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O meu jeito para a decoração está longe de ser perfeito e a minha ideia de viver num apartamento e ser o meu best independent self também. Mas, enquanto estas duas coisas não acontecem, acontece que eu gosto de viver no mundo da imaginação e nesse …

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fridayfour
#1 Um filme Gattaca Num presente cada vez mais cientificamente evoluído, pensa-se que os genes são a chave para um maior conhecimento do ser humano, das suas qualidades, mas também das suas fraquezas, as doenças que o reduzem. Mas serão os genes, d…

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#1 Um stand up Marc Maron: Too Real Façam-me rir e eu vou querer ter-vos por perto eternamente. Não me importava nada de viver feliz para sempre com um humorista, deixem-me que vos diga. ( Not you, Maron. That would be strange 😄) #2 Um youtuber th…
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#1 Para os fãs de The Handmaid's Tale

um vídeo sobre o uso do foco superificial na série


#2 Uma aplicação

Follow the Art


uma aplicação onde podem ser informados acerca de todas as exposições/eventos de arte que ocorram na vossa cidade.


#3 Um álbum

Harry Styles


Tenho estado em loop contigo, Harry. Este álbum está mesmo muito bom, tão bom que custa a crer que ainda há pouco tempo esta era uma voz que se ouvia no meio de uma banda masculina com uma única direção. Harry e Zayn, well done kidos!


#4 Uma série

Friends From College


Eu confesso que tropecei nesta sugestão do Netflix porque, como sabem, todas as minhas séries estão neste momento estagnadas. #sadlife

Porém, quero agradecer-te Netflix por me teres espetado esta obra de arte humorística na cara. Eu juro que desacreditei um pouco na série ao início, parecia-me muito parada e com piada fácil, mas acreditem: a série é reconfortante e hilariante pa carai! Eu não tenho 40 anos mas imagino-me com essa idade e quase que prevejo uma crise de identidade que me vai levar de volta aos tempos da faculdade e esta série relata isso tão mas tão bem. Para os fãs de FRIENDS e The Hangover, esta série é para vocês. 💘

(p.s: adoro o Ethan.)

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"Às vezes andas mais perdida, mais perto da lua, mais longe da vida"

acho que este tem sido o meu motto destes dias. tenho andado muito dentro da minha cabeça, coisa que nunca sei ao certo se é bom mas nos entretantos torna-se aborrecido, não é verdade?

não sei, acho que a culpa do caso é mesmo do fim de westworld, sinto-me sempre meia confusa com os fins de séries (meaningless é exagerar muito, eu sei, mas é assim que fico) e vejo-me, de fora, a tentar encontrar o regresso à terra mãe. se a série parecia meia cowboyadona e chata ao ponto de eu quase ter adormecido até ouvir uns tiros de fundo, ela ficou bem interessante e profunda nos últimos episódios da primeira (e única!) temporada, poderei dizer até bem reveladora da nossa condição humana.


para colmatar a ausência das minhas séries favoritas, tenho visto muitos filmes fora do grande cinema, mais indie-alternativo e tenho retirado deles algumas perceções sobre luz e ângulos de foto que me têm inspirado no sentido em que estão a mudar a minha própria palete de cores fotográfica.

estas fotos que veem foram todas tiradas com a minha canon antiguinha que desfoca e que acrescenta o seu "grão" natural que é um mimo, fazendo com que as fotos pareçam estar sujeitas ao tempo e ao pó que atinge uma caixa de madeira que as guarda, esquecida debaixo de uma cama.

lembro-me que me estava a sentir muito concretizada neste dia pelo simples facto de ter encontrado este casaco vintage da minha avó com direito a um azul discreto e a uns flamingos que mais parecem guarda-chuvas.

eram umas sete da tarde e o sol alaranjado parecia iluminar toda a casa dos meus avós. como me senti bonita por dentro só de admirar aquela paisagem e de também eu me sentir iluminada pela luz que invadiu a cidade.

acho que foi ali, naquele momento, que me senti em casa. dizem que temos mais do que um sítio a que chamamos casa e por vezes esse sítio nem sequer corresponde à nossa própria casa física. e, por isso, acho que é justo dizer que a minha casa "não casa física" é a casa dos meus avós.

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september, hey you. 

Tenho ainda mais duas semanas de férias para gozar, mas não resisto a uma boa lista de "essenciais" para recarregar baterias - I mean, ganhar a boa da motivação - para acordar todos os dias à horinha do galo e regressar a casa ao pôr-do-sol. A vida de estudante aproxima-se e eu juro-vos que não poderia estar mais longe dela. Estas férias souberam mesmo a férias e não sei como vou "descongelar" deste modo relaxado.

A minha palete de cores desejada é esta e eu fi-la aqui.

