Amigo virtual é aquele que te acaricia sem te tocar porque consegue tocar o teu coração. - Luciana Andrade

A minha amizade virtual com a Joaninha é diferente de todas as outras que mantenho porque ela é um ser humano maravilhoso, capaz de inspirar tudo e todos a viver e a dar o seu melhor e capaz de dar uma palavrinha reconfortante quando é realmente necessária. Foi isso que me cativou quer no seu blogue, Twice Joaninha, quer nas suas contas de Instagram e Twitter - nos três demonstra sempre a sua maneira peculiarmente maravilhosa e otimista de ver a vida e não há nada que me deixe mais feliz.

Para dar início a esta nova rubrica, na qual proponho 10 perguntas a uma pessoa que me é querida de alguma forma, decidi convidar uma das melhores pessoas que a blogosfera me permitiu conhecer (embora que ainda não pessoalmente): a Joaninha.

1. Quem é a Joaninha que se "esconde" por trás do Twice Joaninha?

Joana: Analisando a pergunta ao mais ínfimo detalhe, a verdade é que não preciso de me esconder por trás do meu cantinho, uma vez que ele representa aquilo em que acredito, os meus ideais e uma parte da minha vida. Tento mesmo, com toda a minha vontade e força, transmitir o que sou em cada palavra que escrevo.

2. Porquê Twice Joaninha?

Joana: Como sabes, o blogue já teve dois nomes distintos: A vida de uma Alforreca adolescente e A Dupla face de Joana. Tanto um, como o outro contavam algo de mim. Porém, foi o Twice Joaninha que aglutinou aquilo que eu queria transmitir. Para começar, Gémeos é o meu signo... Não é que acredite muito nesta "ciência", mesmo assim, há uma série de características associadas a este signo com que me identifico, uma delas é a dualidade. A vida é feita de dualidades, o bem e o mal, o mais e o menos, o feminino e o masculino, etc, assim como as personalidades. É nisto que baseio o nome do meu cantinho, o facto de não sermos constantes, não seguirmos em linha reta. Por isso, Twice Joaninha, ou, em português, Duas vezes Joaninha (porque uma não chega :-P ).

3. Se o mundo acabasse amanhã, terias a certeza que tinhas vivido da melhor forma?

Joana: Gosto de pensar que já vivi e experienciei muito, tenho dois irmãos por quem nutro o maior amor do mundo, estou a estudar numa área que me aconchega o coração, faço voluntariado por vontade genuína, estimo os meus amigos próximos e vivo diariamente. De qualquer forma, há pedaços da minha vida futura pelos quais quero muito passar: começar a trabalhar, constituir uma família, explorar muitos recantos dos diversos continentes, reformar-me e viver numa casa com um alpendre branco. Assim, ai do mundo que acabe já amanhã.

4. Se pudesses mudar algo no mundo o que seria?

Joana: Definitivamente, a pobreza e o gasto exagerado e desmedido dos recursos naturais. Um passo de cada vez e a mudança começa dentro das portas de nossa casa.

5. A positividade em ti é algo que cativa qualquer pessoa. Onde vais buscar essa enorme felicidade que fazes por transmitir diariamente em teu redor?

Joana: Aos outros. «Ó, Joaninha! Que cliché...». A questão é que é mesmo assim. Ser positiva parte muito da energia que quero tranmitir. Além disso, o que recebemos se formos negativos/pessimistas? Já dizia a música: «what goes around comes back around».


6. O que esperas da tua geração daqui a 10 anos?

Joana: Que seja mais ativa. Ultimamente, olho à minha volta e vejo as pessoas a assumir uma atitude passiva, a viver a vida "porque sim". Pergunto às pessoas qual o seu objetivo, o seu maior sonho, a sua missão, vá, não exageremos, e maior parte não tem uma resposta. Pode ser tão simples quanto ter uma família, plantar 1000 árvores anuais, gerir a empresas dos seus sonhos, etc. Porém, incomoda-me sentir que a minha geração está a fazer as coisas, porque assim se convencionou, sem sequer se questionarem se este é o percurso que elas têm de fazer.

