E assim, chegamos ao fim de 2015.  A poucas horas daquele que será o início de um novo ano, começo já a repensar toda a minha vida. 2015 sorriu-me muito e eu sorri de volta. Não foi tudo bonito. O impossível é mesmo sê-lo e, por um lado, ainda bem.…

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Eu não podia mesmo deixar de percorrer os milhares - literalmente, milhares - de fotos que tirei este ano e selecionar algumas para vos mostrar! Sendo assim, e como seria injusto apenas trazer-vos as 4 fotos que mais gostei de tirar em 2015, resolv…

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Tenho visto pela Blogo imensas reviews do ano que está a passar ( faltam 3 dias?! ) : fotos bonitas que foram muito amadas , as  publicações mais incríveis  e ainda as valiosas lições que se retiraram .  Hoje, trago-vos aqui 4 dos posts mais lidos …
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PASSATEMPO. Passatempo foi a palavra com que descrevi o facto de ser blogger. E fi-lo, com a maior das naturalidades, quando a minha professora de Farmacologia, no início do ano, perguntou a cada aluno o que fazia no seu tempo livre. À conta da fal…
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O meu Natal foi mesmo especial. Foi tão sereno e suficiente. Eu. Inês. Com os meus 19 anos. Vivi, pela primeira vez, o meu Natal com olhos de quem vê e coração de quem sente. Sempre senti este dia de uma forma muito intensa, como já vos disse, mas este... este teve uma cor, um cheiro e um lugar diferente também. E foi feliz.




... está a Mamã. Que chegou a casa da Tia Nicha bem mais cedo para que tudo ficasse pronto a tempo e horas. Com a Mamã na cozinha, o Mundo está a salvo. E sabem porquê? Porque a Mamã Sabe.

Na imagem, podem ver os tão famosos bolinhos de abóbora da bobó de que vos falei aqui. Estavam divinais.


... desfilaram mexidos, rabanadas, pão de ló (o húmido e o seco), aletria, queijo Castelões, bolo rei de chocolate e as pêras borrachonas. Tudo preparado pelas melhores chefes cá de casa.


A minha avó claramente que recebeu mais mensagens de Natal do que nós todos juntos. A casa dos meus tios decorada a vermelho e verde, com uns tons dourados aqui e ali, estava brilhante. Senti-me em casa.


O momento mais entusiasmante da noite é quando o vapor da cozinha se evapora e as panelas começam a vir em fila indiana para a mesa. Como pratos principais tivemos o polvo (para a Nonó e para o Diogo, que são os únicos haters de bacalhau), bacalhau cozido e bacalhau frito. Fiquei fã deste último. Estava delicioooooooso! E as "batatas a murro"? Têm um nome agressivo, mas sabem sempre tão bem.

Podem ver pela cara da Nonó que a aprovação esteve lá.


- E L E S -


Sabem aquele momento em que o sofá não chega para todos? Quase que faz lembrar aquele jogo das cadeirinhas que jogávamos em pequenotes. Vou já aqui nomear duas pessoas que ganharam claramente o quase lugar definitivo no sofá, na noite de Natal: o primeiro prémio vai para o Diogo e o segundo vai para mim! Não poderia ter escolhido um ponto mais estratégico para fotografar tudo e todos. Levantei-me imensas vezes e, ainda assim, ali estava o lugar. Bem jogado, ha?

A Nonó claramente fica em último. É a pessoa que menos utiliza aquele sofá. A Nonó é amante de carpetes e era capaz de viver os seus dias assim: sentada no chão, a ver maratonas de Disney e com um balde de pipocas à frente. 


Por falar em Nonó, há uma coisa neste Natal que conseguimos fazer. Eu e o Diogo. Que foi estar com a Nonó e fazer o papel de miúdos pequenos. Porque, no fundo, ela é uma bebé de oito anos e, mesmo que receba uma casa de bonecas, vai continuar a não ter com quem a partilhar. A falta de um outro bebé de oito anos que brincasse com ela no dia de Natal não podia, de maneira nenhuma, ser sentida. 

