Não existe coisa melhor que música pra nos motivar, incentivar ou até mesmo consolar. E é por isso que eu fiz uma playlist super alto astral pra celebrar o nosso amor por nós mesmos! Se essa propaganda que eu fiz não te convenceu a ouvir essa playlist vou dar um pequeno spoiler, além de Nicki Minaj e Beyoncé tem também Bebe Rexha, Kesha, Miley Cyrus e mais um monte de gente! Agora é só apertar o play!

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Hoje eu acordei querendo me apaixonar. Mais do que querer, eu precisei me apaixonar. Então eu me apaixonei pelos primeiros raios de sol que entraram pela janela, e logo me apaixonei pela manhã. Sorri e me levantei. Ouvi os pássaros cantarem e até os ruídos dos primeiros carros subindo ou descendo a rua. Ouvi passos que sinalizavam pessoas a caminho do que supus ser o trabalho ou escola. Mais uma vez me apaixonei. Tomei banho e a água quente que entrou em contato com minha pele me fez sentir bem. Vesti minhas roupas. Olhei meu reflexo no espelho, arrumei o cabelo e ajeitei a camisa. Mais uma vez me apaixonei. Tomei o café e saí. Agora sentia o sol mais intenso e, ao me deparar com uma árvore que passo por ela todas as manhãs, percebi o quanto estava linda, talvez sempre esteve e não me dei conta. Então me apaixonei. A escola me incentivou com os desafios, e logo me apaixonei por eles. Tudo ficou tão mais fácil, tão visível... E o restante do dia foi para me apaixonar ainda mais. Rostos, vozes, pessoas, coisas... Sabe por que? Hoje eu levantei, cuidei de mim. Mesmo sem maquiagem, eu estava linda. Eu me apaixonei por mim e isso me deu liberdade de amar todas as outras coisas.

(05 de março de 2012)

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Hoje eu tenho que escrever sobre amor-próprio. É daqueles assuntos que passam na beirada do clichê e da autoajuda furada, mas que é muito necessário falar sobre. Principalmente na sociedade que a gente vive, com a mídia jogando tantos padrões malucos do que seria “certo”, é muito difícil perceber a mágica que cada um tem em ser diferente e se apaixonar profundamente por si mesmo. Por isso que esse é um texto sobre “as bad” do amor-próprio.

Com o lance das redes sociais, a gente vê a vida de todo mundo numa curadoria perfeita e acha que todo mundo é super feliz e bem resolvido o tempo todo, mas, atenção, isso é pura mentira! Ninguém só tem bons dias. Ninguém tá feliz o tempo todo. E ninguém se ama todos os dias e o tempo todo também. Nossa natureza é mudar constantemente, não dá pra ignorar isso, então temos que entender que o nosso amor também precisa ir mudando e evoluindo conforme a gente vai.

Começar a gostar de si mesmo já é uma luta. Dificilmente você vai acordar num dia e perceber que tá tudo certo e que você esqueceu tudo que já falaram que está “errado” com você mesmo e gritar para todo mundo ouvir que se ama. Mas, se isso acontecer, aproveita e se joga no amor! Pra maior parte dos terráqueos, conquistar amor-próprio e autoconfiança é uma estrada tortuosa e meio montanha-russa de altos e baixos e curvas malucas. Mas, eu prometo, a vista é linda demais e é uma viagem que vale muito a pena seguir.

E infelizmente, como tudo na vida, não tem uma receita mágica que funciona pra todo mundo. Tem gente que gosta de ler sobre os efeitos ruins que a mídia e os padrões fazem na nossa cabeça, outras pessoas vão fingindo e falando coisas bonitas pra si mesmos até passarem a sentir que isso é verdade. Não importa como você vai entrar nesse caminho, o que eu tô aqui pra dizer é que, por favor, não desista.