7. A felicidade é permanente ou momentânea?

Joana: Recordas-te do texto que escrevi sobre os Momentos? Ora, para mim, felicidade está sempre connosco, ainda que, por vezes, em segundo plano. É verdade que há alturas em que o planeta parece estar a desabar à nossa volta, mesmo assim, algo feliz nesses momentos são coisas pequenas como uma chávena de chá, o abraço apertado do nosso melhor amigo, o sorriso da mãe, a brisa fresca num dia de calor. Por isso, acredito que a felicidade está lá sempre, os nossos sensores é que podem não estar recetivos a esta.

8. O que é que o univierso digital dos blogues te trouxe de melhor?

Oh, oh, oh. (Riso à Pai Natal!) Tanta coisa. Primeiro, trouxe-me a possibilidade de ler pessoas insipiradoras com mil e uma coisas para contar. Depois, abriu portas para amizades inesperadas (elas sabem quem são!), carinhosas e atentas. Além disso, permite, diariamente, que eu pense na escrita como um gosto, uma arte e uma motivação para o meu dia-a-dia - apesar de nem sempre escrever e saber que vos estou a falhar um pouco -.

9. Qual é o teu maior sonho?

Tenho muitos sonhos, ou estaria a contradizer-me, não conseguindo dizer qual o maior, porque todos têm um peso em diferentes sectores da minha vida. Por exemplo, a nível pessoal, neste momento, o meu sonho é alcançar uma certa estabilidade entre o corpo e a mente. A nível familiar, diria que o meu sonho é ver a minha irmã alcançar o que deseja e assistir ao crescimento do meu irmão, step-by-step. A nível de entretenimento, arrisco sonhar dar a volta ao mundo, sozinha ou acompanhada.

10. Qual é a melhor fórmula matemática para a vida?

Esta pergunta pode ser entendida como uma ratoeira, tendo em conta que a Matemática é uma ciência exata. Tentanto responder ao que me perguntas... Para mim, o simples somatório infinito é a melhor fórmula, não é possível de aplicar sempre, porque na vida não é sempre mais (+), mais, mais, mais, porém, se adicionarmos as coisas boas, estas são infinitas, o resultado é positivo, é tão positivo que, por muita coisa má que subtraiamos, as coisas boas prevalecem.

Joaninha, direcionando-me mais para ti, obrigada por estas respostas. Sim, conseguiste chegar e ultrapassar as expectativas e os objetivos desta rubrica. Obrigada por todo o carinho e simplesmente por seres quem és. A quilómetros de distância mas bem pertinho do meu coração.

Espero que tenham gostado desta nova rubrica do meu blogue e de conhecer (ainda melhor) a Joaninha, um ser humano lindo - por dentro e por fora -, inteligente, de bem com a vida e com os que a rodeiam. Sinto que tenho tanto mas tanto para aprender com ela. Quem sabe um dia aprenda mais pessoalmente?

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Se consegues sonhar também consegues concretizar. - Walt Disney

Um tema recorrente na poesia do ortónimo de Fernando Pessoa é o sonho e a realidade, no qual o poeta expressa o seu tédio existencial, angústia e desalento para com a sua realidade. Por isto, Pessoa vê no sonho um refúgio e o seu desejo de fuga pode aí ser concretizado ou, pelo menos, confortado.

De igual forma, o poeta Antero de Quental encontra dificuldades em lidar com a realidade em que vive, o que o leva a uma angústia existencial, cuja plenitude só é encontrada nas configurações do ideal, das quais fazem parte, nomeadamente, o sonho e a evasão.

Deste modo, é conclusivo que ambos os poetas portugueses se relacionam na medida em que se sentem tão angustiados e revoltados com a realidade com que têm de lidar que tentam encontrar um refúgio para estas questões existenciais: um no sonho e o outro nas configurações por si idealizadas.