E, por isto, alinhámos em ver todo o santo filme que passou naquela tv: desde Frozen a Smurfs. #SomosOsSobreviventesDaSIC


E por fim, a #NATELFIE, tinha que existir. Com uma participação claramente evidente do meu avô e da minha Nonó, a minha avó a tentar perceber o porquê do refrão "Já Passou" de Frozen, a minha Tia já com uma considerável dose de sono e a minha mãe contente com a sua chávena de chá. A notável escapatória do meu pai e do meu tio de todas as fotos que tirei também conta como descrição desta Natelfie.

E... acho que comecei uma tradição.


(Feliz-Tudo-O-Que-Está-Para-Vir porque dizer Boas Festas é muito mainstream!)

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Algo me fascina em Benjamin Clementine. A voz. A voz que parece que está a ser dirigida somente para nós, numa sala vazia. A autenticidade. A genuína capacidade de nos fazer ficar atentos a ele porque mesmo que não tenhamos decorado o seu nome na reportagem que passou na tv, vamos sempre lembrar-nos daquele cantor que atua de pés descalços. E, por fim, a história. A história de uma pessoa cheia de talento que, outrora, preencheu as paredes do metro de Paris com as suas baladas incríveis, metro esse que era também o seu chão para dormir, nas noites frias, nas noites quentes, no dia de Natal. Clementine é um achado. Fiquem a conhecer a voz, os famosos pés ... e a história, que certamente não ficará por aqui.

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E finalmente chegou o dia. É Natal. Sejam muito felizes. Hoje, lembrem-se de todos os olhares à mesa. Façam memórias. Guardem-nas bem guardadinhas. E sejam felizes outra vez. 

Eu vou só ali comer mais um chocolatinho da Milka, entre uma rabanada e uma beira de um prato de mexidos, e já volto.


Do fundo do meu coração, desejo-vos um Feliz Natal,

Inês

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Acho que nem preciso de acabar a frase, não é verdade?

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Andava há uma eternidade para experimentar estes ovos. E hoje, depois de uma manhã de estudo intensivo pensei: Porque não fazer os meus próprios ovos Benedict? Se falhar, sempre há pizza no frigorífico. E foi então que o Chefe Google me ajudou. O primeiro link milagroso dizia respeito a uma receita da Filipa Gomes, uma pin-up-chef-girl que eu adoro, de coração, seguir no canal 24 Kitchen. Para os pequenos almoços loooongos de Domingo ou então para um almoço mais preguiçoso. Venham daí e conheçam a minha reinterpretação da receita.




I N G R E D I E N T E S

para o molho holandês

3 ovos tamanho M
1 c. sopa de sumo de limão
1 c. sopa de água
100g de manteiga derretida

para os ovos escalfados

vinagre
sal
2 vianas/pães de forma
2 ovos
4 fatias de bacon
manteiga


1. Começa pelo molho holandês. 


Coloca 2 dedos de água num tacho a ferver. 

Entretanto, junta 2 gemasde ovo numa taça, e acrescenta 1 colher de sopa de sumo de limão (de um limão espremido), 1 colher de sopa de água e um pouco de sal, e bate tudo com uma vara de arames.

Quando as gemas começarem a ficar esbranquiçadas, coloca a taça sobre o tacho que está ao lume, e bate-as durante 2 a 5 minutos, até que a mistura fique mais espessa.

Passado esse tempo, tira do lume e continua a bater, enquanto adicionas lentamente 100 gramas de manteiga derretida. Depois de se incorporar tudo, podes reservar o molho holandês e colocar, já de seguida, uma frigideira alta (usei um tacho alto e funcionou à mesma) ao lume com água e um pouco de vinagre (coloquei uma colher de sopa de vinagre).

Parte 2 ovos para taças individuais. Entretanto, podes torrar as vianas cobertas de manteiga e partidas em duas metades.

Regressa à frigideira, mexe a água até criar um remoinho introduz os ovos no centro e deixa escalfar durante 3 minutos.


