Dia 30 de Abril (sábado) foi dia de conhecer o maior parque cercado da é um pais da europa: o Phoenix Park.



Cheguei, estacionei a bike, e já dei de cara com esse visual, incrivel! O parque é bem extenso, com alguns campos de futebol (soccer e gaélico), tricket (ou seria taco?) e MUITA floresta.

No parque existem cervos (veados/bambi/são paulinos) soltos. Se levar alguna comida (banana ou cenora) eles podem vir até sua mão para comer.


Valeu o rolê pra conhecer esse lugar. Dentro dele ainda existe a casa do prefeito (ou presidente) e também o Zoológico de Dublin. Ou seja, possivelmente vou escrever sobre outra ida ao Phoenix Park!

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Dia 26 de Abril, a tão esperada terça-feira!

Acordei pensando que fazer a mala, deixar na casa e ir ainda para a aula iria dar tempo... mas não! Esqueci que aqui em Dublin o tempo voa, e como voa.

Mala feita, sacola com comida na mão, chave entregue, fui para minha mais nova acomodação. Deixei a outra mala no quarto e fui encontrar o Frk para pegar a chave dele e mais tarde pegar minha bike para arrumar.

Dia tranquilo, fiquei o maior tempo dele deitado na cama (coisa de quem não tem dinheiro ainda por culpa da demora ao abrir a conta no banco para poder usar os €3000 euros livremente), até a hora marcada para arrumar a bike. Daniel (o vendedor da bicicleta) conseguiu dar jeito na roda. O motivo de ter "quebrado", era porque ele havia trocado o pneu traseiro e posto um novo. Arrumada a bike, abemus bike!

Voltei para casa e descancei o resto do dia, afinal já estava sentindo meus joelhos por tanto andar pela cidade a procura de vaga.

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Dia 25 de Abril, dia das aulas começarem e levar a primeira mala para a casa nova!

Primeiro dia de aula, fui as 9h da manhã como haviam pedido para a escola poder dar as informações aos novos alunos. Chegando lá, descobri que as aulas do meu nivel a tarde já estavam cheias e fui trocado para o turno da manhã. Após da orientação já fiquei pela escola para começar depois do break. Confesso que não entendi mais que 30% do que a professora estava passando em sala. Comecei a pensar MIL E UMA coisa: que não iria conseguir, que era perda de tempo eu continuar tentando sem entender nada, que foi perda de dinheiro, que iria decepcionar meu pais, etc. Mas depois que sai de lá, parei pra respirar e pensar melhor na situação. Era o primeiro dia de aula, os primeiros dias eram sempre assim mesmo: entusiasmo com pânico.

No domingo, eu já havia acertado minha vaga com a Italiana que estava passando a dela em 530 North Circular Road (D1). Depois da aula, estava com minha primeira mala que havia levado de Finglass até a escola, fui direto para a casa nova. Chegando lá, Maria - a italiana - me pediu pra esperar que ela ainda estava arrumando as coisas dela. Fui a cozinha e pra minha surpresa, começou uma discussão, igual ao do BBB. Tudo por conta de uma falha de comunicação entre o uruguaio e a italiana sobre a vaga que eu estava pegando. Achei que naquele momento iria perder a vaga, mas não. A discussão se extendeu por 1 hora, até ser resolvido o "problema".

Deixei minha mala no quarto e avisei que iria dormir em Finglass ainda, afinal minha outra mala estava lá ainda e havia uns 5 dias para dormir lá de boa.

Antes de voltar pra Finglass, passei a tarde no centro e depois peguei o bus rumo à minha ultima noite lá...

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Já que dia 22 de Abril eu não lembro o que eu fiz (talvez fui pro centro para procurar casa), vou pular pro próximo!

Dia 23​ de Abril era o dia que tirei para economizar,  €5,40 e mais uns trocados, e ficar em casa. O desespero de 'não encontrar casa' estava começando a bater na porta. Já tinha ido em algumas casas, não mais que 10 delas, mas não havia achado nada legal/bom/satisfatório ou perto da minha escola. Esse dia serviu para procurar alguma moradia e marcar mais visitas. No meio de falar com algumas pessoas sobre compartilhar casa, tive a ideia de comprar uma bike para não depender mais de AirBus ou Dublin Bike. Consegui uma por €40! Muito abaixo da média do preço que o pessoal estava vendendo. Fui atrás de locker (€10 com uma menina que estava voltando para o Brasil) tambem, já que se deixar a bike moscando, os Nanás iriam levar pra casa!

No dia seguinte, 24 de Abril, levantei cedo e fui - o que já não é novidade - para o centro. Marquei de comprar o locker de manhã (10h), visitar TRES casas (uma as 11h, 12h e outra as 13h ), e comprar a bike (as 15h). FIZ TUDO! Primeiro foi o locker comprado.

Depois de MUITA correria de um lado pro outro, gostei da ultima casa que visitei. Era uma casa para 12 pessoas, 2 por quarto, cozinha e area externa compartilhada, 1 urguaio, 1 italiana e o restante brasileiro, os conterrâneos muito gente boa.