Já reparou que quando a gente se apaixona por alguém, ou até alguma coisa, é por causa de características muito específicas? O jeito que a pessoa sorri quando ouve determinada palavra, a textura do punho daquela blusa, o jeito que a glitter reflete a luz... Você também é cheio dessas características específicas e completamente únicas. Mas precisa estar disposto a realmente olhar pra si mesmo pra enxergar. Deixar as máscaras e os preconceitos que aprendeu a vida toda de lado e, finalmente, ver quem você é. Aí, já era! É amor na certa!

E, como todo relacionamento, o amor-próprio também tem os seus problemas. Tem dias que você não vai suportar o seu jeito de reclamar das coisas e odiar o quanto você tem medo de fazer algo errado. Mas na hora que o sol iluminar sua pele ou tiver uma boa ideia, logo se lembra do motivo de ter se apaixonado e o relacionamento continua bem. E também, não esqueça que romance precisa de trabalho! Se leve pra passear, diga coisas bonitas pra si mesmo, permita-se um presentinho às vezes, aproveita um tempinho a mais na cama de manhã, converse bastante sobre o que está pensando... E, quando olhar no espelho, tenho certeza que vai perceber que se ama ainda mais a cada dia.

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Fim de tarde.
No alto do morro
O céu cor de laranja
Cobre onde moro.
Ao longe nas montanhas
A vida se arranja;
Por aqui
Nada bem.
Fingir estar
[pode ser solução?
Se onde estou
Só estou
[esmagando meu coração?

Não me encontro
Não me encaixo.

Tem dores visíveis,
Mas tem dores
(Aquelas que começam como
[uma forte vontade de chorar)
Que são indescritíveis:
Simplesmente são dores
De gentes muito sensíveis.



E tudo vira problema
Tudo é confusão.
E a solução que é bom...
Sabe-se lá
[onde foi parar!

Nas montanhas vejo paz
E agora à noite as estrelas
Dão-me prazer enorme,
Esperança incontável
[só de vê-las:
Companheiras
Duradouras!

O tempo passa
Pessoas passam.
O que nos resta finalmente?
Se existe companhia
[mais líquida
É companhia de gente.
Elas escorrem pelas mãos...
(18 de Abril de 2016 19h47 – uma poesia em lotação)

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Sobre como conviver com pessoas: às vezes você precisa de um tempo fazendo nada, sem obrigações e sem preocupações. Mas caso não seja possível, pelo menos você pode usar uma camisa informando que hoje está difícil fazer coisas de adulto.
A ideia é usar uma blusa que você tenha por aí e pintar sua mensagem (eu escolhi "I can't adult today") com uma letra bem torta.



Primeiro lembrar de colocar um papelão dentro da camisa, pra ajudar ela a ficar esticada e não vazar tinta pro outro lado.
Usei um lápis de giz branco pra traçar. Pra pintar usei tinta para tecido branca, para as letras de forma usei uma haste flexível com ponta de algodão (que todo mundo conhece pelo nome de uma marca) e para as letras cursivas usei pincel.

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Eu sou uma daquelas pessoas que fala que não gosta de pessoas. Mas não é o simples de fato de ver uma pessoa e falar: “não gosto desse tipo de coisa”. São todas as outras coisinhas que vêm com pessoas.

Pessoas têm todos aqueles sentimentos, sensibilidades, lembranças, dores, preferências, crenças, vulnerabilidades, conceitos, preconceitos, chatices, implicâncias e eu simplesmente não sei lidar com todas essas coisas.

[caption id="attachment_880" align="aligncenter" width="1600"] Foto: Jean Carvalho[/caption]

Mas como assim? Você é de ferro Louy? Não mesmo! Nem o meu super-herói favorito é de ferro (foi mal Tony Stark). Mas a questão é, se eu não sei como lidar com as minhas fraquezas como é que eu vou conseguir fazer isso com a das outras pessoas?

Um exemplo clássico que acontece comigo: Quando uma amiga minha vem me procurar pra conselhos eu morro de medo porque eu sou muito direta, objetiva e não perdoo com facilidade, então eu posso super ajudar ou cagar geral com a vida da minha amiga.