Este é o momento certo para removeres o pão da chapa e fritares 4 fatias de bacon



Por fim, podes desligar o fogão e, finalmente servir os ovos Benedict dispondo uma metade de pão, uma fatia de bacon, um ovo escalfado, e por último o molho holandês.

Ponto positivo: O molho holandês. Apesar de não ter ficado com a textura que eu pretendia, o sabor esteve lá. Os ovos escalfados também foram uma surpresa! Nunca tinha preparado um ovo desta forma e foi fantástico observar o método de preparação (só 1 dos ovos é que correu bem, o outro sofreu uma explosão estilo Big Bang e deixou aquele fundo farelado e amarelo na panela, como estão a ver na terceira foto da primeira linha, abaixo.

Ponto negativo: O pão. Era o único que tinha cá em casa e, por isso, não recomendo o uso de pão de forma na preparação deste prato, uma vez que não tem a consistência necessária para suportar a gema e o molho holandês que vão como que humedecendo o mesmo. Se puderem, experimentem mesmo a viana que a Filipa usa na confeção do prato.


Espero que consigam executar isto tão bem como eu o fiz, assim à primeira. Sem queimar tachos, nem deixar cair ovos. Vocês conseguem! Digam-me como correu depois.

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Há uns tempos atrás, falei-vos de uma relação falhada. Para quem não conhecia ainda o blog, ou para quem andou um pedacito distraído, saibam do que vos falo aqui

Hoje, venho apresentar-vos o meu Galaxy. Foi a minha prenda de Natal antecipada e estou mesmo muito grata por ele. Por todos os motivos que já me conquistavam no meu ex-ex-telemóvel, venho falar-vos de mais uns quantos que me fascinam neste. Escolhi trazer-vos este tipo de publicação mais geek e que, habitualmente não veriam aqui pelo She, porque é Natal e, porque apesar de faltarem apenas três dias para O Dia, esta publicação pode ainda servir de ajuda para quem anda indeciso entre um iPhone e um belo Samsung. como é o caso do meu. 

Senhoras e senhores, entrem na minha versão mais cor-de-rosa da tecnologia.




get to know my 
SAMSUNG GALAXY s6




Começo pelo exterior. Toooooda a gente sabe que o exterior é o menor na pirâmide das importâncias, seja a descrever um telemóvel ou a falar do vizinho do lado. Mas a verdade é que importa! E este telemóvel merece um realce para esse aspeto. 

A Samsung andou a pensar, a pensar e a pensar... e chegou à conclusão que algo precisava de mudar. Começou pelo design. 
  • A COR. Se repararem, este é o primeiro Galaxy que vem com uma cor dourada lindíssima. 

