Com os exames a terminar, a chegada do Verão é oficialmente sentida. E estaremos nós preparados para a gigantesca quantidade de dias livres que temos? Como seres humanos complexos e confusos que somos, a verdade é que nunca estamos preparados para …

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1. UMA YOUTUBER. Madelynn Não me recordo de como tropecei nela, mas ainda bem que sim. Obrigada Universo. Madelynn é uma pessoa única, conseguimos percebê-lo tão bem. Faz-me lembrar a fabulosa Amélie Poulain . 2. UM DOCUMENTÁRIO.  Abstract A Netfli…
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personal
Hoje recordo aqui no blog um dos momentos mais bonitos do meu passado Abril: as bodas de prata dos meus pais. Depois de lhes ter dedicado tudo num vídeo bonito que terminei ontem, decidi que devia partilhar mais um bocadinho do meu amor por eles co…

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fashion
O armário está mudado. As roupas de Verão estão agora mais à mão e roupas de Inverno para que vos quero...! Mas e agora? 1 ano passou e eu não me revejo nada nestas roupas que achei que iam ser A TENDÊNCIA (do ano passado).   S O L U Ç Ã O ? A. Rei…

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https://www.youtube.com/watch?v=HVtertx1m1w

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1. B L O O M de E S T É E  L A L O N D E

2. O Fascinante Mundo da Pele de Y A E L  A D L E R




Vieram ambos de dois pontos distantes do sítio onde me encontro no planeta: o primeiro de Londres e o segundo da Alemanha. Já não era novidade aqui pelo blog que em tudo o que a Estée (youtuber) toca, eu acho que vira ouro, aliás cheguei a chamá-la de "serotoninérgica" e continuo a acreditar em tal palavra para a descrever. O livro dela está em todas as minhas listas de desejos do blog desde o Natal e, agora que finalmente parei um bocado na minha vida de Anatomia de Grey um bocadinho menos dramática e glamourosa, decidi que era a altura perfeita para o encomendar. Fi-lo no site da Amazon Espanha e tudo correu bem. Quando o vi senti que tinha feito a compra certa. A verdade é que as minhas expectativas para este livro estão altas há muito tempo, uma vez que "conheço" a personalidade de Estée. 





E 70 páginas depois, posso já dizer que estão a ir ao encontro daquilo que define Éstee: sinceridade e empatia. Há algo muito forte que me liga a esta youtuber, eu diria que a minha empatia para com ela é quase como que uma conexão muito íntima entre aquilo que eu conheço de mim e o quanto me revejo nas suas palavras, nos seus sentimentos.

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Quanto ao segundo livro, não o descobri por acaso. Estava a falar com uma amiga minha e ela pediu-me a opinião sobre um artigo que tinha lido de uma dermatologista alemã. Dizia-me que esta dermatologista tinha apresentado há pouco o seu livro, o qual estava já à venda em Portugal na FNAC, e que nele podíamos ler coisas um pouco diferentes daquilo que estamos habituados a ler sobre os cuidados a ter com a pele, como por exemplo: "Para desmaquilhar a pele, basta uma toalha com água quente, esqueçam os tónicos e os desmaquilhantes. Para remover o rímel, uso apenas alguns óleos naturais como o óleo de côco" Ela enviou-me então uma entrevista da Yael (podem  lê-la aqui) e se de facto estava um pouco desconvencida naquilo que ela dizia, depois de ler a entrevista, resolvi dar-lhe credibilidade e comprar o seu livro. 

Passaram-se 40 páginas (o livro da Estée está claramente a ganhar a corrida...!) e posso dizer que acho a escrita dela bastante fluida e simples de entender. O primeiro capítulo começa por nos explicar alguns princípios básicos da pele, fala-nos nas camadas da pele como se elas fossem autênticos "andares de uma casa" e posso dizer que a analogia e a explicação estão particularmente felizes. Gosto do conteúdo e da forma. E sinto mesmo que vou aprender algo de diferente com esta leitura. Sendo eu uma amante dos cuidados da pele, sinto que este é o livro perfeito para me reeducar no que toca a tratar dela. E, claro, assim que o terminar contem com alguns factos e dicas sobre a vossa pele, aqui no blog.

E vocês, que livros mais me sugerem para estes meses de Verão que se seguem?

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O número V não é um número particularmente feliz. Sempre o achei um bocado convencido de si, como se estivesse numa constante disputa entre quem fica com ele: o quatro ou o seis. De facto, desde pequena que personifico o número 5 (ele e os restantes! por favor, digam-me que não sou a única pessoa viva que o faz) e  até agora não lhe tinha grande afeição. Talvez não lhe tivesse dado a devida atenção. Talvez porque passei grande parte da minha vida a amar o número IV e tudo o que lhe diz respeito, fui-me esquecendo de procurar os outros números, com iguais ou melhores simbolismos, energias.