Quantas vezes, na pele de Fernando Pessoa ou de Antero de Quental, não nos sentimos angustiados, revoltados, enfadados com a realidade que enfrentamos, seja ela qual for? Quantas vezes projetamos e idealizamos algo na nossa mente, cujo caminho posterior por aí não passa, e vemo-nos refugiados em algo como a imaginação? O sofrimento por algo que não conseguimos mudar, tal como Antero de Quental ansiava, é (um)a realidade. Génios como eles não a conseguiam aceitar. Pensar que o mundo era de outra forma era a solução que arranjavam. Pessoa e Antero não conseguiram lidar com a realidade nem muito menos tentar mudá-la porque também não o conseguiam fazer - não estavam em boas capacidades mentais para o fazer (tanto que Quental impôs o fim à própria vida).

Mas quem se encontra em sã capacidade decisiva tem o poder de, caso não gostar da realidade em que se encontra, poder mudá-la - esse é o poder racional que todos temos. Para quê aceitar algo com que não nos identificamos, que nos magoa e revolta se temos a capacidade de mudar, quanto mais não seja simplesmente ignorar a situação?

Esta é a minha mensagem de hoje para vós: sonhar não é o oposto da realidade, é o motor de mudança para aquilo que consideramos nesta não estar bem.

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Todas aquelas pessoas que pensam ter vidas maçadoras, pouco excitantes, deviam agradecer todas as noites à sua estrela da sorte. - Diálogo entre Winston e Millicent Forest, in O dom da Vida

Muito poucos são os livros que conheço cuja temática se interliga, em grande parte, com a área da medicina. O Dom da Vida, de Henry Denker, foi a primeira obra que li dentro desses parâmetros. A história em que um cardiologista, Allen McCandless, tem em mãos uma decisão de vida ou de morte - literalmente. Entre um jovem de 30 anos e um senhor de 50 de iguais características anatómicas, quem irá receber o vigoroso coração do falecido Larry Clinton e que critérios de escolha serão utilizados?

O Dom da Vida cedeu-me conhecimentos a nível médico e cirúrgico ao nível da transplantação: como se procede ao transplante em si, cuidados pré-cirurgicos e pós-cirurgicos, o quão difícil é encontrar corações ou qualquer outro órgão compatível com um doente, etc. Teve também o poder de me ensinar algo muito importante: nós só damos valor ao que temos quando já não o temos. Isto porque um coração a funcionar como o deve fazer quase todos tomamos como garantido mas se algum dia este começar a fraquejar, o que iremos fazer? Em que iremos pensar? "Podia ter tido uma alimentação mais saudável.", "Podia ter feito mais exercício físico.", "Poderia ter aproveitado mais a vida."... Do ponto de vista médico, viver nas recordações do passado ou passar o tempo a imaginar o futuro causa ansiedade, o que não é bom para o coração nem para o restante organismo. Então vivamos apenas no presente preparando cautelosa e responsavelmente o futuro - outra ideia que este livro me transmitiu. A nossa vida é tão curta e, do nada, pode estar por um fio. Façamos o melhor por ela e pelo nosso corpo.

Mais de 30 anos depois e com tantos avanços na tecnologia, que reflexão podemos fazer sobre os transplantes a nível ético? Esta é também uma obra que aborda os problemas éticos da transplantação como o facto de uma pessoa, ao morrer, ser enterrada sem os órgãos que em vida utilizou para que outras pessoas possam sobriver. Nas palavras do autor, «eu nessa altura tinha o pressentimento de que, à medida que a tecnologia avançasse, os problemos éticos que abordo no livro surgiriam inevitavelmente».

Numa escala de 1 a 5, daria um 5 porque a história é mesmo incrivelmente bonita e tocante.