  • A ESPESSURA. É fininho, como nunca ninguém o viu! Isto porque os iPhones ganhavam (e continuam a ganhar) neste departamento. A cada segundo, a Samsung perdia imensos clientes pelo tijolo que um bom Samsung (por dentro) representava.
  • O TAMANHO. Eu não sou fã de telemóveis grandes. Corrijo. Eu não era. Com este, foi-me fácil ignorar este aspeto, por todos os outros pontos positivos que me fizeram apaixonar por ele, de imediato. Acho que só no dia seguinte me apercebi que tinha comprado um telemóvel grande, pela primeira vez. O fenómeno.
  • AS APPS gratuitas. 54. São 54 os filtros que eu tenho disponíveis no VSCOCam. E tudo porque consegui associar a minha conta atual à que já possuía do meu ex-ex-telemóvel. E a grande maioria deles são totalmente gratuitos. Para uma instagramodependente como eu, o VSCO é uma relíquia.
  • O ALARME e  o TOQUE à minha escolha. Finalmente, a minha mãe pode ligar-me ao som de Beyoncé e posso acordar com a pacífica voz de James Bay.
  • A MEMÓRIA. 128 Gb de músicas infinitas, fotos da minha vida e vídeos do Diogo a ser ridículo como só ele sabe ser. Este ponto é mesmo muito importante para mim. E digo-vos já que a Samsung melhorou também este ponto ao erradicar, por completo, o uso de cartão de memória neste telemóvel. É verdade! E isto é ótimo e, mais uma vez, vai de encontro àquilo que a Apple já nos tem vindo a oferecer, tendo em conta que se provou que muitos dos problemas técnicos associados aos nossos smartphones provinham mesmo da existência deste pequenote. Solução? Eliminar o cartão. Aumentar a memória interna. Inês Satisfeita com o Melhor dos Dois Mundos.
  • A CÂMARA. Esta miúda faz os meus dias. Acreditam que já nem a minha Canon - que eu estimo e preservo com todo o amor do mundo - ultrapassa esta? São 16 Mpx que me fazem feliz por poder fotografar com a maior luz e definição os meus melhores momentos. Tem até uma função que nos ajuda em dias maus. A câmara frontal faz uma espécie de autophotoshop e vocês vão assustar-se. Mas vão gostar! (não que nenhuma de nós precise. Eu, pessoalmente, não costumo usar por parecer demasiado irreal, mas não deixa de ser engraçado experimentar! A minha avó então... adora ver as rugas a desaparecerem) Ah! e quase me esquecia de referir a função espetacular que tem de, através de 2 cliques no botão principal, ir diretamente ter à câmara. Não é fantástico? Nunca mais perco as expressões incríveis da Nina (aka cadela da Nonó) que ela faz em 2 microsegundos e, no microsegundo seguinte, já está a correr atrás de uma mosca.
  • O SUPORTE. Os brasileiros chamam-lhe "ter uma boa pegada". A verdade é que é muito fácil manusear este telemóvel. É como se tivesse sido feito para encaixar na nossa mão. E acreditem que isto conta muito para uma pessoa que não se ajeitava nada com a falta de "curvas" do iPhone 5s.

Ainda vos deixo aqui uma visão tripanorâmica (esqueçam o Google, esta palavra não existe mesmo) do meu Galaxy (já com outro fundo, não fosse eu a rainha das mudanças do wallpapper).


E fico-me por aqui nos elogios. Não me quero alongar muito, se não isto acaba por parecer mesmo pura propaganda. Esta é simplesmente a minha experiência com o Galaxy mais querido dos últimos tempos e respetiva opinião sincera. 

No fundo, adoro o meu telemóvel por tudo isto que referi e ainda por tudo o que no post relativo ao meu divórcio com o iPhone, felizmente, já não acontece. 



Alguém que tenha um gémeo deste miúdo por aí e que me queira integrar num imeeeenso mar de truques e dicas que eu ainda não conheço? Fico à espera.

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Gostar ou não gostar de um filme sem respostas? Como gerir a complexidade de Mr. Nobody? Como o resumir sem termos as respostas que queremos ter para o explicar a alguém? 

Eu gostei de Mr. Nobody, mesmo depois de ter ouvido as críticas mais duras acerca dele. Gostei essencialmente da forma como se destaca de todos os outros filmes que já vi. É certo que é difícil absorver todos os pormenores que o filme nos dá e é ainda mais certo que, por isso mesmo, será fácil dizer que Mr. Nobody é demasiado messed up. Talvez o seja. Mas é necessário. A ver se vos convenço, com espaço para pequenos momentos de spoil.



pelas Q U O T E S 




Vou realçar esta categoria, porque sinto que o filme tem muito a dizer nestas frases emblemáticas que vão sendo proferidas pela personagem - quase que parece a única - principal. Acho mesmo que é esta a citação mais reveladora da mensagem do filme: tudo é possível e tudo teria o mesmo significado se tivesse acontecido de forma diferente. 

Nr. Nobody fala-nos de opções de vida. De relações causa-efeito. E acaba por também nos dar uma visão periférica da existência humana. Faz-nos pensar, questionar. Não nos dá respostas, é certo. Mas obriga-nos a pensar no nosso percurso com outros olhos.


pelos F A C T O S


existenciais



& científicos





E mais não revelo! Tenho a dizer que Mr. Nobody é um filme a ver e quem sabe, rever. Considero-o um filme com passagens maravilhosas, uma interpretação soberba de Jared Leto e, ainda, uma excelente qualidade de filmagem, que facilmente nos prende ao ecrã. 