A questão não é odiar as pessoas, é odiar não saber lidar com elas, e odiar a ideia de machucar essas pessoas sem querer. NOSSAAA! Só eu, ou mais alguém achou isso super fofo? Haha’

Mais alguém por aí já passou por isso? Nem parece coisa que a gente precisa se preocupar, né? Mas a gente faz do mesmo jeito! Só não me pergunta o porque.

Pra quem ainda não entendeu, não tem nada haver com a necessidade de agradar as outras pessoas, até porque, se tivesse, eu não estaria escrevendo esse maravilhoso texto aqui, né não? Isso se chama ansiedade social, e se você acha que não existe, faz o favor de procurar no Google! (Mentirinha, eu vou deixar um link maroto pra vocês! )

Observação para o leitor: É importante destacar que a ansiedade social funciona diferente em cada caso, e acho relevante destacar que eu já melhorei horrores.

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Não sou a pessoa que mais ama os animais nesse mundo, mas se tem algo que concordo é que eles são mais racionais, já que não negam sua natureza. Nós, seres - ditos - pensantes, vivemos negando nossos instintos, emoções e até o que somos. Sei que o mundo seria um caos se não tivéssemos controle de nosso Eros (sexualidade) e Tânatos - ou Thanatos - (agressividade), nossa pulsão de vida e morte, como já dizia Freud. Contudo, isso não pode anular o que somos.

O ser humano não devia querer enfiar seus gostos e suas ideologias goela abaixo das outras pessoas. Afinal, a única coisa comum à todos é sermos da mesma espécie Homo sapiens, fora isso, cada indivíduo é um, único, com seus pensamentos, gostos, time do coração, crenças e características.

[caption id="attachment_876" align="aligncenter" width="1600"] Foto: Jean Carvalho[/caption]

As vezes isso me leva a crer que o problema do mundo são as próprias pessoas, que não aceitam, respeitam ou toleram o diferente. Querem interferir na vida do coleguinha nos mais variados âmbitos: nos valores, modos de ser e agir, de se vestir e de se comportar - até nos momentos mais íntimos.

E me pergunto: o que interfere na sua vida se fulano é de tal partido, religião, orientação sexual? Por que as pessoas querem se machucar e se matar só porque são diferentes ou pensam diferente ou veem o mundo de outra maneira?

É irracional uma espécie que se mata em nome de um Deus, se condena em nome do progresso e se machuca em nome de “padrões de normalidade”, que nada mais são do que CULTURAL e SOCIALMENTE construídos em determinada época, por determinado grupo, com interesses específicos. Isso mesmo! Foram nossos antepassados, outros seres humaninhos, que desenvolveram o modo com o que pensamos hoje, o modo como damos significado às coisas.

Somos vítimas do sistema que criamos ou podemos retomar a “racionalidade” e acabar com os preconceitos, discriminações e demais significações erradas e ultrapassadas?

Seremos ainda nosso próprio mal ou já temos maturidade e humildade para aprender com nossos amigos animais - ditos - irracionais?

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A ideia "de fazer" da semana são botons com botões forrados.

Você precisa de botões grandes, feltro, manta acrílica ou algum outro material para enchimento, alfinetes de segurança, linha e agulha.
Para cada boton você precisa de um pedaço de feltro de duas vezes o diâmetro do botão, um pedaço de feltro do tamanho do botão e de um alfinete de segurança, que deve ser do tamanho do botão pra fixar melhor sem ficar sobrando.



Eu só usei ponto corrido (aquele mais fácil, que vai pra cima e pra baixo no tecido). Você pode personalizar bordando com algum ponto ou usar feltro estampado.

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Se você foi capaz de sobreviver ao dia dos namorados no facebook, parabéns! Você também é um vencedor! Nada contra os casais e os românticos que querem mandar mensagens prestigiando o relacionamento, mas como esse blog não é homogêneo alguém precisa defender a outra parte, né? E cá estou eu!