Características da obra:

  • Título português: O Dom da Vida
  • Título original: A gift of life
  • Editora portuguesa: Seleções Reader's Digest

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Sou melhor que a minha fama. - Friedrich Schiller

A banda One Direction marcou a minha (pré-)adolescência de várias formas e ainda hoje, apesar de estar em standby, continua a trazer-me memórias de outros tempos. Recentemente vi mais uma vez o documentário sobre a boysband intitulado This Is Us, realizado por Morgan Spurlock em 2014. Desta vez, talvez por no espaço de três anos ter crescido tanto, pude refletir verdadeiramente sobre aquilo em que esta banda se tornou de um momento para o outro e o que isso acarretou para as suas vidas. Nial, Louis, Liam, Harry e Zayn eram cinco rapazes desconhecidos (mesmo entre eles) até ao dia em que foram agrupados. Apesar de não terem vencido o programa The X Factor, ganharam um mundo inteiro de fãs de todas as idades e dos dois géneros.

Mas será que isso trouxe apenas coisas boas? Nem para os One Direction nem para qualquer outra celebridade/figura pública a fama só traz vantagens. Aliás, sou da opinião de que quando alguém tem muita fama deixa de ter uma vida só sua. Paparazzis em todos os lugares, histórias inventadas atrás de histórias inventadas, etc. Deixa-se de ter privacidade.

Há, por outro lado, pessoas que lidam bem com o lado obscuro da fama e fazem de tudo para terem os seus cinco minutinhos por baixo do grande holofote. Infelizmente, em Portugal são aos milhares. A ideia segundo a qual "falem bem ou mal, o que interssa é que falem" está demasiado presente na mentalidade dessas pessoas. Sinceramente não acho nada correto nesse pensamento porque um dia as pessoas cansar-se-ão de todo esse mundo, de o seu nome estar constantemente exposto em revistas e sítios da internet com má reputação - um dia querem paz e sossego e não o atingem.

Não há qualquer conclusão para esta reflexão porque a fama está longe de ter fim. No entanto, todos nós sabemos que os media funcionam de uma só forma: o que as pessoas mais procuram (polémicas, escândalos, triângulos amorosos, bisbilhotices, etc.) a imprensa dá e cada vez com mais força. Então não alimentemos este ciclo vicioso e quebramos já com ele através do simples ato de apreciar apenas o trabalho que tornou alguém famoso (as suas músicas, trabalhos na representação, grande descoberta científica) e deixemo-nos de querer saber toda a sua vida. Gostamos da descrição? Então demo-la-emos a quem também dela gosta.

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Todos temos um vício que nos livra da dor. - Autor desconhecido

Então ela deitou a sua cabeça na almofada e foi acolhida pela sua aconchegante cama. Fechou os olhos e a imagem lá permanecia. Caiu uma lágrima. Duas. Três. Abriu novamente os seus olhos e pensou «O que posso fazer no meio de toda a esta confusão?». Referia-se, claramente, à sua vida. Já não sabia quem era, quem queria ser, quem queria que a rodeasse. Abriu o velho caderno Moleskine, companheiro de tantas más horas.

Talvez eu esteja destinada a ser um mero ser humano na Terra ou talvez eu esteja destinada a fazer coisas grandes e boas. Não sei se o fado existe e se o meu já está feito desde o dia em que nasci mas sei que, se está, eu não o compreendo. Eu não me compreendo. Não compreendo por que motivo não me compreendo. Mas compreendo que não é nada bom não me compreender. Asseguro que não sei, neste momento, quem sou, o que quero ou com quem quero estar tal como asseguro também que me sinto inútil, triste, com uma infindável vontade de me expressar de dentro para fora. Às tantas, eu perdi-me e não sei como me encontrar porque nem sequer sei que caminho tomar. Dizem-me para não desistir, para ter fé que amanhã será um dia melhor mas, honestamente, não vejo otimismo no dia de amanhã. Gostava mas não vejo. Nem compreendo por que gostava mas não vejo. Em suma, nada compreendo neste momento.

Fechou o caderno e os olhos e dormiu. No fundo, queria que o dia de amanhã fosse melhor mas não o conseguia imaginar.

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O escritor é um homem como os outros: sonha. - José Saramago

O Ano da Morte de Ricardo Reis foi o primeiro livro de José Saramago que li. Ouvira tantas pessoas falar sobre o seu modo de escrever peculiar mas, na minha opinião baseada na experiência, lermos Saramago é uma questão de hábito. Com o tempo habitua-mo-nos à sua não formulação de diálogo formal, do uso excessivo de vírgulas, entre outros, pois a sua escrita envolve-nos de tal forma que já é quase automaticamente que a lemos.