Opiniões?

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Depois de umas fotos suspeitas de Vanessa Hudgens pela capital, eis que surge o produto final da sua viagem a Portugal. Confesso que adorei! Estas imagens retro vintage são uma paixão, para mim. Aplaudo o vídeo, do início ao fim. Vejam vocês mesmos do que falo.


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Estava na lista de coisas a fazer antes de 2015 terminar. E foi feito. Numa sexta-feira pacífica, a única sexta-feira do semestre que não implicava um regresso breve. A sexta-feira em que fizemos muito do que já tínhamos vindo a prometer fazer antes do semestre acabar. Passeios. Boa comida. Descontração. Finalmente respiramos fundo ... e voltamos para o ano. 




o L U G A R

Mesmo à saída da estação de metro de Telheiras. Numa localização bem agradável. Calma e serena. Quando chegámos parecia mesmo que tínhamos chegado à Lua. Não havia vestígio sequer de uma pessoa na esplanada. Mas isso foi antes da hora de almoço lisboeta: as 13h. Aí, a esplanada do Honorato virou a Baixa em dia de Natal. 

Estava um belo dia de Sol e, por isso, ficamo-nos mesmo pela esplanada. Para uma próxima visita, fica o desejo de explorar o interior, que ficou por conhecer. 

As mesas acabadas em mármore, as cadeiras típicas de esplanada de praia. Os guarda-sóis (ou devo dizer chapéus de Sol, alfacinhas da minha vida?) para o Sol de Inverno.


o Prato Principal

Já tinha ouvido falar do Honorato, tão mas tão bem aqui. A Sara Cabido (blogger) a puxar por mim de um lado, e a Filipa Costa (minha bela amiga) a puxar por mim do outro. E pronto, tive que visitar!

O escolhido foi o X-Burguer. Achei que seria difícil falhar começando por experimentar um hamburguer com um nome (tão) familiar e com ingredientes simples como componente principal: tomate, queijo e maionese. E não estava enganada. As batatas vão sempre saber bem. Não há como errar com umas batatinhas fritas acompanhadas de uma maionese de alho. Estavam (mesmo!) excelentes.

Para beber, pedi a minha bebida de excelência: um Ice Tea de Limão. Ficou por provar o cocktail tão famoso Berry Good. Todos os pedidos à minha volta incluíam o Berry Good. É porque deverá ser mesmo berry good. (como não fazer esta piada?!)


o P R E Ç O

É tudo muito bom. Mas será que o preço se justifica? perguntam vocês. Ao percorrer a tabela de preços, confesso que nem todos os hamburgueres são os mais acessíveis. Mas eu diria que a maior parte deles, tendo em conta a qualidade/quantidade que a hamburgueria nos serve, vale a pena experimentar! Digo-vos já que o hamburguer mais caro fica por 9.45€. E não é um preço menu, ou seja, vão mesmo ter que pagar a bebida à parte, o que piora um bocadinho o talão. Mas é claro que podem sempre optar por encurtar o orçamento se pedirem as versões mini (que são mesmo mini) dos hamburgueres. Nem que seja só para provarem a obra prima!

E ainda têm as sobremesas, que nós optamos por não experimentar porque, obviamente, que ficamos a rebolar depois daquele hamburgão. 

No geral, fiquei com uma boa impressão do sítio e do sabor incrível daquele hamburguer, o que acaba por ser o mais importante. Fica um realce para o meu hamburguer, que é certamente o ideal para quem não gosta de se aventurar em sabores desconhecidos assim que conhece um novo restaurante, como eu. E uma dica futura para mim que será, claramente, visitar o Honorato do Chiado que já está com as luzes da ribalta focadas nele.

E vocês? Que me têm a dizer sobre os diversos Honoratos que existem na capital? E se já tiveram o prazer de provar um destes hamburgueres tradicionais, o que acharam relativamente a outras casas como o Munchie (cá do Norte) ou o antigo e querido McDonald's?

