar no posicionamento, no foco, no destaque, nas cores, na aproximação e na distância do meu objeto. É com ela que tenho captado momentos de forma mais calma e alcançado também resultados mais autênticos.

Experimentem fazê-lo mais vezes e digam-me como se sentem. 💛


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#1 Um filme

Comet

Se estão a ler isto e ainda não viram este filme, vamos fazer um minuto de silêncio pelos 91min da vossa vida que estão a perder.

*ok, eu sei que sou meia dramática e exagerada mas este filme é demasiado bom! I'm telling you!*

Eu juro que tentei fazer uma review do mesmo imensas vezes aqui no blog, no entanto, todas as minhas palavras me pareciam insuficientes para descrever tal obra de arte. Mas aqui vai: Comet é um filme do género romance moderno vá, digno do cinema independente, que se resume a um diálogo contínuo entre dois seres humanos, cada um deles com uma personalidade particular e admirável. As palavras e pensamentos usados são claros mas também metafóricos, todo o filme é uma grande metáfora entre uma queda de meteoritos e aquilo que o realizador acha que é o amor ou, pelo menos, uma relação amorosa. Dizer mais é pecar mas devo dizer que amei o soundtrack, a própria ação do filme que nos é revelada através de progressos e retrocessos entre os seis anos da relação destes dois e, claro, a fotografia, os tons boreais, rosados e azulados e o uso do zoom e da centralização para enfatizar as emoções das personagens. Se gostaram da série de filmes Before (midnight, sunrise, sunset) ou então de Blue Valentine, vão com certeza amar este filme.



#2 Um programa de edição

LIGHTROOM


Vocês sabem que eu sou a geek da fotografia e que ando sempre à procura do próximo programa que eleve o meu photo game e ultimamente tenho explorado o Lightroom. Acho que é um programa simples e acessível e mesmo que não o achem ao início, deem-lhe uma oportunidade e vão ao youtube ver os 1001 tutoriais sobre o assunto, hão-de lá chegar, prometo! Esta 2a foto foi editada com o mesmo e onde eu tiro mais proveito do Lightroom é na correção da cor da imagem. Nesta, por exemplo, optei por dar algum protagonismo ao copo com groselha e, para isso, elevei o tom vermelho e suavizei o verde do ramo. Também o uso bastante para adicionar aquele granulado típico de foto antiga que tanto gosto de impregnar nas minhas fotos.

Aqui está um link para o obterem de forma simples e gratuita.


#3 Um telemóvel (ou mais que isso)

Samsung Galaxy Note 8


Provavelmente esta publicidade já vos entrou pelas páginas da internet a dentro, mas eu venho aqui reforçar esta bela manifestação materialista q.b. Assisti ainda ontem à apresentação deste Note e apaixonei. Suspirei pela câmara dupla, pelas funcionalidades específicas das câmaras (como a focagem seletiva!!!), pela maravilhosa S Pen que me permitiria ser mais criativa com as minhas fotografias bem como mais organizada com os meus apontamentos. E não preciso de muitos mais argumentos, aquela caneta é de facto incrível e parece-me que vou sonhar com este telemóvel por muuuuuito tempo. 😢


#4 Uma série de 100 squats


Tenho feito alguns exercícios para compensar as gordices deste Verão e este foi um dos vídeos que mais gostei de seguir. São 100 agachamentos, 10x10 completamente diferentes, o que é bom porque evita o cansaço e o aborrecimento de um só tipo de squat. O rabo e a coxa agradecem! Give it a try!

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