Aproveitei as férias de verão para começar a ler a obra, já que será objeto de estudo este ano na disciplina de Português, vindo substituir O Memorial do Convento. No entanto, fui lendo outros livros pelo meio e O Ano da Morte de Ricardo Reis ficou de lado por momentos. Quando recomeçaram as aulas, recomecei a sua leitura e desde então não mais parei. Fiquei de tal forma apaixonada pela história que só queria ler pela noite fora - tanto que em menos de 24 horas li cerca de 100 páginas com letra miudinha.

Nas biografias dos heterónimos de Fernando Pessoa, apenas Alberto Caeiro tem data de morte; Ricardo Reis e Álvaro de Campos não. O Ano da Morte de Ricardo Reis é, nem mais nem menos, do que uma continuação da história de vida de Ricardo Reis dado que Saramago se sentiu no direito ou no dever de a terminar ou, pelo menos, de lhe dar uma histrória para lá da de Pessoa.

Sinopse: Ricardo Reis, médico, chega a Lisboa depois de 16 anos no Brasil e, a partir daí, desenrola-se um ano inteiro cheio de vivências, experiências, reflexões e encontros com Lídia, Marcenda e o próprio Pessoa, já falecido. Esta obra de Saramago tem uma particularidade interessante: é um hino à história nacional e internacional dos tempos de Salazar e Hitler dado o recheio de factos que apresenta - uns verdadeiros, outros não.

Gostei bastante da obra pois permitiu-me entrar numa vertente de Pessoa heterónimo completamente diferente e numa Lisboa na qual gostava de ter vivido para presenciar as mudanças que o governo salazarista acartou. Não fosse a constante opinião e crítica à Igreja Católica que Sramago não consegue deixar de transparecer e seria a obra perfeita.

Já leram esta ou outra obra de José Saramago?

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Learn from yesterday, live for today, hope for tomorrow. - Albert Einstein

A ânsia de escrever a primeira publicação neste blogue era enorme, tanto quanto a vontade de o dar a conhecer ao mundo.

Nascer é deixar para traz outro mundo que já não é o nosso. Deixei no passado outros blogues que fui alimentando na esperança de um dia me identificar verdadeiramente com eles. Entre mudanças de nome, aparência, conteúdo, etc. tentei sempre identificar-me com o blogue e não o contrário. Houve, então, um dia em que me deixei levar pelas más energias que o meu antigo blogue me dava e pensei "Isto não é só uma fase. Sou eu que preciso definitivamente de mudar." e assim fiz - nasci.

Francisca é, finalmente, o meu blogue. Nada com que me identifique mais do que a minha própria identidade e o meu próprio nome. Este é e será o espelho do que sou, do que penso e idealizo, do que gosto, do que não gosto... Espero também que seja um espacinho do vosso agrado, onde possam vir recarregar energias (boas, preferencialmente) pois se um dos meus artigos vos deixar com um sorriso no rosto isso já é uma grande vitória para mim.

Passando agora a apresentações... Tal como o blogue, o meu nome é Francisca e vivo em Coimbra. Sou católica, feminista e, adorando futebol, sou benfiquista de alma e coração. Tenho um enorme gosto por política e gostava de poder estudar nessa mesma área, bem como em coaching e desenvolvimento pessoal. Nos meus tempos livres gosto bastante de estar em contacto com a natureza - vivo numa aldeia, numa casa com um grande quintal em que posso fugir aos ares poluídos da cidade e sentir-me em paz. Também gosto muito de ler, rezar e meditar, conversar pessoalmente durante horas a fio, colecionar moedas raras e objetos antigos, ouvir histórias contadas por outras gerações, brincar com os meus cães... Gosto de tantas coisas!

Esta sou eu e este é o meu blogue. E vocês, quem são?

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