Hora de pegar a bike. O rapaz que me vendeu a bike foi parceiro. Bike em boas condiçoes, ele tinha deixado de usar porque havia comprado um carro. Dei uma pequena volta só pra testar e tals. Ok, bike é minha. Fui até o bat-local para encontrar o pessoal. Depois de lá, iria pra Finglass de bike, não mais de onibus... falei IRIA, pois na quinta pedalada a roda havia afroxado. E agora? 

Liguei via facebook para o vendedor (puto) e expliquei o que havia acontecido, por que ele tinha me falado algo que não era? Ele com toda calma do mundo falou que na terça feira iria me ajudar. Fiquei calmo e desconfiado. Deixei a bike na nova casa do Frk, que era perto da O'Connel e voltei pra casa de bus!

Agora é esperar por terça para ter a bike...

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Engraçado, mas desde o primeiro dia que fui ao centro da cidade para encontrar o pessoal, a Starbucks se tornou nosso ponto de encontro e tambem salvador de bateria. Lá existem tomadas livres para carregar o celular, coisa que é dificil achar em outras Starbucks ou até mesmo estabelecimentos de fast-food.

Entrando no estabelecimento, havia pelo menos 2 brasileiros que estavam trabalhando lá, coisa engraçada, pois antes de saber, a gente estava tentando se comunicar em ingles!

Mas enfim... é isso!

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Quarta-feira de manhã, estava falando com o Frk sobre algum assunto aleatorio no café da manhã quando um barulho de algumas motos começaram a ecoar pela vizinhança, melhor, do lado na nossa janela. O pessoal da missa que havia acabado, saiu da igreja direto para a rua para cantar pneu com suas motos e acordar quem estivesse dormindo naquela hora. Eu me perguntava: porque a galera da missa, que acabaram de rezar, sairia pra cantar pneu? Isso não deve ser algum tipo de pecado? Nunca vou descobrir.

No outro dia, 21, acordei cedo e fui visitar a primeira acomodação - coisa que todos tem que fazer assim que chega em Dublin: ter onde morar é o primeiro passo do intercambio aqui. Nã9 gostei do lugar por ser MUITO longe da minha escola. Com a tarde livre, aproveitei pra dar uma volta e fui à outro ponto turistico: St. Patricks Park, que fica do lado da catedral com o mesmo nome (St. Patricks Cathedral).


Depois de lá, voltei para o bat-local para encontrar com o pessoal... a Starbucks da O'Connel.

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Na primeira segunda na ilha verde, acordei e fui com o Frk na escola. Como a agencia nos disse antes de embarcar: "vai na segunda-feira de manhã, as 9h, pra fazer o teste de nivelamento". Chegamos lá e adivinha? O teste de nivelamento são realizados apenas nas terças e quintas feira A TARDE! Fiquei meio puto pelo fato da agencia não saber o dia do teste, mas tudo bem. Já que estava acordado e o tempo estava limpo (com Sol), fomos dar +1 rolê em Dublin.

Aproveitamos pra conhecer uns lugares famosos, como o D-One (restaurante/balada brasileiro) e a região do Temple Bar.

No dia seguinte a tarde, fui para a escola para o tal teste de nivelamento e, pela minha surpresa, após o resultado do teste, iria começar no intermediate (nunca lembro se era o 1 ou 2, mas enfim...).

Depois do teste, fui com o Frk e com um casal de amigo dele à um pub chamado The Celts. Muito legal o lugar.


Depois de beber 2 pints, subi no onibus do qual me levava esses dias ao centro da cidade: 40 Finglass - "Cappagh Road please".

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Após ter chego no dia anterior (16/04) na casa - em Finglass, 30 minutos do centro de onibus - onde iria ficar por só 2 semanas e ter aberto as malas para pegar o "pijama" e algumas outras coisas pra trocar de roupa, fui fazer a primeira compra na Irlanda no supermercado mais famoso da Irlanda: Tesco.

Tudo bem que era apenas uma versão reduzida do mercado com o nome Tesco Express, mas ja estava valendo para não passar fome já no primeiro dia em terras irlandesas! Indecisão na hora de escolher o que comprar para comer e para cozinhar nos dias seguintes... mas no final, acabei escolhendo o que eu sabia fazer: macarrão para o jantar/almoço e pão, presunto, queijo, margarina e suco, para os cafés.

Na casa conheci um casal de Curitiba (Luiz e Maisa), Daniel (SP), Frank (ou seria Frk? - SP) e Sérgio (mexicano); sem contar o Chico que morava na casa e tomava conta.


Domingo (17/04) levantei e como ja havia combinado com o pessoal que conheci no aeroporto, fui ao centro da cidade para os encontrar e fazer o primeiro rolê para conhecer a cidade. Marcamos de nos encontrar na O'Connell Street, mas precisamente na Spire!