Quem me estiver a ler, neste momento, é oficial que já me acha a louca da numerologia. O IV tem de facto um carinho meu (nem que seja pela estrondosa coincidência das minhas iniciais Inês Vivas). É um número que sempre teve conexões fabulosas associadas a ele na minha vida e, além disso, é o meu número da sorte, a ter sempre em conta quando estou aflita entre alíneas. Tudo isto o torna belo.



Em Maio, descobri mais de mim. E das coisas que gosto. E foi aqui que o V ganhou significado. Passou de número a muito mais.

I. Voltei a sentir música. Não simplesmente a ouvir e a cantá-la, mas a apreciá-la. A saborear cada verso como se de uma tradução do meu coração se tratasse. Parei o que estava a fazer para escutar música como há muito tempo não o fazia. Evitei as playlists rápidas do spotify e fiz uma para mim, no meu telemóvel, com músicas descarregadas, como nos velhos tempos. Depois de o ver na queima das fitas do Porto, voltei a ouvir James Morrison ... ai e que saudade dos tempos de miúda bateu.

II. Espinafres, abacate e ovo juntos é um novo favorito. Não só porque saladas em época de exames são um time saver, mas também porque sabe realmente bem e, se não a tivesse provado no Choupana (podem ver aqui uma foto da dita cuja) desconheceria o quão feliz é este casamento de ingredientes. Obrigada, Choupana.

III. Iniciei o meu Minimal Fashion Plan que apesar de ter um grande nome é, no fundo, uma coisa bem simples. É uma espécie de cápsula solucionadora onde coloco todos os outfits que eu acho serem capazes de me darem leveza. Não apenas estilo, mas conforto e felicidade. Parece redutor ligar a nossa imagem a um sentimento tão popular e polémico como a felicidade mas eu acredito muito no poder de uma boa noção de nós mesmos quando saímos de casa pela manhã e, além de acreditar, tenho a certeza que é uma das coisas que mais feliz me faz nos primeiros momentos do meu dia: aceitar o meu aspeto. No novo livro que estou a ler, a autora diz que o estado da nossa pele pela manhã é o maior influenciador do nosso mindset para o dia que vamos ter. E eu só posso concordar. Uma borbulha ou uma pele seca matinal tira-nos um kilinho ou outro de motivação, como serão capazes de perceber por experiência própria.

IV. Descobri que uma má série como Riverdale também pode ser favorita?? Como veem, ainda estou muito confusa com este sentimento mas, de facto, desde o episódio 1 que eu percebi que Riverdale não era uma série com a qualidade de Game of Thrones, House of Cards, The Crown ou tão pouco como outras do mesmo registo (se quisermos ser mais justos nas comparações) como Gossip Girl. Para perceberem: só o protagonista em meia dúzia de episódios teve uma dúzia de namoradas. E tudo acerca de Riverdale é drama, diálogos fáceis e também muito superficialismo. Massss... ainda assim, algo me fez devorar a série, do início ao fim. E o último episódio fez-me querer uma segunda temporada, por muito contraditório que possa parecer.

V. Maio foi um mês de mudanças e com ele surgiram algumas oportunidades: uma delas foi poder escolher a especialidade médica do meu estágio de fim de 3o ano. Vou poder acompanhar a equipa médica de Ginecologia e Obstetrícia no hospital da minha cidade durante um mês e meio e estou muito ansiosa e feliz por esta oportunidade. Sinto que é especial por ser em Famalicão. É uma espécie de reunião dos meus dois mundos: trabalho de dia e família e amigos à noite. Outra das coisas que surgiu foi a Gala da Bata Branca na minha faculdade. É uma cerimónia da qual só tive conhecimento este ano e muito honestamente, tendo em conta o dia em que seria, eu já estava a pensar em faltar porque queria regressar a casa. Felizmente, tenho duas miúdas lisboetas incríveis que me fizeram retroceder e ficar para assistir à gala, à nossa gala. Fico muito grata por isso. Pudemos finalmente despedirmo-nos dos anos teóricos e marcar a passagem para o 4o ano, o primeiro de muitos anos clínicos. Ouvimos palavras com significado, estivemos juntos e percebemos o quão rápido tudo isto está a passar. Resumindo, a mensagem que fica é aproveitar todos os micromomentos com as pessoas de Lisboa, em Lisboa. Porque, de facto, tudo isto é temporário demais para mim e para eles e, daqui a 3 anos, se tudo correr bem, o capítulo faculdade encerrará.

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