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A Retrospetiva

Orgulho. Orgulho é o sentimento que fica depois do fim de um projeto que nos levou a sonhar e a reviver bons momentos da nossa vida durante quinze dias. 

Sendo muito sincera convosco, assim que recebi o convite, senti mesmo que não ia ser capaz de o levar a bom porto. Eu sabia que ia fazer de tudo para cumprir a promessa que fiz ao Jota (e a mim mesma) mas nunca pensei que, no meio da azáfama em que se torna o meu Dezembro, conseguisse fazer uma das coisas que mais gosto e, ainda por cima, com a maior das frequências. 1 texto por dia. Às 18h em ponto, lá estava eu a cuscar o blogue da Inês e do Jota. E quando estava ocupada e não dava pelas horas passarem, sabia bem ter a consciência de que um texto meu estava a sair do forno. Ler as vossas opiniões acerca das minhas vivências natalícias tornou-se um objetivo diário, que me fez sorrir. Tantas e tantas vezes. 

Foi tão bom investir assim no blog, como o fiz. Tirar meia hora do meu dia para pensar realmente no que está a acontecer. Pensar realmente na lufada de ar fresco que é estar em modo Natal. É tudo tão mais bonito neste blog, na minha vida, nas vossas!

Hoje, dia 16, vimos finalizar o BloggerCC com uma mensagem, se não A Mensagem. Porque, de facto, foi (sempre!) este o objetivo principal do Jota: partilhar palavras, partilhar emoções e, no fim de receber, dar. Dar da forma como podemos. Não interessa se é um cêntimo. Dar é dar. E hoje vimos aqui com o intuito de vos incentivar, a tooooodos, a fazê-lo. Podem começar por agradecer. Agradeçam-se pelas batalhas que travaram este ano. Agradeçam aos vossos pais! Eles merecem todos os obrigadas do mundo. 

E partilhem positivismo! Inspiiiiirem-se! A vida é tão bonita. Pareço uma velhotinha de 60 anos a fazer moralismos da vida que passou, mas a verdade é que sou assim e gosto de me relembrar da beleza das coisas enquanto elas estão a acontecer. Façam mais disto. Merecem sorrir.

(Cliquem em LER MAIS para saberem qual foi a instituição escolhida.)



A Escolhida


Sem mais diálogos, revelo agora a instituição que apadrinhei. Escolhi a Make-A-Wish Portugal. E porquê? Porque é que não escolheste a A ou a B que precisa mais de uma ajuda do que esta? A adivinhar comentários deste tipo, digo já que a escolha foi pensada. Desde o primeiro dia. Nunca seria a correta, porque sendo a correta, teria que ajudar todos as associações necessitadas. 

A Make-A-Wish é uma fundação que faz todo o sentido, para mim, que exista. Pelo que eu mais defendo na vida: O sonho. A magia da felicidade. A marca que deixamos neste mundo. Por todos e mais alguns motivos, A Make-A-Wish merece a minha atenção e ajuda. E, antes de fecharem a página, isto não é um peditório. Não o é, porque também eu não gosto deles. Eu gosto de ajudar quando sinto que alguém precisa de mim. E ajudo. E este é o dia. Este é o motivo ideal. É a associação que eu quero ver crescer. São os sorrisos que eu imagino que o meu "cêntimo" terá como consequência.

Antes de decidirem ou, mais uma vez, fecharem a página, deixo-vos com isto:



E, por fim, digo-vos como podem contribuir:


Estão convencidos? Eu fiquei e orgulho-me de tudo isto. Dos meus textos. Destes sonhos realizados (que já vão em 639!) E tenho a certeza que terei também um orgulho acrescido quando conhecer as escolhas dos meus dois parceiros no crime. A eles, agradeço-lhes muito. Obrigada pelo convite, Jota. Obrigada pela genialidade dos textos, Inês. Obrigada pela simplicidade que têm em tornar uma caixa de texto num livro da vida real. Terão, para sempre, um lugar especial na minha memória. 

Tenham o melhor Natal das vossas vidas!

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