Após todos estarem la.. fomos descendo a O'Connell em direção ao Rio Liffey, mas antes paramos na Pennys (lugar onde tem muita coisa barata) para dar uma olhada nos preços e conhecer.

Continuando, passamos pela Graffton Street em direção ao St Stephen's Green Park.


Demos algumas voltas e eu levei o pessoal até outro parque que havia ali perto, o Iveagh Garden...


Depois de lá... fomos à famosa Dyces! Um bar/balada que contem entrada gratuita até certo horario e TODAS as pints - 500ml - por €2 (em compensação vários brasileiros vão lá nesse dia)!!!


E assim, acabou meu primeiro rolê na cidade...​

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Já embarcado no avião, minhas conexões iriam ser São Paulo e Amsterdã.

No vôo de Floripa pra São Paulo tudo ocorreu bem. Chegando em GRU tive que esperar algumas horas até trocar de aeronave. Andei MUITO até achar o meu terminal de embarque (que por sinal eta o ULTIMO do aeroporto). Na fila do ​check in​ conheci uma pessoa (Fernanda Campello) que iria fazer as mesmas conexões que a minha, porém iria p visitar uma amiga em Limerick - cidade vizinha de Dublin. Trocamos algumas palavras pois a fila estava grande e trocamos contatos para tomar uma pint quando ela fosse visitar Dublin (o que não acabou acontecendo :'( ).

Na fila de embarque, conheci outros intercambistas (Paloma Carvalho, Daniel Cajé, Natascha Pegoraro - manezinha também - e Taiga Cruz). Estavam na mesma situação que eu de conhecer e viver algo novo, e em busca da lingua inglesa. Logo trocamos algumas palavras e fomos pros acentos da lata voadora.

Feito tudo, embarquei no avião e durante o vôo conheci uma senhora (Maria do Carmo - com uma vida muito mais que saudável, fora do comum para quem estava na casa dos 60 anos) que estava viajando para Lyon a fim de visitar seu filho.  Durante a noite, algo inesperado aconteceu: ela passou mal e vomitou nela mesma. Senti que meu intercambio iria começar ali, eu e meu ingles ("the book is on the table") para ajudar a "velha" amiga, que nem sequer sabia se comunicar em ingles. Felizmente consegui me comunicar, entender e ser entendido pelas aeromoças para ajuda-la (meu ingles não era só "the book is on the table" como eu imaginava). Algumas horas depois, Maria ficou bem e conseguiu terminar sua viagem sem mais "surpresas".

Descendo no aeroporto de AMS, na aterrizagem,por causa do vento, o avião aterrizou com uma roda de cada vez... foi sinistro! Depois de sair da lata que voa, passei as horas com o pessoal que havia falado na fila de GRU atê esperar o ultimo vôo para Dublin. Deu pra conhecer um pouco mais  de cada um deles.

Embarcamos empolgados para a ultima decolagem poucas horas depois.

Chegando na tão temida imigração, fomos os ultimos a ser chamado. O meu atendende, como de praxe, sem cordialidade. Entreguei meus documentos, ele conferiu todos e ainda perguntou e pediu pra ver o dinheiro que estava comigo e que era necessario para poder ficar o tempo no intercambio.

Tudo ocorreu bem, a pesar do medo de voltar no vôo seguinte para o Brasil. Peguei minhas malas e fui em direção à saida...

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Depois de correr atras de tudo que faltava, organizar tudo que tinha que levar, o que não tinha que levar, chegava a hora de fechar as malas (sim, eram duas!). Não estava acreditando que ia realmente acontecer. Havia acordado cedo - por volta das 8h da manhã - pra fechar definitivamente minhas malas e ir para o aeroporto - meu vôo estava marcado pras 13h45, mas tinha que estar lá as 11h.

Despedidas são sempre tão chatas para mim, mas aquela, em especial, não era! Não era igual aquela que fiz quando fui passar 15 dias em Orlando (USA), dessa vez iria ficar por tempo indeterminado - 2 semanas até quando der de eu ficar/me manter na ilha verde.

Chegando no aeroporto, era notório a tristeza e a felicidade que havia nos rostos dos meus pais e, eu acho, no meu (porque estava sentindo algo que nunca havia sentido antes). Nervosismo na pele, aquele frio na barriga a cada minuto que passava naquele aeroporto, até que chegou a hora da "sala de embarque".

"Obrigado Pai, Obrigado mãe pela oportunidade que vocês estão me dando" foram minhas palavras...

"A benção minha mãe, a benção meu pai, a luta de vocês hoje me fez um samurai" - Rael da Rima / Ser Feliz


... Minha mãe, do jeito dela olhou pra mim e repetiu (sim, ela já havia me falado em casa algumas vezes, mas dessa vez era com outra intonação: a de segurança) "Diogo, se não gostares, não tens nada que ficar lá... pode voltar para casa!". Sinceramente não sei se isso me confortou ou se deu mais força pra seguir adiante e não voltar tão cedo, mas foi ótimo ter ouvido isso.

Despedidas feitas, pé no avião!

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