Não é novidade que o vermelho é tendência para este Outono mas a verdade é que é uma cor que eu me tenho vindo a obrigar a usar há já muito tempo. Sabem aquela coisa que vocês sabem que vos assenta bem mas que raramente usam por ser território seguro? Essa é a minha relação com o vermelho. Vou apostar mais em ti porque até és todo romântico e sexy, dás um je ne sais quoi irresistível e realças a minha tez.

Pretendo usar-te com toda a ganga do meu armário e todo o dourado que eu possuir em jóias. Sinto que juntos seremos invencíveis.

A fabulosa Audrey Hepburn não poderia estar mais certa e eu devia mesmo pensar em colar esta citação na parede do meu quarto porque cada vez mais me certifico de que regressamos sempre àquilo que já fomos, mesmo que queiramos mudar muito, há uma série de núcleos que permanecem. É por isso que as antigas modas voltam e chamamos-lhes de vintage e de retro e até de retrovintage. Tudo o que já foi bom eventualmente voltará a sê-lo.

Não se têm apercebido do mar de fotografias analógicas que tem inundado a Internet? Continuamos a escolher o convencional e porquê? Porque é autêntico.

É no seguimento deste pensamento, que tenho vindo a reunir fundos para comprar a minha primeira câmara analógica (saibam tudo sobre a minha futura paixão aqui).

O que é que eu preciso mais para este Setembro?

Quero muita música boa e irei exigir tudo de ti, Spotify. Comecei hoje com esta da Jessie Ware, que está mesmo incrível, tanto musical como visualmente. É óbvio que me vou alimentar do regresso das minhas séries, séries novas também se aceitam para esta miúda que vai andar de comboio semana sim, semana sim.

E, claro, preciso de paciência. Vem aí uma avalanche de stress, bem sei. Mas nada que não se resolva com os meus chás, cafés matinais, passeios por Lisboa e, claro, os meus fins-de-semana calminhos. Fiquem por aí que também farão parte dos meus momentos criativos que sempre me ajudam a elevar o ego. 💘

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#1 Um álbum

Mimi / I will be okay


São 5 faixas originais da youtuber Hi I'm Mimi (da qual vos falei aqui e deixam-me mesmo muito relaxada.



#2 Um HOW TO

How to Wear Summer Clothes in the Fall


Se são como eu e nunca têm a chamada "roupa de meia estação" então este vídeo é para vocês! A talentosa Aimee Song usa algumas roupas de verão e converte-as nas peças perfeitas para o Outono! Amei a série de vídeos "How to Wear", devem dar uma espreitadela na mesma, é mesmo muito útil para quem não é uma guru da moda e pensa muito no que vai vestir, acabando por vestir sempre a mesma coisa! ( eu 👉😌)


#3 Um artista

Vancouver Sleep Clinic

Como acontece com todas as coisas maravilhosas, esta foi mais uma na qual eu tropecei. Adoro as animações anatomicamente musicais que acompanham as batidas, pode-se dizer que dão realmente corpo à música. Uma das minhas músicas preferidas é a de cima mas a que devem conhecer mais é a Someone To Stay.

Gosto particularmente de VSC porque à semelhança de Kodaline tem um registo muito próprio, é quase como se as faixas mudassem mas a melodia fosse sempre a mesma. O que para muitos deve ser aborrecido pela falta de diversidade, para mim é a marca de qualidade destas duas bandas em particular.

#4 Um filme

An Education

Este filme superou um pouco as minhas expectativas, deixem-me que vos diga! Estava eu a percorrer o meu feed no tumblr quando vejo uma bela quote que me motivou a vê-lo:


Passo-vos a dar um resuminho da história: In 1961 London, Jenny Mellor is a 16-year-old schoolgirl preparing for Oxford University when she meets a charming older man driving a Bristol 405, David Goldman, who pursues her romantically. He takes her to concerts, clubs and fine restaurants, easily charming and manipulating her parents into approving of the relationship. Later, Jenny discovers that David is a con man who makes money through a variety of shady practices.

Os pontos fortes do filme vão para a atriz principal, para os diálogos e, claro, para o soundtrack. Dou especial ênfase em duas músicas "Sweet Nothin's, de Brenda Lee" e "Sous le ciel de Paris, de Juliette Gréco", são tão maravilhosas! 🎶

Sendo muito muito sincera, este é um dos filmes que me faz sentir extraordinariamente feliz por estar solteira. Deprimente, eu sei! Mas verdade. Vejam e digam-me o que acharam, gostava de falar mais sobre este filme convosco porque acho que passa umas excelentes mensagens sobre a independência, sobretudo sobre aquele descolamento que temos que fazer pelo menos uma vez na vida daquilo que os nossos pais querem para nós. Fala sobre ilusões mas também sobre desilusões e ensina-nos, educa-nos. É uma outra educação mesmo.

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