O dia dos namorados pode ser uma data bem chata pra os solteiros, os divorciados, os que tiveram o coração partido, pros não-românticos, pra aquelas pessoas que perderam seu amor, pra quem tem um relacionamento que não está indo bem, e a lista é longa. O mais interessante é que ninguém leva em consideração esse grupo específico.

Se você não entendeu o ponto desse texto, calma, relaxa, eu explico. O dia dos namorados tem outros lados, que todos já passaram ou ainda vão passar, algumas pessoas não notam que é dia dos namorados até alguém falar, que se perguntam por que todos aqueles coraçõezinhos em todos os lugares. E também tem aqueles que sentem uma dor amarga em ver todos aqueles coraçõezinhos, e cada coisa mínima relacionada ao dia dos namorados é como se uma espada estivesse cortando seu coração.

E é só isso que eu gostaria de dizer, o dia dos namorados, pra aqueles que se esqueceram, não é essa loucura de amor. É um dia como outro qualquer, ou um dia mais dolorido que os outros. E eu queria fazer parte daquelas pessoas que postam alguma coisa sobre o dia dos namorados pra para as pessoas que não tem um namorado.

Novamente, não quero estragar o clima de ninguém que teve um clima bacana.

Olha escrevi um texto falando sobre dia dos namorados e nem precisei falar dos casais falsos! Bacana, né?

Beijinhos de luz pra todos!

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O Dia dos Namorados chegou e por que não estender por toda a semana? Aproveite o feriadão e fique cada momento que pode com a pessoa amada. Conversem, curtam-se, amem-se… e, se der um tempinho, curtam o tempo friozinho - ou não - para ver um filme que inspire o amor.

Estava escrevendo uma sinopse curtinha sobre cada um dos meus filmes românticos preferidos, mas daí pensei: por que não escrever sobre o que eles representam?

De uma forma geral, cada filme - mesmo parecendo repetitivo e muita das vezes até clichê - pode nos levar a uma reflexão diferente. Alguns nos fazem pensar sobre a importância dos pequenos gestos e do que fazemos para que a outra pessoa se apaixone a cada dia por nós. Talvez, lembremos de quem amamos só nas datas especiais, mas o que fazemos por elas no dia a dia, para demonstrar que lembramos delas, mesmo nos gestos mais simples… Porque, na verdade, nunca sabemos o que o futuro aguarda. E se aquele beijo fosse o último? Dou a devida atenção a quem amo?

O amor é apenas uma consequência de uma relação de troca, respeito, confiança, carinho e até de amizade. Não somos donos de ninguém e não temos certeza de nada nessa vida. E a relação tem que vir para somar e não diminuir ou nos fazer sentir presos. O amor é sinônimo de liberdade. Liberdade para sermos quem somos e, ainda assim, sermos amados como somos.

Enfim, os filmes (por mais bobos que possam parecer para você) me fazem pensar nessas questões. No que é o amor, no que é se relacionar com alguém e em como a vida é frágil e deve ser vivida intensamente.



Top 10 Filmes + sentimentos:

  1. Antes que termine o dia (2004) - Cuidado

  2. Como não esquecer essa garota (2013) - Boas lembranças

  3. Diário de uma paixão (2004) - Paixão (além dos rios de lágrimas rs)

  4. Orgulho e preconceito (2006) - Desafio

  5. Amizade Colorida (2011) - Felicidade

  6. Hoje eu quero voltar sozinho (2014) - Descoberta

  7. O casamento do meu melhor amigo (1997) - O que é amor?

  8. Um lugar chamado Notting Hill (1999) - Ternura

  9. O som do coração (2007) - Nunca desistir

  10. Casa comigo? (2010) - O que vale a pena?


Essa é a minha lista para o Feriadão dos Namorados. Qual seria a sua?

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